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Nostalgia Alvarinho 10 Barricas

22,70 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
Fermentado em barricas usadas, o vinho mostra uma surpreendente juventude para a idade, apenas com natural evolução e a discreta barrica a conferir complexidade e requinte à fruta, laranja bem madura, geleia de pêssego Untuoso, profundo, com viva acidez a aligeirar o corpo cheio, cheio de presença e sabor.
00855

Ficha informativa

Colheita
2013
Tipo de vinho
Branco
Produtor
Lua Cheia - Saven
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
10-12⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
13

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Nós apresentamos um vinho pensado para partilha: o 100H Tinta Barroca em garrafão de 2 L, destinado a quem procura uma opção prática para refeições e convívios. É uma escolha confortável para jantares informais, churrascos e refeições em família, quando pretende servir várias pessoas sem rupturas.
O Casal de Vale Pradinhos é uma exploração agrícola com 450 hectares, estabelecida em 1913 e propriedade da família Pinto de Azevedo desde então. Os vinhos aqui produzidos são uma combinação de castas indígenas como a Touriga Nacional, Tinta Roriz, Tinta Amarela e Malvasia Fina, e reputadas castas internacionais, nomeadamente Cabernet Sauvignon, Gewürztraminer e Riesling. Maria Antónia Pinto de Azevedo Mascarenhas, bisneta do fundador Manoel Pinto de Azevedo, é a atual proprietária do Casal de Vale Pradinhos. Tem vindo a implementar a sua visão nos vinhos que aqui se vinificam desde que assumiu o controlo da propriedade em 1994. A sua filha, Maria, será a 4ª geração de mulheres diretamente envolvidas na gestão da propriedade.
Quinta dos Poços MGXXI tinto é obtido pelas castas tradicionais do Douro e vinificado em lagares de granito com pisa a pé. Após fermentações, estagia cerca de 18 meses em barricas de carvalho francês. Apresenta-se de aromas finos com sugestões a frutos maduros e um toque subtil a especiarias e ligeiros balsâmicos. Complexo, com profundidade e boa estrutura tanínica, finaliza longo e elegante. Quinta dos Poços situa-se na zona de Património da Humanidade da Região Demarcada do Douro, na sub-região Baixo Corgo, na Vila de Valdigem, Concelho de Lamego. É uma das mais antigas Quintas da região, sendo a casa-mãe, um típico solar rural do século XVIII. Na mesma, permaneceram as tropas francesas do General de Brigada Loison, o "Maneta", aquando da primeira invasão napoleónica, em 1808. A Quinta
As uvas são desengaçadas, não esmagadas, e enviadas para “vinimatics”, onde permanecem durante 6 a 10 horas, a uma temperatura controlada que não ultrapassa os 12ºC. Depois são prensadas e enviadas para a câmara frigorífica, onde fermentam a temperatura controlada entre 13 e 15ºC. Estágio: 10 meses em barricas novas de carvalho Húngaro.
Criado com uvas da casta Baga plantada em solo argilo-calcário, em vinhedos com uma idade média de 40 anos. Vinificado em cubas de inox durante 10 dias, foi amadurecido em pipos usados (de 650l) durante 12 meses. Acompanha pratos com carne de caça bem como outros pratos de carnes vermelhas. Durará por mais de 15 anos.
A paixão por Portugal e pelo Douro, por parte dos empresários brasileiros Rubens Menin e Cristiano Gomes já vem de longe. Primeiro como uma quase segunda pátria, agora como destino ideal para um projeto único que pretende fortalecer o legado histórico do Douro. Na vinha como na enologia existe a mesma filosofia: sustentabilidade, qualidade e longo prazo. Os vinhos Menin são reflexo do seu terroir, complexos e com carácter, cheios de finesse e grande potencial.
Os vinhos resultaram aromaticamente puros, de fruta exuberante e de enorme complexidade. Como consequência inequívoca da longa maturação, os vinhos da vindima de 2018 apresentam uma estrutura vertical, corpo opulento e uma textura sedosa, muito característica do lugar único das vinhas da Taboadella.
De cor granada intensa.Aroma notas aromáticas algo exóticas, alcaçuz, especiarias doces, fruto de ginja e cereja maceradas.Sabor, boca de textura aberta e larga, complexo com taninos vibrantes e muito impacto de prova ainda que seja a elegância a dominar.
O Feuerheerd's Anchor Wine Reserva Tinto 2023 é um vinho tinto estruturado e elegante produzido na emblemática Região Demarcada do Douro, em Portugal. Caracteriza-se pelo seu perfil rico, intenso e com excelente equilíbrio entre a fruta e o estágio em madeira.
Plantado num solo caracterizado pelo xisto e granito, as uvas são de regime de produção integrada, tendo sido colhidas de acordo com o seu perfeito estado de maturação. Vindima manual, em caixas de 20Kg, e noturna, proporcionando uma seleção mais cuidada e preservando melhor os aromas. Na adega, passaram pela mesa de escolha onde é feita uma seleção rigorosa, com entrada para as cubas de fermentação por gravidade. Fermentação alcoólica espontânea. Pouca intervenção em todo o processo e baixo sulfuroso.
Cor citrina brilhante. Aroma intenso e muito elegante, com predominância de notas cítricas diversas, como a lima e a toranja. Na boca é complexo, profundo e estruturado, com uma acidez viva, mas muito bem integrada, que lhe dá uma grande frescura e persistência. No longo final de boca persiste a mineralidade, algumas notas de frutos secos e um leve fumado. Um vinho com grande potencial de envelhecimento.
A paisagem da Beira Interior é dramática e despovoada, o clima exigente, os solos graníticos e as altitudes elevadas. As vinhas convivem com lameiros, olivais e matas diversas, a uma altitude superior a 650 metros, em solos graníticos, com exposição solar de nascente e sudeste, com elevadas amplitudes térmicas entre o dia e a noite. As maturações são tradicionalmente longas. Um Terroir único, que confere qualidades distintivas aos vinhos Casas Altas. É nele que nasce o Vinho Tinto Casas Rufete. “Quando crio os meus vinhos procuro a pureza das origens, sem maquilhagem. Busco a verdadeira expressão da terra e das uvas. ​No completo respeito pela viticultura, pelas uvas, pela natureza e elaborando os vinhos com um mínimo de intervenção.” – José Madeira Afonso
Rubi profundo com centro completamente opaco. Aroma muito intenso de fruta preta tipo amoras e cassis, cedro, couro, fumo e tosta madeira. Muito encorpado, com taninos poeirentos, lembrando pó de giz. Acidez vibrante que se mantém durante toda a prova. Final muito longo.
Cor amarelo limão. Aroma muito intenso e poderoso, muito fresco, dominado pela mineralidade tão característica do Viosinho, em equilíbrio com notas de frutos de polpa branca - como pêra e ameixa - e madeira muito bem integrada e de grande qualidade. Extraordinariamente elegante, com muito volume, fresco e muito bem equilibrado. Retrogosto excepcionalmente longo com notas florais e frutadas.