O curtimento não se nota na cor citrina aberta, mas é muito evidente no aroma complexo, com muitas notas de casca, vegetal seco, laranja e citrinos maduros. Grande harmonia na boca, num registo cheio e profundo, mas com perfeito equilíbrio de acidez. Um vinho branco muito civilizado, elegante, vibrante e longo.
Brilhante e límpido com uma leve cor citrina. Frutado e fresco. Aromas limpos e agradáveis adicionam um buquê rico e interessante. A maçã verde é a mais evidente. Apresenta-se com uma mineralidade suave, muito bem equilibrado e de estrutura média.
Vinho de cor rubi profunda. Aroma a frutos vermelhos bem maduros. Revela notas de especiarias bem como aromas balsâmicos. Apresenta uma madeira de excelente qualidade muito bem integrada. Final de boca extremamente longo.
Turra Pet-Nat nasce em 2020 com o intuito de trazer aos dias de
hoje um vinho natural e histórico. A forma manual com que é feito
lembra os vinhos produzidos nas gerações dos nossos avós, trazendo à actualidade o melhor que era feito na região durante séculos.
Vinho de cor palha intenso. Aromas de panificação, mel, toranja, flores brancas e a pedra molhada. Na boca é um vinho cheio de camadas, muito volumosos e cheio de energia dada a sua persistente frescura
O Quinta do Vale Meão 2020 provém de uma rigorosa seleção das uvas produzidas nas vinhas mais antigas da Quinta.
Uma combinação de várias castas, com destaque para a Touriga Nacional e Touriga Franca, a Tinta Barroca, Tinta Roriz e Tinto Cão em percentagem mais reduzida.
Com pisa a pé em lagares de granito, fermentação em cubas e posterior estágio durante 16 a 18 meses em barricas de madeira.
Icónico e sempre a brilhar nas mais conceituadas revistas e críticos de vinhos, é um vinho memorável!
Aroma fino e com fruta muito delicada, com predominância de uma fruta vermelha muito atraente. Boa estrutura da boca, com taninos finos e boa acidez. Um conjunto elegante. Frutas e estrutura, bom esqueleto, mas com elegância no final da boca.
Cor amarela muito pálida. Aromas fresco e discretos - florais e tostados com complemento de toranja e citrinos. Na boca vivo, seco, acidez equilibrada, com volume e cheio e com uma frescura surpreendente.
António Vilela Areias Loureiro 2024 é produzido a partir da nobre casta Loureiro, característica da Região dos Vinhos Verdes. Este vinho é aromático e refrescante, com uma acidez equilibrada. Apresenta um aroma cítrico, com notas de tília, maçã e acácia. Desfrute deste Loureiro da colheita de 2022 acompanhado de marisco, peixe ou carnes brancas.
A paixão por Portugal e pelo Douro, por parte dos empresários brasileiros Rubens Menin e Cristiano Gomes já vem de longe. Primeiro como uma quase segunda pátria, agora como destino ideal para um projeto único que pretende fortalecer o legado histórico do Douro. Na vinha como na enologia existe a mesma filosofia: sustentabilidade, qualidade e longo prazo. Os vinhos Menin são reflexo do seu terroir, complexos e com carácter, cheios de finesse e grande potencial.
O Giuseppe Sedilesu Carnevale Riserva 2019 é um vinho tinto orgânico de prestígio, produzido na região de Mamoiada, no coração da Sardenha, Itália. Este vinho é elaborado integralmente com a casta Cannonau (a expressão local da Grenache), proveniente de vinhas com idades que variam entre 40 e 70 anos.
Rubi violáceo escuro. Aroma intenso e rico, com notas de frutas negras madura, ameixas, passas, chocolate, defumados, tostados, baunilha, tabaco, nota mineral. Paladar encorpado, concentrado, textura macia, taninos doces, final longo e equilibrado.
Com uma história que atravessa quatro gerações, a família Massa está desde sempre ligada à pequena vila de Freixo de Espada à Cinta, no Douro Superior, e à agricultura, através das duas quintas que permanecem na família há várias décadas: Quinta Arribas do Douro e Quinta d’Alva. Com uma área total de 130 hectares, maioritariamente compostas por vinha e olival em regime de agricultura tradicional e biológico, as nossas quintas fazem parte de uma das mais belas fronteiras entre Portugal e Espanha, partilhando ao longo de 2 km os seus limites inferiores com o Rio Douro, em pleno Parque Natural do Douro Internacional.
Vinho de cor rubi aberta, com aroma fresco a fruta e notas florais. Na boca ressurge a frescura sentida no nariz, envolvida por taninos sedosos, terminando com grande elegância e equilíbrio.
Produzido a partir de uma seleção das castas Antão Vaz e Arinto, foi fermentado parcialmente em barricas de carvalho francês e depósito de inox. A totalidade do lote passou depois por um estágio de 12 meses sobre borras finas com batonnage periódica, com um estágio final de 12 meses em garrafa.
Pêra-Manca é a marca que a Fundação Eugénio de Almeida destina aos seus vinhos de exceção. Lançados pela primeira vez em 1990, é atualmente uma das marcas mais conceituadas e respeitadas da região vitivinícola do Alentejo, ganhando cada vez mais público-alvo. São vinhos dotados de complexidade, elegância e potencial de envelhecimento, sendo apreciados mundialmente.
Com uma cor rubi carregada, este vinho revela uma elegância e complexidade no aroma, proporcionadas pelos toques de especiarias e baunilha adquiridos durante o estágio em barricas de carvalho francês. Surge também uma agradável fragrância de fruta vermelha fresca. Em boca, apresenta taninos marcados e boa estrutura, culminando num final longo e volumoso.