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Herdade da Candeira Reserva cx 3 TT

67,00 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
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A Sogrape Vinhos foi fundada em 1942 por Fernando van Zeller Guedes, com a ambição de dar a conhecer ao mundo os vinhos portugueses e uma visão de longo prazo assente na qualidade dos vinhos a comercializar, na importância da novidade das marcas e na apresentação dos seus vinhos. Liderada hoje pela terceira geração da família fundadora, a Sogrape Vinhos cumpre, cada vez mais fielmente, o objectivo assumido desde da sua fundação: ser uma empresa de cariz familiar e vocação internacional, focada na produção de vinhos de qualidade, na inovação e no desenvolvimento de marcas portuguesas de nível global. A Sogrape Vinhos possui cerca de 830 hectares de vinhas em Portugal. A Casa Ferreirinha e os seus vinhos são sinónimos de tempo e de arte. Assim acontece desde a sua fundação, no século XVIII,
As quintas da Ferreirinha são provavelmente as mais emblemáticas do Douro. De entre estas, a Quinta do Vale Meão reveste-se de uma simbologia enorme, visto ter sido um projeto idealizado de raiz, uma vez que a quinta foi adquirida em terra virgem. Por mérito próprio, o Quinta do Vale Meão é realmente um dos mais interessantes e cobiçados vinhos de Portugal. Destaque merecido pela qualidade que este vinho oferece em todas as colheitas em que é lançado. A Quinta produz ainda um segundo vinho, o Meandro do Vale Meão, feito a partir das vinhas mais novas.
As uvas do Redoma Branco são provenientes de vinhas velhas da margem direita do rio Douro, localizadas a uma altitude que varia entre os 400 e 600 metros. Nestas vinhas predominam maioritariamente as castas Rabigato, Códega do Larinho, Viosinho, Donzelinho e Gouveio. Os seus solos de micaxisto dão origem a vinhos com muita mineralidade, delicados e com grande frescura. No panorama vínico nacional, não existe produtor mais consensual que a Niepoort e a longa história inicia-se em 1842 com o primeiro Van Der Niepoort a chegar a Portugal. Ao iniciar-se no mercado do Vinho do Porto como comerciante, rapidamente, instalou o seu negócio que se viria a revelar próspero e vindouro. Assim, na 5ª geração, nasce Dirk Niepoort, um produtor incontornável no mundo dos vinhos, reconhecido como uma das
A casta Arinto dos Açores, exclusiva destas ilhas, tornou-se na predileta dos viticultores pela sua resistência, produtividade e versatilidade enológica. Destaca-se principalmente nas parcelas junto ao mar, sendo hoje a mais cultivada na região. Origina vinhos de grande frescura e salinidade. Origem: Este vinho resulta de uvas de apenas uma parcela integrada na Cerca dos Frades em Santa Luzia, na costa norte da ilha do Pico.
Cor palha com reflexos dourados. Aroma de grande intensidade, elegância e complexidade, com notas de toranja, lima, zimbro, pão torrado e pedra de isqueiro. Na boca, grande sensação de frescura e untuosidade, muito profundo, tenso e longo!
Com um profundo respeito pelo património, o Bibi Graetz produz vinhos a partir dos vinhedos de alta altitude e os mais emblemáticos da Toscana, onde se encontram velhas cepas de Sangiovese que produzem frutos de caráter e finesse notáveis.
Da sua deslumbrante adega em Fiesole, produz vinhos que refletem a alma de cada local através de viticultura sustentável, seleção cuidadosa das uvas e métodos tradicionais.

As fermentações são impulsionadas por leveduras indígenas, e o envelhecimento realiza-se em velhas barricas de carvalho, permitindo que a pureza da fruta e a expressão do terroir se destaquem.

Cada garrafa é uma homenagem à beleza timeless da Toscânia e ao seu legado vitivinícola.
Com origem na Bairrada, entre o sopé da Serra do Buçaco e o mar, nasce o Giz, um vinho que expressa de forma única as características dos solos calcários de onde provém. Oriundo de vinhas centenárias e produzido a partir de castas autóctones, plantadas em solos pobres e pedregosos, a intervenção no processo de produção é mínima, tanto na vinha como na adega. Assim, após uma vinificação artesanal, o vinho repousa por 8 meses em barricas de carvalho francês, para a obtenção de um néctar sem máscaras, autêntico, estruturado, elegante e complexo, pleno de individualidade e carácter.
É um tinto encorpado com personalidade ímpar, aromas a violeta típicas das Casta Touriga Nacional. Frescura e acidez notória com notas de tosta e especiarias provenientes do estagio. Taninos finos, firmes mas suaves. Vinho longo com excelente potencial de envelhecimento.
Em Novembro de 1998, a família Symington propôs a Bruno Prats a participação num novo projecto, que consistia em produzir um grande vinho não fortificado no Douro. A sua concretização deu-se em 1999, com a criação da PRATS & SYMINGTON Limitada como uma parceria equitativa entre as duas famílias. Algumas vinificações experimentais nesse primeiro ano permitiram definir e escolher as melhores parcelas e as castas mais adequadas para o projecto. O CHRYSEIA 2000 foi a primeira colheita a ser comercializada. O CHRYSEIA foi um dos pioneiros do ressurgimento, hoje amplamente reconhecido, dos vinhos não fortificados DOURO DOC. No entanto, este vinho, cujo nome significa «d’ouro» em grego clássico, tal como o nome do rio em português, mantém-se fiel a um estilo muito próprio. Nele predominam a eleg
Cor quase clara, mas muito viva. Aroma, fruta silvestre fresca, madeira vanilica leve, especiarias, frescura e elegância. Na boca, confirma a delicadeza tão característica de Francisco Montenegro, com taninos sedosos de final muito bom gosto e requintados e corpo médio.