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Meandro do Vale Meão 2024 Branco

15,00 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
As quintas da Ferreirinha são provavelmente as mais emblemáticas do Douro. De entre estas, a Quinta do Vale Meão reveste-se de uma simbologia enorme, visto ter sido um projeto idealizado de raiz, uma vez que a quinta foi adquirida em terra virgem. Por mérito próprio, o Quinta do Vale Meão é realmente um dos mais interessantes e cobiçados vinhos de Portugal. Destaque merecido pela qualidade que este vinho oferece em todas as colheitas em que é lançado. A Quinta produz ainda um segundo vinho, o Meandro do Vale Meão, feito a partir das vinhas mais novas.
04538

Ficha informativa

Colheita
2024
Tipo de vinho
Branco
Produtor
F. Olazabal & Filhos
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
7-14⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
12.5

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O vinho Pequenos Rebentos Viagem ao Princípio do Mundo é um branco de elite, 100% Alvarinho de Melgaço, criado pelo enólogo Márcio Lopes. Produzido em anos excepcionais, estagia 18 meses em barricas de Jerez com véu de flor, resultando num vinho intenso, rústico e com notas de iodo e frutos secos. É reconhecido pela sua complexidade e acidez, sendo uma das edições mais especiais da região.
Produzido a partir de uma seleção das castas Antão Vaz e Arinto, foi fermentado parcialmente em barricas de carvalho francês e depósito de inox. A totalidade do lote passou depois por um estágio de 12 meses sobre borras finas com batonnage periódica, com um estágio final de 12 meses em garrafa. Pera-Manca é a marca que a Fundação Eugénio de Almeida destina aos seus vinhos de exceção. Lançados pela primeira vez em 1990, é atualmente uma das marcas mais conceituadas e respeitadas da região vitivinícola do Alentejo, ganhando cada vez mais público-alvo. São vinhos dotados de complexidade, elegância e potencial de envelhecimento, sendo apreciados mundialmente.
Estamos perante um produtor que renasceu das cinzas. Veio para ficar e escrever uma nova história, mas a história desta casa é antiga, remontando ao Século XIX, quando foi erguida. Grandes vinhos nasceram desta casa e destas vinhas. Quem não se lembra dos P63, na altura vinificados pela José Maria da Fonseca. Quis o destino que estivesse "abandonada" para o mundo do vinho, mantendo-se apenas uma lembrança ténue dos grandes vinhos que ali nasceram. Quis também o destino que o novo proprietário, fosse gente de bom gosto, de extrema dedicação em fazer e fazer bem. Nasceu assim a nova Casa da Passarella, para escrever um novo capítulo na história desta casa e na região do Dão. Os vinhos são excelentes e feitos com rigor e muita muita vontade de fazer o melhor.
Este é um vinho fácil de beber – o tipo de vinho que se guarda no frigorífico ou se pede a copo num restaurante. É dominado pela Sauvignon Blanc e revela uma nota exótica que, por vezes, falta aos vinhos monovarietais. SOLO: Planalto calcário a sul do rio Dordogne. VINIFICAÇÃO: 70% Sauvignon Blanc, 30% Sémillon. As uvas são colhidas de manhã cedo, quando as temperaturas são mais amenas. As uvas Sauvignon Blanc maceram durante 12 horas para extrair aromas frutados e característicos da casta. O Sémillon acrescenta corpo e estrutura. 
Apresenta uma cor vermelha intensa com reflexos violetas. O aroma, vibrante e sofisticado, combina frutos silvestres, notas frescas de bosque e um subtil toque de especiarias. Na boca, revela notável equilíbrio e finesse, evoluindo para uma estrutura com taninos firmes, mas polidos, que proporcionam uma textura opulenta e aveludada. Um vinho de grande carácter, que expressa com autenticidade a essência do Douro Superior, culminando num final prolongado e distinto.
Aroma apelativo com notas discretas de frutos tropicais frescos, complexadas com ligeiras nuances do balseiro onde fermentou e estagiou e um agradável enxofre vulcânico. Na boca tem uma acidez refrescante e mineralidade. Volume muito envolvente e persistente. Final salino.
Vermelho intenso, Nariz intensa e complexa com fruta vermelha e chocolate.Impressões fumadas, harmoniosamente combinadas com especiarias Entrada impactante, seguido da fruta preta e das especiarias. Combinação perfeita entre a elegância dos taninos e a frescura de uma notável acidez. Termina longo e mostrando toda a sua forte estrutura. Vinho impar.
Com um profundo respeito pelo património, o Bibi Graetz produz vinhos a partir dos vinhedos de alta altitude e os mais emblemáticos da Toscana, onde se encontram velhas cepas de Sangiovese que produzem frutos de caráter e finesse notáveis.
Da sua deslumbrante adega em Fiesole, produz vinhos que refletem a alma de cada local através de viticultura sustentável, seleção cuidadosa das uvas e métodos tradicionais.

As fermentações são impulsionadas por leveduras indígenas, e o envelhecimento realiza-se em velhas barricas de carvalho, permitindo que a pureza da fruta e a expressão do terroir se destaquem.

Cada garrafa é uma homenagem à beleza timeless da Toscânia e ao seu legado vitivinícola.
A Quinta da Pacheca, uma das mais conhecidas propriedades do Douro, destaca-se pelo facto de ter sido das primeiras a engarrafar vinhos de marca própria. O nome desta Quinta já vem referenciado desde 17 de Abril de 1738, quando num documento datado surge que pela primeira vez a referência à Quinta “da Pacheca”, por ser sua proprietária D. Mariana Pacheco Pereira. Mas foi só em 1903 que D. José Freire de Serpa Pimentel decidiu desenvolver o seu crescente interesse pela enologia, comprando a propriedade com o objectivo de se dedicar à produção vitivinícola. Hoje, um século passado, a nova geração dos Serpa Pimentel assume a gestão da Quinta: Maria, Catarina e José são os jovens rostos desta empresa de cariz vincadamente familiar.
Este é um vinho complexo que combina a frescura típica dos brancos da Romaneira com uma profundidade de sabor e complexidade estrutural que o torna um magnífico exemplo do pleno potencial destas grandes castas de uva branca do Douro quando cultivadas no terroir vinícola de excelência como o de Pulga.
Dentro desta garrafa, de um 100% Viosinho, está toda uma estética e abordagem pessoal à casta. Várias texturas da mesma casta, através da vindima em duas fases e em duas parcelas bem distintas na Quinta da Assolveira, no Vale do Rio Pinhão. A guarda do vinho foi tão importante quanto as duas (e distintas) vindimas, porque o meu desejo foi quebrar a fruta exuberante da casta, buscando o seu lado mais “amanteigado” e menos terpénico. O uso de duas tanoarias francesas e uma húngara apenas contribuem para tornar a prova deste Viosinho em algo inesquecível.
Cor vermelha profunda com tons violáceos. Aroma intenso dominado por frutos pretos muito maduros, amoras e cassis, apresentando também aromas a violeta e madeira exótica. Aromas de especiarias resultam das barricas de carvalho. Todos estes aspectos contribuem para uma grande complexidade aromática que aumentará com o tempo. Encorpado, acidez bem equilibrada com taninos firmes e maduros. Estas características juntas tornam-no um vinho encorpado e poderoso com um final longo e persistente.