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Dócil Miau Niepoort / Moscatel

14,20 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
O Dócil (Miau) é feito 100% com a casta Moscatel Galego, uma casta com uma identidade muito própria, caracterizada pelos seus aromas florais e cítricos. Procurou-se fazer leve, fresco e jovial, baseado na acidez e na expressão aromática da casta. Dado o baixo grau alcoólico e algum açúcar residual, tem uma excelente harmonia, inspirado nos vinhos brancos da Alemanha. Tal como o gato, é dócil, mas com uma personalidade única e muito vincada.
02819

Ficha informativa

Tipo de vinho
Branco
Produtor
Niepoort
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
8-10⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
9

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Em Novembro de 1998, a família Symington propôs a Bruno Prats a participação num novo projecto, que consistia em produzir um grande vinho não fortificado no Douro. A sua concretização deu-se em 1999, com a criação da PRATS & SYMINGTON Limitada como uma parceria equitativa entre as duas famílias. Algumas vinificações experimentais nesse primeiro ano permitiram definir e escolher as melhores parcelas e as castas mais adequadas para o projecto. O CHRYSEIA 2000 foi a primeira colheita a ser comercializada. O CHRYSEIA foi um dos pioneiros do ressurgimento, hoje amplamente reconhecido, dos vinhos não fortificados DOURO DOC. No entanto, este vinho, cujo nome significa «d’ouro» em grego clássico, tal como o nome do rio em português, mantém-se fiel a um estilo muito próprio. Nele predominam a eleg
As uvas são desengaçadas, não esmagadas, e enviadas para “vinimatics”, onde permanecem durante 6 a 10 horas, a uma temperatura controlada que não ultrapassa os 12ºC. Depois são prensadas e enviadas para a câmara frigorífica, onde fermentam a temperatura controlada entre 13 e 15ºC. Estágio: 10 meses em barricas novas de carvalho Húngaro.
Com um profundo respeito pelo património, o Bibi Graetz produz vinhos a partir dos vinhedos de alta altitude e os mais emblemáticos da Toscana, onde se encontram velhas cepas de Sangiovese que produzem frutos de caráter e finesse notáveis.
Da sua deslumbrante adega em Fiesole, produz vinhos que refletem a alma de cada local através de viticultura sustentável, seleção cuidadosa das uvas e métodos tradicionais.

As fermentações são impulsionadas por leveduras indígenas, e o envelhecimento realiza-se em velhas barricas de carvalho, permitindo que a pureza da fruta e a expressão do terroir se destaquem.

Cada garrafa é uma homenagem à beleza timeless da Toscânia e ao seu legado vitivinícola.
Génese é a origem, simboliza as raízes de Manuel e Luís Cerdeira em Melgaço, a terra Natal. Génese é de Monção e Melgaço, 100% Alvarinho, elaborado a partir de vinhas selecionadas no declive da montanha. A vinificação assume o lote entre a fermentação lenta em inox com malolática parcial e o estágio de 20% em Barricas Mixtus, barricas que na sua construção possuem madeiras de origem diferente.
A Herdade Papa Leite, situada em Alter do Chão, em pleno coração do Alto Alentejo, remonta ao século XVII, podendo ainda hoje, se encontrar marcos dessa época. Depois de muitas famílias por ali passarem, foi Filipe Barreiros Cardoso, que apaixonado pela propriedade, adquiriu-a, concretizando com o apoio da sua família e equipa, um sonho antigo de produzir produtos de grande qualidade. Assim a herdade foi expandida e revitalizada, contando com 320 hectares alargados à produção de vinho, azeite e bovinos. As vinhas são plantadas nos solos argilosos e as uvas colhidas à noite e selecionadas antes de entrarem na adega, onde é garantida a produção do vinho com a melhor matéria-prima obtida.
Este vinho surpreende pela sua pureza e sofisticação. Resulta do perfeito equilíbrio das principais castas da Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo — Touriga Franca, Touriga Nacional e Tinta Roriz —, uma composição que reflete com transparência e elegância o terroir do Douro. Apresenta cor intensa, que remete para as encostas xistosas e a paisagem agreste dos socalcos durienses. No nariz, revela uma ampla viagem de aromas, com notas densas e sedutoras de fruta madura, complementadas por uma sofisticada integração da madeira de carvalho francês. Na boca, destaca-se pela estrutura musculada, textura suculenta e final tenso, longo e profundo, num conjunto harmonioso e de grande caráter.
Cor rubi intensa. Aroma a notas de frutos silvestres maduros, compota e especiarias. Nuances de cacau e mocha. Mostra uniformemente a tosta bem integrada das barricas e a mineralidade das ânforas de barro. A riqueza da fruta é imediata na boca. É volumoso e intenso, com taninos firmes e um final longo, complexo e persistente.

