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Maria Izabel Branco

18,50 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
Em pleno centro da Região Demarcada do Douro, sobre as encostas xistosas dos seus vales, situa-se a Quinta Maria Izabel, que se estende por 130 hectares, numa das zonas mais privilegiadas da região. Produtora de vinhos tranquilos e Vinho do Porto, a propriedade representa o sonho Brasileiro em terras lusas, consilidam-se ao longo dos anos em novas ideias e conceitos, desenvolvendo vinhos sedutores, encorpados e de forte carácter.
02723

Ficha informativa

Colheita
2021
Tipo de vinho
Branco
Produtor
Quinta Maria Izabel
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
7-14⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
12

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Um vinho fresco, frutado, evidenciando frutos vermelhos com ligeira compota. Na boca com notas de morango e alguma geleia de mirtilo, fresco e persistente. Excelente como entrada e acompanha bem peixes, mariscos, grelhados e massas.

Vinho Rosé produzido a partir da casta Merlot, apresenta uma cor rosa com ligeiras nuances salmonadas.

No aroma as notas de frutos vermelhos são evidentes, notando-se também alguma frescura e legância.

Na boca realçando aromas de morango e alguma geleia de mirtilo, fresco e persistente.

Um rosé de verão…

Apresenta-se com cor rubi intensa. No aroma, temos fruta madura e abundantes notas florais que lhe conferem frescura e elegância. Muito boa complexidade na prova de boca, as notas de madeira são discretas, privilegiando a bergamota e frutos vermelhos maduros. Um Reserva de “terroir” expressivo e personalizado.
Cor amarelo limão. Aroma muito intenso e poderoso, muito fresco, dominado pela mineralidade tão característica do Viosinho, em equilíbrio com notas de frutos de polpa branca - como pêra e ameixa - e madeira muito bem integrada e de grande qualidade. Extraordinariamente elegante, com muito volume, fresco e muito bem equilibrado. Retrogosto excepcionalmente longo com notas florais e frutadas.
Plantado num solo caracterizado pelo xisto e granito, as uvas são de regime de produção integrada, tendo sido colhidas de acordo com o seu perfeito estado de maturação. Vindima manual, em caixas de 20Kg, e noturna, proporcionando uma seleção mais cuidada e preservando melhor os aromas. Na adega, passaram pela mesa de escolha onde é feita uma seleção rigorosa, com entrada para as cubas de fermentação por gravidade. Fermentação alcoólica espontânea. Pouca intervenção em todo o processo e baixo sulfuroso.
Cor palha. Bouquet elegante e fresco, com abundantes notas de tosta, frutos secos, misturando citrinos e minerais e com as notas suaves de barrica. Na boca muito bom corpo e acidez perfeita, surgindo no final com notas mais tostadas. Longo e persistente.
Cor amarela esverdeada, aroma com notas cítricas, mel e frutos tropicais bem conjugado com a madeira onde estagiou. Fresco e elegante na boca, com final persistente. Pode estagiar em boas condições por um período de pelo menos 5 anos. Este vinho harmoniza-se perfeitamente com peixes estufados e assados ou bacalhaus no forno. Encontra ainda boa maridagem com queijos azuis de pasta cremosa.
Cor cereja profunda e brilhante, com boa intensidade e viscosidade bem presente. No aroma revela fruta elegante e expressiva, com notas típicas de morango e ameixa preta, envolvidas por nuances de alcaçuz e um ligeiro toque especiado (pimenta preta, louro, tomilho, alecrim). Na boca mostra-se frutado, com bela estrutura e textura quase aveludada. O final é muito fresco, convidativo e equilibrado, refletindo o caráter autêntico da casta Baga.
A Gloria Reynolds Cathedral é o vinho mais exclusivo deste produtor, lançado apenas em anos de colheitas excecionais e criado com as castas Alicante Bouschet e Trincadeira. Este vinho tinto revela uma cor vermelha muito escura e tem um aroma intenso e complexo com notas de chocolate preto, solo florestal, ameixa, café e cola, juntamente com nuances de frutos secos, menta e tabaco. Na boca, é encorpado e sedoso, com muita fruta preta e um final explosivo, complexo e muito persistente. A Reynolds Wine Growers tem raízes que remonta a 1820, quando Thomas Reynolds se estabeleceu em Estremoz, Portugal. Com 40 hectares de vinha em colinas, o patriarca Robert consolidou a produção de vinhos de qualidade. O cultivo ocorre em solo de xisto, proporcionando ótimo escoamento e luz solar. Próximo ao
De cor vermelha intensa com leves reflexos violáceos, tem um aroma intenso e elegante, em que sobressaem os frutos do bosque vermelhos e pretos, bem combinados com ligeiras notas florais e de especiarias que conferem complexidade. No paladar é um vinho encorpado com taninos finos e sedosos bem envolvidos pela fruta. Final persistente. Vinho de “terroir”.
O lagar de Silvã de Cima, situado junto à vinha da Taboadella, emerge no penedo monolítico de natureza rupestre, representando um dos mais antigos vestígios de vinificação no Dão. Este local singular contrasta com a adega contemporânea, cuja arquitetura é concebida com materiais naturais como madeira e cortiça. Uma varanda proporciona uma vista panorâmica, abrangendo a magnífica extensão de vinhas circundada por uma vasta floresta. Neste ambiente harmonioso, onde passado e futuro entrelaçam-se, os vinhos ganham vida na vinha e na paisagem. O cuidado meticuloso e a paciência dedicada permitem resgatar a essência da natureza do passado, projetando, ao mesmo tempo, a produção de vinhos excecionais para o futuro. Esta abordagem preserva a notável tipicidade da região, mantendo vivo o caráter
Um vinho tinto único do Vale do Douro, elaborado a partir de um blend de uvas autóctones portuguesas, entre as quais a Touriga Nacional, a Tinta Roriz e a Tinta Barroca. As vinhas são cultivadas de forma sustentável, com foco na mínima intervenção e no respeito pelo meio ambiente.
O Robustus 2015 é um vinho de carácter maturado. Após um estágio prolongado em foudres de 2000L desenvolve aromas terciários algo terrosos com ênfase no aroma de turfa. Os taninos são sedutores, mas perfeitamente equilibrados, com grande estrutura, que só as vinhas velhas conseguem transmitir. Na boca impressiona pela sua juventude, leveza e tensão, muito fino com um final longo e persistente. No panorama vínico nacional, não existe produtor mais consensual que a Niepoort e a longa história inicia-se em 1842 com o primeiro Van Der Niepoort a chegar a Portugal. Ao iniciar-se no mercado do Vinho do Porto como comerciante, rapidamente, instalou o seu negócio que se viria a revelar próspero e vindouro. Assim, na 5ª geração, nasce Dirk Niepoort, um produtor incontornável no mundo dos vinhos,
Amarelo palha, ligeira evolução, aromas citrinos discretos e fechados, folha de limoeiro seca, infusão de tília e perceção mineral. Seco, tenso, com acidez bem presente, denotando todas as virtudes de uma parcela de vinha mais fresca e maturações serenas. Uma bonita surpresa.