Quinta da Vacaria Reserva Tinto Produzido a partir das castas Touriga Nacional, Touriga Franca e Tinta Roriz, provenientes de vinhas instaladas em solos xistosos, com exposição solar a sul e situadas entre os 70 e os 300 metros de altitude. A fermentação inicia-se em lagares, um método tradicional que contribui para a intensidade da cor e riqueza de sabor, seguindo-se um período de estágio em barricas. No copo, revela uma cor rubi profunda e expressiva, com aromas intensos de frutos vermelhos, elevada complexidade e um carácter bem definido.
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O sucesso e o reconhecimento da Quinta da Sequeira é o resultado de um trabalho com paixão, devoção e determinação. O controlo da qualidade começa na vinha, e todos os passos, desde a vinificação até ao produto final, estão sujeitos a rigorosos controlos de qualidade e a elevados padrões de exigência. Para atingir este nível de excelência, todo o processo de produção de vinho é feito na quinta, desde a vinha ao engarrafamento do vinho.
Plantado num solo caracterizado pelo xisto e granito, as uvas são de regime de produção integrada, tendo sido colhidas de acordo com o seu perfeito estado de maturação. Vindima manual, em caixas de 20Kg, e noturna, proporcionando uma seleção mais cuidada e preservando melhor os aromas. Na adega a prensagem é direta com cacho inteiro, a decantação a frio sem aditivos.
Fermentação alcoólica espontânea e fermentação malolática parcial. Pouca intervenção em todo o processo e baixo sulfuroso.
O Quinta do Cerro da Nora Superior tinto, elaborado a partir das castas Touriga Nacional e Touriga Franca, apresenta cor vermelho-rubi intensa e límpida. No nariz revela um perfil muito frutado, com notas de frutos vermelhos acompanhadas por delicados apontamentos de flores silvestres.
Na boca é rico e encorpado, com a fruta em destaque. Os taninos mostram-se bem integrados, conferindo equilíbrio e uma agradável sensação de frescura. O final é longo e persistente.
Chryseia 2011 é um vinho extraordinariamente incrível. A sua cor muito escura e intensa, reflete o que de bom o Douro Vinhateiro consegue colocar numa garrafa. No nariz é frutado, rico em aromas a cerejas pretas, ameixa preta e chocolate, com as notas a carvalho bem integrado e discreto. Na boca revela uma belíssima estrutura, frescura e mineralidade, onde os taninos aveludados são longos, flexíveis e elegantes. Termina longo, persistente e cremoso.
O CHRYSEIA foi um dos pioneiros do ressurgimento, hoje amplamente reconhecido, dos vinhos não fortificados DOURO DOC. No entanto, este vinho, cujo nome significa «d’ouro» em grego clássico, tal como o nome do rio em português, mantém-se fiel a um estilo muito próprio. Nele predominam a elegância e o equilíbrio, tendo profundidade sem ser pesad
Cor: Vermelha profunda e consistente.
Aroma: Intenso a frutos pretos, amora, a par dos aromas florais, cassis, especiarias e floresta.
Boca: Encorpado com taninos robustos mas polidos com uma acidez e frescura marcantes
onde sobressai a fruta preta e o chocolate. Mostra-se um vinho cheio, concentrado e complexo com grande potencial de envelhecimento.
Final de Boca: Equilibrado, expressivo, longo e persistente.
O Feuerheerd's Garrafeira da colheita de 2017 é o resultado de uma criteriosa seleção das melhores uvas das castas Touriga Nacional, Touriga Francesa e uma pequena quantidade de Tinta Amarela, Tinta Roriz e Sousão. Este vinho, de grande complexidade, elegância e equilíbrio, estagiou 24 meses em barricas de carvalho francês, foi engarrafado em 2020 e passou mais 32 meses na cave antes do seu lançamento.
Regateiro é uma homenagem à família de mesmo nome e seus mais de 350 anos de ligação com o mundo do vinho, do qual o diretor-presidente da Lusovini, Casimiro Gomes, é o único descendente a prosseguir no negócio.
