Produzido a partir das castas Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz e Tinto Cão, este vinho duriense apresenta uma cor intensa exuberante. No nariz expressa-se pelos aromas de frutas silvestres, harmonizados com as notas de barrica bem integradas. Na boca é bem estruturado e com apetência gastronómica.
A Quinta da Romaneira localiza-se em Cotas e é uma das maiores propriedades da região vitivinícola do Douro, com um total de 412 hectares e 3 quilómetros de área que percorrem as margens do rio Douro.
Rubi violáceo escuro. Aroma intenso e rico, com notas de frutas negras madura, ameixas, passas, chocolate, defumados, tostados, baunilha, tabaco, nota mineral. Paladar encorpado, concentrado, textura macia, taninos doces, final longo e equilibrado.
Verdelho é um vinho branco monocasta do Pico, com um aroma marcado por notas de frutos cítricos envolvidas num agradável perfil vulcânico muito mineral. Aroma marcado por notas de frutos cítricos envolvidas num agradável perfil vulcânico muito mineral. A boca é elegante e refrescante mostrando toda a influência da proximidade ao mar.
A Real Companhia Velha é a mais antiga e emblemática empresa de vinhos de Portugal, com mais de 258 anos de existência e de actividade interrupta ao serviço do Vinho do Porto. Para trás, fica o registo de uma história fabulosa e de um passado glorioso. Para o futuro, permanece a vontade de manter um elevado padrão de qualidade dos seus vinhos e a confiança numa Companhia onde o rigor e a visão de fazer ainda mais história são uma preocupação constante. Proprietária de algumas das melhores quintas do Douro, a Real Companhia Velha tem sabido preservar e honrar a sua tradição, apostando no futuro, através de um constante processo de modernização e experimentação na Região Demarcada do Douro.
Este vinho tem uma bela cor amarelo citrino. No nariz é elegante, fino, cheio e complexo. Na boca é muito fresco e frutado, com notas de pêra, marmelo e baunilha. Com a madeira bem integrada, quando está no copo, aromas de especiarias e nozes são liberados e torná-lo rico e muito interessante.
Um vinho que transporta em si todo o potencial das castas do Dão e expressa claramente a excelência das suas vinhas centenárias. Estagiou 4 anos em madeira e um ano em garrafa.
No panorama vínico nacional, não existe produtor mais consensual que a Niepoort e a longa história inicia-se em 1842 com o primeiro Van Der Niepoort a chegar a Portugal.
Ao iniciar-se no mercado do Vinho do Porto como comerciante, rapidamente, instalou o seu negócio que se viria a revelar próspero e vindouro.
Assim, na 5ª geração, nasce Dirk Niepoort, um produtor incontornável no mundo dos vinhos, reconhecido como uma das mais importantes personagens que trabalhou, e trabalha, em prol do vinho Português. Colaborou com várias dezenas de produtores, ajudou-os a melhorarem os seus vinhos e a compreenderem as suas vi
Cor citrina e brilhante. Intenso e elegante no aroma, marcado por notas florais, fruta de caroço e um suave tostado. Na boca apresenta um excelente volume, complexo e cremoso, marcado por uma acidez e uma mineralidade que desperta a cada nova prova.
Vindima manual com selecção na parcela. Fermentação com leveduras indígenas com temperatura controlada entre os 21ºC e 25ºC. Fermentação em inox com bago inteiro e 20% dos engaços. Maceração de 30 dias. Fermentação Maloláctica em tonel de carvalho francês. Estágio: 18 meses em tonel de 5000L de carvalho francês.
Aroma expressivo com notas de frutos silvestres e leve balsâmico. Conjuga a elegância e concentração, com boa acidez e taninos sedosos. O final é longo e persistente.
Durante a vida de qualquer enólogo, há vinhos e momentos que marcam a nossa vida, que merecem ficar que merecem ficar no nosso currículo. Este vinho é um deles. Chamámos-lhe CV - Curriculum Vitae. Cor violeta, vermelho escuro, com groselha preta, cerejas pretas, ameixas e especiarias no nariz e um vinho extremamente equilibrado e frutado e longo.
Este vinho acompanha finamente carnes vermelhas, rosbife e carnes grelhadas.
Este vinho apresenta uma cor rubi brilhante e aromas intensos a frutos silvestres e especiarias, expressando na boca um perfil austero, com final aveludado. Elegância e equilíbrio são a assinatura dos nossos vinhos.
Cor: Rubi com boa intensidade.
Aroma: Intenso e complexo lembrando frutos vermelhos maduros envolvidos pelas especiarias.
Palato: Seco. Acidez equilibrada. Bom aroma de boca. Taninos muito macios que lhe conferem um final longo.
Zafirah é um nome feminino de origem muçulmana que significa graciosidade. O primeiro vinho a solo de Constantino Ramos, enólogo e "braço direito" do conceituado produtor Anselmo Mendes. Com base nas antigas tradições da região, as vinhas encontram-se em Riba de Mouro e Tangil no alto do concelho de Monção — zona norte de Portugal. É um vinho artesanal com intervenções enológicas mínimas, com a produção de 1000 garrafas, rotuladas e numeradas manualmente. Um "verde tinto" com predominância de Alvarelhão, Borraçal, Pedral e Vinhão com mais de 70 anos.
Tudo começou em 1918, quando Manoel Domingues Poças Júnior, nascido no centro da azáfama do Vinho do Porto, decidiu fundar o seu próprio negócio. Com cerca de 30 anos de idade, Manoel Poças tinha alguma experiência de trabalho na área e, conjuntamente com o seu tio, fundou uma empresa de fornecedora de brandies a grandes produtores de Vinho do Porto.
Anos mais tarde, estebelece a sede do seu negócio em Vila Nova de Gaia, onde se fixou até aos dias atuais.
Toda a família Poças veio a partilhar a sua paixão pelo vinho, combinando o respeito pela tradição com a mente aberta à inovação trazida pelas novas gerações. Hoje, com três Quintas nas melhores localizações da Região Demarcada do Douro, a Poças tem o controlo total da qualidade dos seus vinhos.