Gouveio e Arinto, de parcelas de vinha velha. Vertente floral, com domínio da flor de laranjeira, ameixa verde, leve limonado. Exibe boca precisa, boa estrutura com a barrica usada a dar-lhe corpo, sem marcar o gosto, acidez fresca e final longo, num perfil de vinho criado para ser longevo.

Teor Alcoólico: 13%

Douro

Os Douro Boys têm um objetivo claro: elevar os vinhos secos do Douro ao reconhecimento adequado da sua qualidade inerente e posicioná-los em pé de igualdade com o vinho do Porto. Com isto em mente, visam colocar o Vale do Douro no mapa do vinho mundial e, ao mesmo tempo, melhorar a imagem dos vinhos portugueses em geral. Esta jornada é uma prova do compromisso da região em produzir vinhos excecionais e diversificados, que vão além do famoso Vinho do Porto. O legado dos Douro Boys é uma contribuição importante para a indústria vinícola em Portugal e no mundo.
O Borges TN TN CXL 140 nasce das melhores parcelas de Touriga Nacional, cuidadosamente selecionadas na Quinta da Soalheira, no Douro, e na Quinta de São Simão da Aguieira, no Dão. Mais do que um vinho comemorativo, o BORGES TN TN CXL 140 simboliza os “NOVUS CXL”, marcando o início de uma nova era nos 140 anos da Borges. Esta criação celebra uma visão de transformação e progresso, sustentada pela busca incessante pela excelência e pela determinação em posicionar a Borges como uma referência de qualidade no setor vinícola, em Portugal e além-fronteiras.
O Herdade da Candeeira Reserva branco, proveniente da Serra d´Ossa, é um espetáculo de luz e frescura entre os sobreiros. De cor amarelo palha, revela aromas complexos de fruta madura, frutos secos e delicada barrica. Na boca, é amplo e persistente, com a harmonia das castas Arinto, Antão Vaz e Roupeiro.
Duas Quintas tinto é um vinho macio, frutado e fresco, com aroma concentrado e complexo a ameixas e cerejas. Na boca, é denso com taninos aveludados e final especiado e estruturado. Fundada por Adriano Ramos Pinto em 1880, a Casa Ramos Pinto depressa se fez notar pela sua estratégia de inovação e pioneirismo. Associada a vinhos engarrafados de qualidade e com uma estratégia de vanguarda, esta empresa apoia-se na modernização dos circuitos de seleção, lotagem e envelhecimento, na investigação vitivinícola constante e no especial cuidado que Adriano Ramos Pinto dedicou à embalagem e promoção dos seus vinhos. Os vinhos Ramos Pinto tornaram-se, assim, uma referência de qualidade.
Situada na margem direita do rio Douro, entre a Régua e o Pinhão, a Quinta do Crasto, é uma propriedade com cerca de 130 hectares, dos quais 70 são ocupados por vinhas. Fazem também parte do património da empresa a Quinta do Querindelo, com 10 hectares de Vinha Velha, e a Quinta da Cabreira, no Douro Superior, com 114 hectares de vinha. Com localização privilegiada na Região Demarcada do Douro, a Quinta do Crasto é propriedade da família de Leonor e Jorge Roquette há mais de um século. Como costuma ser com as grandes Quintas do Douro, a origem da Quinta do Crasto remonta a tempos longínquos - o nome Crasto deriva do latim "castrum", que significa forte romano.