Este site contém informação sobre bebidas alcoólicas. Confirme que tem idade legal para consumir bebidas alcoólicas.

Tangente Reserva - Costa Vargas

34,00 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
Cor rubi intensa. Aroma a notas de frutos silvestres maduros, compota e especiarias. Nuances de cacau e mocha. Mostra uniformemente a tosta bem integrada das barricas e a mineralidade das ânforas de barro. A riqueza da fruta é imediata na boca. É volumoso e intenso, com taninos firmes e um final longo, complexo e persistente.
03354

Ficha informativa

Colheita
2018
Tipo de vinho
Tinto
Produtor
Joaquim Costa Vargas
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
16-18⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
14.5

16 outros produtos na mesma categoria:

O Maçanita Reserva Tinto é um vinho que apresenta uma cor violeta escuro com aroma concentrado de frutos vermelhos. Taninos redondos. Final de boca é intenso e persistente. Irmãos, enólogos, amigos e a trabalhar juntos há mais de 17 anos e em mais de 14 adegas. O Maçanita Reserva Tinto é isso mesmo, o conjunto das experiências de dois irmãos, dois enólogos, muita discussão, muitas gargalhadas, tudo resumido neste Reserva dos Irmãos.
Produzido maioritariamente a partir da casta Touriga Nacional, aliada à Touriga Franca, é um vinho de cor forte e boa concentração, com aroma de frutos silvestres, elegante e fresco na boca, com acidez e notas de madeira muito bem equilibradas, e um final de boca longo e persistente. Bom potencial de envelhecimento. Depois de ter dedicado cerca 50 anos da sua vida à vitivinicultura Duriense, José António Castro Ramos Pinto Rosas, decidiu concretizar o sonho de realizar a “quinta perfeita” para a produção de Vinhos do Porto e Douro. Após um longo e detalhado estudo da Região Demarcada do Douro e com a ajuda de cartas topográficas, José Rosas encontrou uma propriedade com cerca de 20 hectares, no Douro Superior perto de Vila Nova de Foz Côa, que pelas suas características, julgou ter as con
O vinho Morais Rocha Reserva Branco 14 meses em barricas de Carvalho Francês. Morais Rocha Wines nasce da vontade, há muito esboçada, em produzir vinhos de excelência que exprimissem todo o carácter singular da região da Vidigueira.
Este vinho, produzido exclusivamente a partir da casta Loureiro, apresenta cor citrina e brilhante. É um vinho de aroma fino com nuances florais e frutadas. Muito elegante e fresco na boca, com uma acidez equilibrada. Acompanha muito bem entradas diversas, pratos de peixe e marisco.
A Herdade do Monte da Ribeira remonta a data 1958, sendo adquirida em 1986 pelo industrial Victor Carmona e Costa que, nos 15 anos seguintes, não só reformou completamente a Herdade, como implantou toda a atual estrutura agrícola produtiva e adega. A Herdade situa-se na freguesia de Pedrogão, pertencente ao concelho da Vidigueira e junto à aldeia de Marmelar. Como tal, conta com uma área de cerca de 1100 hectares, dedicados à exploração vitivinícola e florestal. Sendo um dos focos principais da herdade a produção de vinho, a primeira vinha foi plantada em 1989 e a primeira colheita surgiu em 1992, comercializada com a marca Vidigueira. Mais tarde foram adicionadas as marcas Pousio e Quatro Caminhos e recentemente, a marca Marmelar.
Os vinhos da Quinta de Bella são uma expressão sofisticada do terroir granítico da sub-região de Prime, em Fragosela (Viseu), no coração do Dão. Este projeto destaca-se pela viticultura sustentável e pela aposta em castas pouco comuns na região, como Pinot Noir e Cabernet Franc, além das tradicionais Touriga Nacional e Sauvignon Blanc. Os vinhos da Quinta de Bella são perfeitos para quem procura elegância, frescura e autenticidade, com um toque internacional graças às castas e técnicas utilizadas.
Produzido a partir da casta Syrah, estagiou por 16 meses em barricas de carvalho francês e americano. Apresenta uma cor muito concentrada, notas quentes e intensas a frutos pretos e especiarias. Na boca é encorpado, equilibrado e com taninos bem presentes e redondos. A Herdade da Maroteira situa-se no sopé da Serra D’Ossa, e estende-se por 540 hectares, pertencentes à mesma família anglo-portuguesa há 5 gerações, desde meados do século XIX. Nessa altura, Robert Reynolds investiu no montado de sobro alentejano para satisfazer as necessidades da indústria do Vinho do Porto no norte de Portugal, e por cerca de 150 anos, o foco da produção da propriedade era a cortiça e gado. Só no ano 2000, Philip Mollet, atual proprietário e gestor da herdade revolucionou a estratégia da quinta e plantou vi
Cor: Rubi com boa intensidade. Aroma: Intenso e complexo lembrando frutos vermelhos maduros envolvidos pelas especiarias. Palato: Seco. Acidez equilibrada. Bom aroma de boca. Taninos muito macios que lhe conferem um final longo.
Cor quase clara, mas muito viva. Aroma, fruta silvestre fresca, madeira vanilica leve, especiarias, frescura e elegância. Na boca, confirma a delicadeza tão característica de Francisco Montenegro, com taninos sedosos de final muito bom gosto e requintados e corpo médio.
Nascido em solos de lava, ricos em nutrientes minerais, O vinho tinto Terras de Lava é um IG Açores e expressa de forma genuína o terroir vulcânico. A Cooperativa Vitivinícola da Ilha do Pico foi fundada em 1949, quando os produtores locais se uniram para tentar recuperar as castas nobres e a cultura da vinha em curral de pedra, hoje classificada como Património Mundial pela UNESCO. Ao longo dos anos, mais associados se uniram a esta causa, contando agora com 250, entre mulheres, homens e famílias que dedicam a vida à sua paixão e a uma arte secular. Hoje com 75 anos de história é a produtora de vinhos nos Açores mais antiga e que continua a respeitar e a preservar as tradições vitivinícolas. Esta aliança constitui a qualidade dos vinhos criados em solos açorianos.
Chryseia 2011 é um vinho extraordinariamente incrível. A sua cor muito escura e intensa, reflete o que de bom o Douro Vinhateiro consegue colocar numa garrafa. No nariz é frutado, rico em aromas a cerejas pretas, ameixa preta e chocolate, com as notas a carvalho bem integrado e discreto. Na boca revela uma belíssima estrutura, frescura e mineralidade, onde os taninos aveludados são longos, flexíveis e elegantes. Termina longo, persistente e cremoso. O CHRYSEIA foi um dos pioneiros do ressurgimento, hoje amplamente reconhecido, dos vinhos não fortificados DOURO DOC. No entanto, este vinho, cujo nome significa «d’ouro» em grego clássico, tal como o nome do rio em português, mantém-se fiel a um estilo muito próprio. Nele predominam a elegância e o equilíbrio, tendo profundidade sem ser pesad
O Lilipop Tinto 2019 é um vinho Douro singular da Quinta de Tourais, destacando-se pela sua elegância, frescura (13% alc.) e perfil de field blend (uva mistura) com castas menos comuns como Baga, Jaen e Bastardo. Fermentado em lagar, oferece notas de fruta fresca, bosque e taninos finos, sendo uma opção alternativa aos vinhos robustos do Douro.