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Vinho Lote 5 Reserva Branco

16,50 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
O vinho LOTE 5 reserva branco é produzido pela Quinta das Chaquedas no Vale Santa Marta e Loureiro, no Baixo-Corgo na região do Douro. Este vinho apresenta uma suave tonalidade amarelo esverdeado. Os aromas são muito limpos e definidos a fruta de polpa branca, cereja , bagas de romã e raspa de laranja com apontamentos de madeira em pano de fundo. Tenso e vibrante na boca, com acidez salivante, mostra excelente compromisso entre a frescura e untuosidade num registo de enorme equilíbrio. O vinho é produzido em prensagem de uva inteira: Moscatel Galego Branco, Viosinho, Rabigato e Gouveio. A fermentação é feita em barricas de 300 litros de madeira de carvalho francês por 6 meses.
01851

Ficha informativa

Colheita
2023
Tipo de vinho
Branco
Produtor
Quinta das Chaquedas
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
8-10⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
13.5

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Os terrenos que viriam a ser Vega Silicia, foram disputados durante anos entre Peñafiel e o Mosteiro de Valbuena e foi em 1477 que os monges e o conselho chegariam a um acordo. Estes últimos teriam a jurisdição e as terras aráveis e os monges teriam a cobertura florestal. Mas foi em 1577 que o nome Vega de Sicilia apareceu pela primeira vez na história, quando se referia à propriedade. Durante séculos a propriedade foi explorada e comprada ao Marquês de Valbuena, por Toribio Lecanda em 1848, onde o seu filho Eloy Lecanda, começa a produzir vinho de forma profissional na adega da propriedade. Assim, surge a necessidade de construir instalações, escritórios e armazéns de envelhecimento. O objetivo seria produzir vinho de qualidade igualável ao produzido em Bordéus. Em 1982, a família Álvare
A cor é rubi profundo típico da casta. No nariz um ligeiro destaque de vegetais nuances que combinam com notas finas de frutos maduros e notas terciárias típicos da variedade, como café e especiarias, oferecendo um monte de complexidade e intensidade. Na boca mostra tem um perfil que permite que ser consumido enquanto jovem, no entanto, certamente vai premiar aqueles que escolhem para a evolução na garrafa.
Este vinho branco é conciso, elegante e franco. No nariz, revela notas frescas de citrinos com grande notoriedade, lima, toranja, flor e fruto branco. Na boca, é amplo, sério e com uma acidez exuberante. O final é longo e com um traço salgado. Em pleno centro da Região Demarcada do Douro, sobre as encostas xistosas dos seus vales, situa-se a Quinta Maria Izabel, que se estende por 130 hectares, numa das zonas mais privilegiadas da região. Produtora de vinhos tranquilos e Vinho do Porto, a propriedade representa o sonho Brasileiro em terras lusas, consilidam-se ao longo dos anos em novas ideias e conceitos, desenvolvendo vinhos sedutores, encorpados e de forte carácter.
O Luis Pato 2020 Laranja da Madalena Blanc de Noirs apresenta uma cor citrino brilhante, indicativa da sua vivacidade e jovialidade. O perfil aromático está repleto de notas cítricas e de flores brancas, complementadas por subtis nuances de frutos de caroço e um toque de mineralidade. Na boca, o vinho é fresco e preciso, com uma acidez equilibrada que harmoniza com a sua textura cremosa. O final é longo e elegante, deixando impressões de raspa de limão e pedra molhada. Este vinho exemplifica a dedicação de Luis Pato à elaboração de vinhos expressivos e que reflectem o terroir, honrando as tradições da região da Bairrada.
Imensa cor, a fruta madura de enorme qualidade a desdobrar-se em notas de ameixa, amoras, bosque, funcho, pimenta branca. O equilíbrio de boca é notável, com menos concentração e mais delicadeza do que em colheitas anteriores. Apesar da juventude o vinho tem uma grande harmonia, com taninos de seda a pontuar o belíssimo final.
Aroma apelativo com notas discretas de frutos tropicais frescos, complexadas com ligeiras nuances do balseiro onde fermentou e estagiou e um agradável enxofre vulcânico. Na boca tem uma acidez refrescante e mineralidade. Volume muito envolvente e persistente. Final salino.
Cor granada. Mostra notas de fruto seco e em passa, ameixa, figo, algum vegetal seco, matagal e uma afinação muito própria. Bem construído na boca, tem amplitude, fruto de qualidade e um registo clássico. Taninos imensos, longo e de sabor persistente.
A Cooperativa Vitivinícola da Ilha do Pico foi fundada em 1949, quando os produtores locais se uniram para tentar recuperar as castas nobres e a cultura da vinha em curral de pedra, hoje classificada como Património Mundial pela UNESCO. Ao longo dos anos, mais associados se uniram a esta causa, contando agora com 250, entre mulheres, homens e famílias que dedicam a vida à sua paixão e a uma arte secular. Hoje com 70 anos de história é a produtora de vinhos nos Açores mais antiga e que continua a respeitar e a preservar as tradições vitivinícolas. Esta aliança constitui a qualidade dos vinhos criados em solos açorianos.
A Quinta da Romeira existe desde 1703 e na história deste carismático Solar que aqui se mantém com as suas janelas Manuelinas, chegou a repousar o Duque de Wellington e são referidos familiares do célebre Marquês de Pombal, famoso pelo apoio à vinha e ao incentivo à exportação. Hoje em dia, a Quinta tem 130 hectares, dos quais 75 estão afetos à plantação de vinha, na sua maioria Arinto sendo esta a maior mancha de plantação da casta do País. Para além da área de vinha, a Quinta da Romeira tem 50 hectares afetos à exploração florestal para além do Solar e dos seus jardins.
O Soalheiro Oppaco tem cor rubi brilhante. No nariz, revela aromas de fruta vermelha fresca com notas de especiarias que enriquecem o aroma e despertam a curiosidade. Tem uma boca estruturada, fresca e elegante, com uma acidez bem vincada e taninos persistentes. O Soalheiro Oppaco tem o mesmo potencial de evolução em garrafa que os nossos vinhos brancos.
As quintas da Ferreirinha são provavelmente as mais emblemáticas do Douro. De entre estas, a Quinta do Vale Meão reveste-se de uma simbologia enorme, visto ter sido um projeto idealizado de raiz, uma vez que a quinta foi adquirida em terra virgem. Por mérito próprio, o Quinta do Vale Meão é realmente um dos mais interessantes e cobiçados vinhos de Portugal. Destaque merecido pela qualidade que este vinho oferece em todas as colheitas em que é lançado. A Quinta produz ainda um segundo vinho, o Meandro do Vale Meão, feito a partir das vinhas mais novas.