Ícone da Lusovini na Bairrada, este single vineyard, elaborado unicamente a partir das vinhas velhas da Vinha do Forno, é cheio de sabor, fresco e apimentado. Monovarietal da variedade Baga, de produção limitada a 1500 garrafas, defende uma junção de estilos, tendo bom volume de boca mas mantendo o ataque clássico, mais seco e tânico, sem ser agressivo.
Com muito potencial de guarda, mais de dez anos.
A Quinta da Vacaria, uma das mais antigas da região (primeiro registo data de 1616), fica situada na margem do Rio Douro junto à cidade da Régua, no coração da Região Demarcada mais antiga do mundo, o Douro. No cais da quinta atracavam os Barcos Rabelo para carregar as pipas cheias com o vinho do Porto e transportá-las até Gaia, na Foz do Rio, onde eram vendidos a granel para todo o mundo deixando para trás a sua identidade oculta uma vez que estes cascos de madeira não eram sequer marcados com o selo do produtor. No destino, o vinho era engarrafado e rotulado com a marca dos comerciantes estrangeiros que o adquirissem, entretanto, vindo algumas delas a ganhar bastante prestígio.
Um vinho tinto único do Vale do Douro, elaborado a partir de um blend de uvas autóctones portuguesas, entre as quais a Touriga Nacional, a Tinta Roriz e a Tinta Barroca. As vinhas são cultivadas de forma sustentável, com foco na mínima intervenção e no respeito pelo meio ambiente.
Produzido a partir das castas Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz e Tinto Cão, este vinho duriense apresenta uma cor intensa exuberante. No nariz expressa-se pelos aromas de frutas silvestres, harmonizados com as notas de barrica bem integradas. Na boca é bem estruturado e com apetência gastronómica.
A Quinta da Romaneira localiza-se em Cotas e é uma das maiores propriedades da região vitivinícola do Douro, com um total de 412 hectares e 3 quilómetros de área que percorrem as margens do rio Douro.
Pêra-Manca é a marca que a Fundação Eugénio de Almeida destina aos seus vinhos de exceção. Lançados pela primeira vez em 1990, é atualmente uma das marcas mais conceituadas e respeitadas da região vitivinícola do Alentejo, ganhando cada vez mais público-alvo. São vinhos dotados de complexidade, elegância e potencial de envelhecimento, sendo apreciados mundialmente.
O Maria Mansa apresenta uma cor rubi intensa. Apresenta um aroma jovem, vivo, misturando frutos vermelhos com silvestres, com ligeiras notas de madeira que lhe conferem que lhe confere mais complexidade. Na boca tem muito boa estrutura e corpo com taninos redondos muito bem integrados. Revela uma frescura muito boa que o impulsiona para um longo e sedutor final de boca.
Com Quintas no Douro Superior, em redor de Almendra, a Casa Agrícola Roboredo Madeira está ligada à viticultura na região, desde o final do século XIX.
Atualmente, a vinha mais antiga remonta a 1966, e desde então, foram introduzidas novas castas tradicionais, reconvertidas a modo de produção biológica. Com a construção da adega, desde 2004 que se produz vinhos que são o reflexo da paixão pela terra e do respeito pela natureza, que cheiram e sabem à terra, ao xisto, à esteva, às flores e aos frutos silvestres.
Cor: Salmão pálido.
Aroma/Bouquet: No nariz, o vinho é vigoroso e intenso, com aromas de casca de laranja e groselha vermelha.
Paladar: Um Côtes de Provence rosé incrivelmente elegante, com camadas de fruta equilibradas por uma acidez refrescante. O paladar tem uma suavidade redonda e um final apertado e firme.
Edição limitada de 962 garrafas, feito com Arinto. Aroma discreto com leves notas citrinas e alguma fruta branca, tudo um pouco escondido. Na boca sente-se uma acidez que espevita bem o vinho, o estilo é leve e será muito bom companheiro de peixe e marisco.