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Vinho Terras de Lava Tinto

15,00 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
Nascido em solos de lava, ricos em nutrientes minerais, O vinho tinto Terras de Lava é um IG Açores e expressa de forma genuína o terroir vulcânico. A Cooperativa Vitivinícola da Ilha do Pico foi fundada em 1949, quando os produtores locais se uniram para tentar recuperar as castas nobres e a cultura da vinha em curral de pedra, hoje classificada como Património Mundial pela UNESCO. Ao longo dos anos, mais associados se uniram a esta causa, contando agora com 250, entre mulheres, homens e famílias que dedicam a vida à sua paixão e a uma arte secular. Hoje com 75 anos de história é a produtora de vinhos nos Açores mais antiga e que continua a respeitar e a preservar as tradições vitivinícolas. Esta aliança constitui a qualidade dos vinhos criados em solos açorianos.
00572

Ficha informativa

Colheita
2023
Tipo de vinho
Tinto
Produtor
Cooperativa Vitivinícola da Ilha do Pico
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
16-18⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
12

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O vinho LOTE 5 reserva branco é produzido pela Quinta das Chaquedas no Vale Santa Marta e Loureiro, no Baixo-Corgo na região do Douro. Este vinho apresenta uma suave tonalidade amarelo esverdeado. Os aromas são muito limpos e definidos a fruta de polpa branca, cereja , bagas de romã e raspa de laranja com apontamentos de madeira em pano de fundo. Tenso e vibrante na boca, com acidez salivante, mostra excelente compromisso entre a frescura e untuosidade num registo de enorme equilíbrio. O vinho é produzido em prensagem de uva inteira: Moscatel Galego Branco, Viosinho, Rabigato e Gouveio. A fermentação é feita em barricas de 300 litros de madeira de carvalho francês por 6 meses.
Vinho de cor vermelha-rubi intensa – aromas florais combinados com frutos vermelhos silvestres. Do estágio em madeira resultam notas balsâmicas suaves e nuances a especiarias. Na boca, revela corpo e taninos bem equilibrados, notas intensas de fruta com final complexo e prolongado. O caráter duriense e a resiliência da vinha. Perfeito para pratos fortes, carnes vermelhas e queijos intensos
O vinho Principal Grande Reserva tinto, produzido a partir das castas Touriga Nacional, Cabernet Sauvignon e Merlot, revela tons violáceos e seduz com aromas de fruta preta madura e sublimes notas de especiarias. A sua complexidade excecional traduz-se num perfil encorpado, volume generoso e uma persistência longa, conjugada por taninos finos e suaves.
Uma vinha a passar os 80 anos de idade, com várias falhas derivadas de um parcial abandono durante alguns anos. Numa zona de intensa exposição e com enormes afloramentos de xisto à superfície onde nem uma única erva subsiste. As gentes da Quinta depressa a apelidaram de “Vinha do Abandonado”. Durante anos tentaram recuperar a vinha e replantar as videiras desaparecidas. Até que desistiram. Apesar de todo o cuidado apenas as cepas mais velhas eram capazes de subsistir em condições tão extremas. Em 2004 decidiram isolá-la pela primeira vez na adega da Quinta da Gaivosa. Revelou imediatamente uma personalidade e carácter únicos. Decidiram engarrafá-lo em homenagem às igualmente únicas vinhas velhas do Douro, que um dia desaparecerão. Cor rubi profunda. Grande complexidade e frescura aromáti
O Quinta do Vesúvio tinto encanta com sedutores aromas florais, cravinho e nuances de fumo da madeira. No paladar, frutas ricas e acidez equilibrada destacam-se, enquanto os taninos finos conferem imponente estrutura, definindo a excelência característica da Quinta do Vesúvio. A propriedade Quinta do Vesuvio remonta ao século XIX e pertence à família Symington, desde 1989. Uma magnífica Quinta da região do Douro, totaliza cerca de 326 hectares, dos quais 133 são plantados com vinha. O contraste entre as cotas da propriedade, proporciona aos vinhos estrutura, complexidade e potencial de envelhecimento inigualáveis, bem como a preservação dos métodos tradicionais de produção de vinho, que destacam a Quinta do Vesuvio como a única que continua ativamente a criar os seus vinhos com esta bas
É na vila de Santar que se encontra o Paço dos Cunhas de Santar, uma propriedade do século XVII que se dedicava à produção de azeite, fruta e vinho para abastecer os mercados da cidade do Porto. Atualmente a tradição ainda se respira no Paço dos Cunhas de Santar, mas na adega investiu-se em tecnologias modernas e avançadas para manter o hábito de produzir vinho, algo que se iniciou há cerca de 400 anos.
Considerado o irmão mais novo do Quinta da Touriga Chã, o Puro é a expressão autêntica de seu terroir. Apesar de ser o segundo vinho desse produtor, mostra a classe dos grandes tintos do Douro, com ótima concentração de fruta, lembrando ameixas pretas e amoras, além de notas florais, chocolate e especiarias no nariz. Na boca é equilibrado, frutado, com taninos firmes que conferem uma textura irresistível ao vinho. Resultado do corte de Touriga Nacional (87%) e Touriga Franca (13%) com estágio de 12 meses em barricas usadas de carvalho francês.
O Giuseppe Sedilesu Sartiu Cannonau di Sardegna 2021 é uma expressão vibrante do Cannonau da Sardenha cultivado a grandes altitudes, captando o carácter selvagem e ensolarado da ilha com uma frescura e profundidade notáveis. Elaborado por uma das mais conceituadas adegas familiares de Mamoiada, este tinto une o prazer imediato e suculento à autenticidade e à alma que tornaram a Sedilesu uma referência para os amantes do Cannonau. É um vinho premium, mas acessível, que traz a beleza agreste da Sardenha diretamente para o seu copo.
A Real Companhia Velha é a mais antiga e emblemática empresa de vinhos de Portugal, com mais de 258 anos de existência e de actividade interrupta ao serviço do Vinho do Porto. Para trás, fica o registo de uma história fabulosa e de um passado glorioso. Para o futuro, permanece a vontade de manter um elevado padrão de qualidade dos seus vinhos e a confiança numa Companhia onde o rigor e a visão de fazer ainda mais história são uma preocupação constante. Proprietária de algumas das melhores quintas do Douro, a Real Companhia Velha tem sabido preservar e honrar a sua tradição, apostando no futuro, através de um constante processo de modernização e experimentação na Região Demarcada do Douro.
Na Casa de Mouraz, todas as vinhas são cultivadas de forma ecológica, sem o uso de herbicidas ou agroquímicos sintéticos, certificadas pela ECOCERT desde 1996. O solo é fertilizado através da sementeira de plantas e adubos orgânicos. Os tratamentos das vinhas utilizam produtos naturais como cobre, enxofre, algas marinhas, argila e tisanas de plantas. A agricultura biológica na Casa de Mouraz é guiada pelo respeito ao solo, às plantas, ao ser humano e à vida em sua diversidade e integridade ecológica. Menos manipulado, o solo produz um vinho mais autêntico, refletindo fielmente o terroir e a vinha onde foi criado. Desde o final de 2006, a Casa de Mouraz também adota práticas biodinâmicas, buscando aprofundar a harmonia entre o solo, as plantas, os animais e o ser humano.