Este site contém informação sobre bebidas alcoólicas. Confirme que tem idade legal para consumir bebidas alcoólicas.

Vinho Vale dos Mil Branco

38,50 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
Cor palha com reflexos dourados. Aroma de grande intensidade, elegância e complexidade, com notas de toranja, lima, zimbro, pão torrado e pedra de isqueiro. Na boca, grande sensação de frescura e untuosidade, muito profundo, tenso e longo!
02366

Ficha informativa

Colheita
2021
Tipo de vinho
Branco
Produtor
Luís Leocádio Vinhos
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
8-10⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
13.5

16 outros produtos na mesma categoria:

Dentro desta garrafa, de um 100% Viosinho, está toda uma estética e abordagem pessoal à casta. Várias texturas da mesma casta, através da vindima em duas fases e em duas parcelas bem distintas na Quinta da Assolveira, no Vale do Rio Pinhão. A guarda do vinho foi tão importante quanto as duas (e distintas) vindimas, porque o meu desejo foi quebrar a fruta exuberante da casta, buscando o seu lado mais “amanteigado” e menos terpénico. O uso de duas tanoarias francesas e uma húngara apenas contribuem para tornar a prova deste Viosinho em algo inesquecível.
Susana Esteban é uma das Enólogas portuguesas a seguir. Em 2012 foi-lhe atribuído o prémio mais prestigiado que um enólogo pode receber em Portugal, o título de “Enólogo do Ano”, pela Revista de Vinhos, tendo sido até a data a única mulher a que foi atribuído está distinção.
Pêra-Manca é a marca que a Fundação Eugénio de Almeida destina aos seus vinhos de exceção. Lançados pela primeira vez em 1990, é atualmente uma das marcas mais conceituadas e respeitadas da região vitivinícola do Alentejo, ganhando cada vez mais público-alvo. São vinhos dotados de complexidade, elegância e potencial de envelhecimento, sendo apreciados mundialmente.
Fermentado com as películas, tem cor dourada e aroma rico, com casca de laranja, flores de citrinos, especiarias exóticas. Cheio e sólido, com algum tanino, mas ao mesmo tempo leve, elegante, notas de laranja amarga, avelãs, marmelo. Imensa complexidade e carácter, notável frescura, enorme presença.
Criteriosa selecção de uvas afectadas pelo fungo Botrytis Cinerea, fenómeno natural vulgarmente designado por podridão nobre. Prensagem em prensa pneumática sem desengace, nem esmagamento. Inoculação com leveduras selecionadas. Fermentação lenta a baixas temperaturas durante aproximadamente, 2 meses. O vinho estagiou durante 24 meses em barricas de carvalho francês de segundo ano.
O vinho Balluta Chardonnay Branco com uvas colhidas na Herdade Penedo Gordo, durante as horas mais frescas,tratada de forma a reduzir as oxidações.Vinificação a baixas temperaturas.Final de fermentação e estágio em barrica de carvalho francês, com battonnage durante 3 meses.
Muito puro e elegante de cor rubi aberta com nuances violetas. O nariz delicado mas complexo, com notas de frutos do bosque acompanhadas de um leve toque floral e nuances de especiarias. Ao abrir, surge um leve toque terroso. Com boa estrutura, acidez equilibrada, elegância e precisão. O sabor é frutado e fresco, com taninos suaves e bem integrados. De persistência longa com um final agradável e ligeiramente balsâmico. Pode ser consumido jovem, mas também tem um bom grande potencial de envelhecimento, desenvolvendo mais complexidade ao longo do tempo.
O Quanta Terra Manisfesto é um vinho complexo, com uma cor púrpura intensa e aromas de frutos pretos. Na boca é intenso, com taninos densos, alguma frescura, nuances de especiarias e muita persistência. Tanto Celso Pereira como Jorge Alves poderiam ter como apelido “Quanta Terra”, não fossem eles próprios a personificação da marca de vinhos. Mais do que uma paixão assolada de cada um dos responsáveis pelo mundo dos vinhos, o Quanta Terra começou a dar os seus primeiros passos na década de 90, onde ambos se conheceram enquanto colaboravam no Departamento de Enologia nas Caves Transmontanas. Rapidamente desenvolveram uma cumplicidade profissional que viria a permitir criar uma base sólida para o Quanta Terra que, à data, era apenas uma ideia.
O Drink Me Navarra é o resultado de uma das muitas viagens de Daniel Niepoort por Espanha, onde numa delas visitou as incríveis vinhas velhas de Garnacha, plantada em solos heterogéneos. Este vinho tinto apresenta-se de cor aberta e pouco concentrada, revelando aromas que relembram a cereja e frutos vermelhos, conjugados com nuances florais de ervas frescas. Na boca é leve, fresco, descomplicado e termina com uma boa acidez e notas de especiarias. Natcool é mais do que um vinho. É um movimento criado pela Niepoort, e interpretado por vários produtores em Portugal e no mundo, que partilham a mesma filosofia e respeito pelo terroir.
Produzido a partir de uma seleção das castas Antão Vaz e Arinto, foi fermentado parcialmente em barricas de carvalho francês e depósito de inox. A totalidade do lote passou depois por um estágio de 12 meses sobre borras finas com batonnage periódica, com um estágio final de 12 meses em garrafa. Pêra-Manca é a marca que a Fundação Eugénio de Almeida destina aos seus vinhos de exceção. Lançados pela primeira vez em 1990, é atualmente uma das marcas mais conceituadas e respeitadas da região vitivinícola do Alentejo, ganhando cada vez mais público-alvo. São vinhos dotados de complexidade, elegância e potencial de envelhecimento, sendo apreciados mundialmente.
O Vinevinu Almanua F "Foudre" é uma expressão refinada e autêntica da influência atlântica no vinho branco português. Produzido com um olhar atento ao detalhe, este vinho revela-se como uma escolha sofisticada para os apreciadores mais exigentes.