Uma vinha a passar os 80 anos de idade, com várias falhas derivadas de um parcial abandono durante alguns anos. Numa zona de intensa exposição e com enormes afloramentos de xisto à superfície onde nem uma única erva subsiste. As gentes da Quinta depressa a apelidaram de “Vinha do Abandonado”.
Durante anos tentaram recuperar a vinha e replantar as videiras desaparecidas. Até que desistiram. Apesar de todo o cuidado apenas as cepas mais velhas eram capazes de subsistir em condições tão extremas. Em 2004 decidiram isolá-la pela primeira vez na adega da Quinta da Gaivosa. Revelou imediatamente uma personalidade e carácter únicos. Decidiram engarrafá-lo em homenagem às igualmente únicas vinhas velhas do Douro, que um dia desaparecerão.
Cor rubi profunda. Grande complexidade e frescura aromáti
O vinho apresenta uma cor citrina com um “bouquet” onde estão presentes os aromas minerais, florestais, com um sabor fresco, com notas minerais e uma excelente acidez crocante.
Crasto Altitude 430 é o resultado da investigação sobre o potencial da vasta gama de castas autóctones do Douro que tem sido realizada pelas equipas de viticultura e enologia da Quinta do Crasto.
Produzido com as castas Tinta Francisca e Touriga Nacional, este é um vinho tinto de baixo teor alcoólico, típico das uvas cultivadas em altitude (430 metros), fresco e elegante. Apresenta uma cor granda, aromas limpos que relembram os frutos vermelhos e as especiarias finas. Na boca é envolvente e sedutor.
Situada na margem direita do rio Douro, entre a Régua e o Pinhão, a Quinta do Crasto, é uma propriedade com cerca de 130 hectares, dos quais 70 são ocupados por vinhas. Fazem também parte do património da empresa a Quinta do Querindelo, com 10 hectares de Vinha Velha, e a Quinta da Cabreira,
Plantado num solo caracterizado pelo xisto e granito, as uvas são de regime de produção integrada, tendo sido colhidas de acordo com o seu perfeito estado de maturação. Vindima manual, em caixas de 20Kg, e noturna, proporcionando uma seleção mais cuidada e preservando melhor os aromas.
Na adega, passaram pela mesa de escolha onde é feita uma seleção rigorosa, com entrada para as cubas de fermentação por gravidade. Fermentação alcoólica espontânea. Pouca intervenção em todo o processo e baixo sulfuroso.
Menin Grande Reserva tinto, produzido a partir das vinhas velhas da Quinta da Costa de Cima, apresenta-se de cor rubi profunda, com aromas frescos a fruta vermelha e preta, e nuances a groselha, amora, frutos do bosque e notas balsâmicas, que equilibram o conjunto. De acordo com o seu período em barrica, no paladar, revela-se intenso e bem estruturado, com uma acidez natural equilibrada, denotando este vinho com uma enorme elegância e finesse.
No panorama vínico nacional, não existe produtor mais consensual que a Niepoort e a longa história inicia-se em 1842 com o primeiro Van Der Niepoort a chegar a Portugal.
Ao iniciar-se no mercado do Vinho do Porto como comerciante, rapidamente, instalou o seu negócio que se viria a revelar próspero e vindouro.
Assim, na 5ª geração, nasce Dirk Niepoort, um produtor incontornável no mundo dos vinhos, reconhecido como uma das mais importantes personagens que trabalhou, e trabalha, em prol do vinho Português. Colaborou com várias dezenas de produtores, ajudou-os a melhorarem os seus vinhos e a compreenderem as suas vinhas, preparando, igualmente, o seu legado com quem está sempre a criar vinhos irreverentes. Hoje em dia, Dirk Niepoort colabora em muitos outros projectos, em praticamente todas
O estágio de dois anos em carvalho francês (50% barricas novas), seguido de um repouso prolongado em garrafa, confere a este vinho a elegância e o equilíbrio necessários para ser apreciado ao longo de muitos anos.
Zafirah é um nome feminino de origem muçulmana que significa graciosidade. O primeiro vinho a solo de Constantino Ramos, enólogo e "braço direito" do conceituado produtor Anselmo Mendes. Com base nas antigas tradições da região, as vinhas encontram-se em Riba de Mouro e Tangil no alto do concelho de Monção — zona norte de Portugal. É um vinho artesanal com intervenções enológicas mínimas, com a produção de 1000 garrafas, rotuladas e numeradas manualmente. Um "verde tinto" com predominância de Alvarelhão, Borraçal, Pedral e Vinhão com mais de 70 anos.
Cor: Citrina.
Aroma: Intenso. Sobressaem os aromas citrinos (lima, limão), florais (flores brancas) e mineral.
Paladar: Seco. Acidez crocante. Corpo médio. Termina com um final persistente e guloso.
Frutado no nariz. Aromas de marmelo se destacam, combinados com notas de lichia e maçã verde, além de um toque de cera de abelha. Na boca é frutado e suculento, com boa estrutura de acidez e estilo arredondado. Este vinho oferece notas cristalizadas de citrinos e maçã verde, com alguns toques de frutas exóticas mais leves e um toque de laranja.
2700 garrafas. Uvas do Vale de São Vicente conhecido por proporcionar boas maturações. 8 meses em barrica usada. Excelente aroma, com nota a romã e melancia, bagas, mas também casca de árvore e caruma. Prova de boca fresca, mas texturada, com acidez vincada, boa concentração, elegante e persistente.
Este vinho é produzido a partir da casta Malvasia, casta típica da região e que permite ostentar a designação D.O.C. Colares. A vinha tem a particularidade de estar instalada em solos tradicionalmente designados "chão de areia". O clima é muito específico devido à proximidade do mar e da serra de Sintra. O vinho exprime toda essa especificidade climática e pedológica da região.
Produzido a partir das castas Carménère, Merlot, Cabernet Sauvignon e Petit Verdot, este vinho tinto chileno apresenta-se com uma intensa cor rubi com nuances púrpura e um nariz muito expressivo, rico em aromas de fruta vermelha madura, figos secos e elegantes toques de especiarias doces. Na boca ergue-se em taninos firmes, bem integrados e duradouros.
Uma linha persistente de citrinos enquadrada por fruta de caroço branco - pêssego fresco fatiado e ousa mencionar - pêssego bellini. Mais uma vez, uma bela linearidade evidente. Tudo equilibrado por uma acidez de água na boca com uma subtil e subtil farinheira de nozes. Quando esta acidez é bastante pronunciada (quase incisiva), Uma mistura de clima fresco de três grandes fontes regionais de Chardonnay - satisfazendo todo o sabor palatino e expectativas estruturais. Uma união maravilhosa, uma mistura esclarecida.
Cor amarelo cítrico. Aroma de grande intensidade dominado pela toranja e notas minerais. Na boca revela estrutura, mas surpreende pela elevada frescura e acidez. Retrogosto longo e persistente.