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Vinho Lote 5 Colheita

8,50 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
Vinho equilibrado na prova, com boas notas aromáticas, e leve integração na madeira. Um vinho do Douro que tem bem presente no seu corpo as uvas do Cima-Corgo, das castas mais tradicionais da Região. Estágio de 3 meses em madeira de carvalho francês. Castas: Castas tradicionais do Douro, com predominância de Touriga Nacional, Touriga Franca e Tinta Roriz.
01852

Ficha informativa

Colheita
2018
Tipo de vinho
Tinto
Produtor
Quinta das Chaquedas
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
16-18⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
13.5

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Em pleno centro da Região Demarcada do Douro, sobre as encostas xistosas dos seus vales, situa-se a Quinta Maria Izabel, que se estende por 130 hectares, numa das zonas mais privilegiadas da região. Produtora de vinhos tranquilos e Vinho do Porto, a propriedade representa o sonho Brasileiro em terras lusas, consilidam-se ao longo dos anos em novas ideias e conceitos, desenvolvendo vinhos sedutores, encorpados e de forte carácter.
No terroir único da casa Marcolino Sebo no ano de 2018, nasceu este vinho de características únicas, com os seus 18 graus, proporcionando assim uma experiência única! É um vinho de cor granada de tons acastanhados resultado de alguma evolução. Aroma com complexidade, onde sobressaem passas de ameixa, frutos secos, especiarias e algumas notas de tosta provenientes do estágio nas barricas Na boca é um vinho macio e encorpado com taninos redondos, bastante persistente e equilibrado Estágio de 12 meses em barricas de carvalho Francês seguido de permanência em garrafa Ideal para acompanhar carnes tradicionais, como cozido á portuguesa, cabrito ou borrego assado.
O Château Coucy é macio, frutado e agradável ao paladar. É um vinho de mesa que harmoniza bem com pratos simples e até sobremesas. Recomendamos com carnes vermelhas (cordeiro) ou brancas (frango). Vinificação: fermentação alcoólica em cubas com temperatura controlada (a uma temperatura média de 28°C). Fermentação malolática em cubas, onde 1/3 da produção estagia em barricas de carvalho francês durante 12 meses para conferir ao vinho mais corpo e estrutura. O restante estagia em cubas de betão.
Castas: Bical e maria Gomes / bairrada
Vinificação do Vinho Quinta das Bageiras Pai Abel Branco: é um vinho de uvas adquiridas com cerca de 15 anos, as quais se reduz drasticamente a produção. Foi vinificado de bica aberta, sendo o mais colocado em pequenos decantadores de 1 m³, onde permaneceu entre 24 a 36 horas para fazer a decantação através da utilização natural. No final deste processo, fermenta em barricas usadas de carvalho francês e compra na região de Borgonha. Foi feita uma ligação e estagnada nas barricas até ficar completamente límpida, de forma natural. Engarrafado sem filtragem ou colagem.
Com 70 hectares de vinha cuidadosamente cultivada, a Quinta de Bella Encosta é um projeto que alia tradição e respeito pela natureza, no coração da região do Dão. Na aldeia de Prime, a paixão pela terra e o saber acumulado ao longo de gerações permitiram valorizar um terroir único, onde se pratica uma viticultura sustentável, inspirada nas técnicas clássicas de Bordéus e Borgonha. O resultado são vinhos que refletem autenticidade, elegância e uma forte ligação à origem.
Scala Coeli, deve o seu nome ao Mosteiro de Santa Maria Scala Coeli, normalmente conhecido por Mosteiro da Cartuxa, local onde os monges cartuxos viveram em silêncio e oração. Resulta das melhores vinificações de cada ano de castas menos tradicionais ao Alentejo. Foi produzido pela primeira vez em 2005.

No nariz, muito fresco e elegante com notas de frutos silvestres e cerejas pretas em equilíbrio com sedutoras nuances de “liquorice”, sendo o aroma complexado pelas discretas notas de madeira. Na boca é muito concentrado, quente, com taninos firmes e textura suave, final muito intenso e persistente a mostrar com força a pujança dos vinhos do Douro Superior. Este vinho acompanha carnes, Queijos e cozinha mediterrânica em geral.

Aromas de fruta madura, com notas balsâmicas de alcaçuz e especiarias doces. Potente e fresco na boca de estilo muito particular, com carácter e bons taninos. Final persistente e balsâmico, com planta macia.
A história dos vinhos Luís Pato começa quando João Pato inicia o engarrafamento dos seus vinhos, provenientes da vinha própria, em 1970. Após tornar-se o primeiro produtor engarrafador na região da Bairrada, depois da sua demarcação, o seu filho Luís Pato dá continuidade ao trabalho do pai e assim, em 1980, inicia-se uma nova Era no negócio de família. Atualmente, a empresa conta com 60 hectares de vinha, distribuída entre solos arenosos e argilo-calcários, e com uma variada gama de vinhos prestigiados.

O vinho branco Belondrade y Lurton pertence à denominação de origem Rueda e é elaborado com uvas 100% Verdejo.

Este branco revolucionou o mercado espanhol de vinhos brancos. As uvas provêm de vinhas próprias plantadas a cerca de 800 metros acima do nível do mar. Cada parcela é fermentada e cultivada separadamente. A sua fermentação ocorre de forma espontânea controlada com leveduras 100% indígenas. Até os mais pequenos detalhes são cuidados na produção deste Verdejo que fará com que os amantes do melhor vinho branco se apaixonem.

Um vinho cujas perspectivas para os próximos meses e anos são muito boas pela sua acidez e estrutura.

O Maria Izabel Sublime Branco é uma joia rara do Douro, fruto de uma vinha com mais de 95 anos. Criado sob a visão inovadora de Dirk Niepoort, este vinho destaca-se pela sua elegância, mineralidade e uma energia selvagem vibrante. Com uma produção extremamente limitada de apenas 700 garrafas, é um field blend de variedades brancas locais vinificado inteiramente sem madeira, focando na pureza da fruta e frescura. No nariz, revela notas subtis de especiarias e fumo, enquanto na boca surpreende pela textura sedosa, acidez elevada e um final persistente. Um branco sublime com enorme potencial de guarda.

A marca Cartuxa é um dos principais ativos da Fundação Eugénio de Almeida e atual marca “umbrela” da Adega Cartuxa. A insígnia traduz a identidade dos vinhos Vinea, EA, Foral de Évora, Cartuxa, Scala Coeli e do mítico Pêra-Manca. Excelência, qualidade e individualidade, num estilo muito próprio que marca a diferença e define um clássico do Alentejo. A aposta da Fundação Eugénio de Almeida na criação de produtos de excelência tem sido reconhecida ao longo dos últimos anos com diversos prémios.
Cor: Citrina intensa, com reflexos esverdeados. Aroma: Grande complexidade aromática, com madeira discreta e de elevada qualidade, deixando sobressair a fruta citrina (tangerina e laranja), acompanhada por uma elegante nota floral. Sabor: Boca de grande cremosidade, corpo cheio e texturado, com excelente frescura. Fruta expressiva sempre presente, notas subtis de fumados e frutos secos. Final muito longo e distinto.