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Vinho Quinta de Ventozelo Malvasia Fina

13,00 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
De aparência cristalina e cor citrina, este monocasta apresenta perfil fresco e mineral. Destacam-se os aromas florais, com toque muito discreto a especiarias. Fresco e elegante na boca, surgindo notas de citrinos, com final delicado, mas persistente.
02279

Ficha informativa

Colheita
2019
Tipo de vinho
Branco
Produtor
Quinta de Ventozelo
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
10-12⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
13

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Dueto de Touriga Nacional e Touriga Franca. Cor rubi bastante profunda. Aroma de ameixa e cereja em licor, alguma passa, com apontamentos de chocolate de leite e especiaria doce. Na boca apresenta fruta preta mais fresca, nuances de grafite e pedra molhada. De belo recorte, com tanino denso, acidez provocativamente intensa, muito focado e sério. Final prolongado.
O vinho Pequenos Rebentos Viagem ao Princípio do Mundo é um branco de elite, 100% Alvarinho de Melgaço, criado pelo enólogo Márcio Lopes. Produzido em anos excepcionais, estagia 18 meses em barricas de Jerez com véu de flor, resultando num vinho intenso, rústico e com notas de iodo e frutos secos. É reconhecido pela sua complexidade e acidez, sendo uma das edições mais especiais da região.
Vinho 100% Tinta Barroca com cor vermelha viva e com aromas intensos a frutos vermelhos e bosque. Na boca, riqueza e precisão, revelando notas de cereja e ameixa ligeiramente equilibradas por nuances balsâmicas e picantes. Final fresco e prolongado.
ESGOTADO
ALLO tem uma cor amarelo citrino com um brilho prateado. Neste blend, o Alvarinho, com seu toque de fruta tropical e cheia de estrutura, contrasta com o Loureiro e suas notas florais e elegantes, resultando num vinho branco vivo e distinto. O teor alcoólico moderadamente baixo confere a este vinho, já por si tão vibrante, um equilíbrio único e peculiar.
A Quinta de São José de Peramanca situa-se a 5 quilómetros de Évora, na Estrada Nacional 114, e é facilmente identificável graças ao grande e tradicional casario, marcado pela arquitetura barroca e a igreja de São José a ele adjacente. A propriedade foi adquirida pela família Grave em 1912, permanecendo até aos dias de hoje, gerida agora por João Grave, e conta com 34 hectares, onde cerca de 15,5 hectares são, exclusivamente, orientados para a cultura da vinha para produção de vinho.
As uvas foram esmagadas e pisadas a pé, estiveram em curtimenta com o engaço durante 5 dias. Após esse período foram prensadas o vinho terminou a fermentação alcoólica em cuba. Após a fermentação alcoólica o vinho foi dividido, por uma barrica de castanho nova na qual o vinho fez a fermentação malolática, e, por uma cuba de inox na qual o vinho não fez a fermentação malolática. Os vinhos estagiaram respetivamente 5 meses em barrica e em cuba.
Muito concentrado na cor, grande profundidade no nariz, complexo, com muitas nuances aromáticas, é um vinho equilibrado, nenhum aroma se sobrepõe a outro. Estagiou em barricas de carvalho francês. Vibrante e de grande elegância, apresenta uma excelente integração da madeira e surpreende pela grande variedade de sabores. Final de boca muito longo. As quintas da Ferreirinha são provavelmente as mais emblemáticas do Douro. De entre estas, a Quinta do Vale Meão reveste-se de uma simbologia enorme, visto ter sido um projeto idealizado de raiz, uma vez que a quinta foi adquirida em terra virgem. Por mérito próprio, o Quinta do Vale Meão é realmente um dos mais interessantes e cobiçados vinhos de Portugal. Destaque merecido pela qualidade que este vinho oferece em todas as colheitas em que é la
Rola Touriga Nacional é um vinho que demonstra um nariz muito concentrado com alguma frescura e estágio prolongado em barricas de carvalho francês de 500 Litros.
Fruta vermelha madura. Um vinho de taninos presentes, final longo e persistente.
Vol 14,5%
Na Casa de Mouraz, todas as vinhas são cultivadas de forma ecológica, sem o uso de herbicidas ou agroquímicos sintéticos, certificadas pela ECOCERT desde 1996. O solo é fertilizado através da sementeira de plantas e adubos orgânicos. Os tratamentos das vinhas utilizam produtos naturais como cobre, enxofre, algas marinhas, argila e tisanas de plantas. A agricultura biológica na Casa de Mouraz é guiada pelo respeito ao solo, às plantas, ao ser humano e à vida em sua diversidade e integridade ecológica. Menos manipulado, o solo produz um vinho mais autêntico, refletindo fielmente o terroir e a vinha onde foi criado. Desde o final de 2006, a Casa de Mouraz também adota práticas biodinâmicas, buscando aprofundar a harmonia entre o solo, as plantas, os animais e o ser humano.
Um vinho que desafia convenções e celebra a união entre o passado e o presente. “Sátiro”, pela ousadia e ironia de combinar métodos separados por séculos, e “Clandestino”, pela diferença e irreverência no seu processo de produção. Produzido no Alentejo, este vinho resulta de uma filosofia única que conjuga os saberes ancestrais da região com as tecnologias mais inovadoras. A fermentação acontece num lote singular que junta talhas de barro tradicionais, inspiradas na prática romana, e modernos lagares de aço inox, com temperaturas controladas e pisadores automáticos. O Sátiro Clandestino Tinto é a expressão perfeita de um equilíbrio entre tradição e inovação, um convite a redescobrir a essência da produção alentejana com um toque de modernidade.
Ruby. É limpo, muito elegante e bastante frutado. Apresenta notas de Cereja e ameixa maduras, que misturadas com notas de cassis que lhe conferem a complexidade aromática que o torna um vinho muito rico e interessante. É frutado, fresco e saboroso. Revela-se expressivo pelas notas de cereja e ameixa bem madura, taninos suaves e a acidez equilibrada atribuem-lhe complexidade e um final longo.
Cor quase clara, mas muito viva. Aroma, fruta silvestre fresca, madeira vanilica leve, especiarias, frescura e elegância. Na boca, confirma a delicadeza tão característica de Francisco Montenegro, com taninos sedosos de final muito bom gosto e requintados e corpo médio.