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Vale Dona Maria Colheita 1969

590,00 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis

O Porto Quinta Vale D. Maria Colheita 1969 é uma relíquia histórica que celebra mais de cinco décadas de maturação lenta em cascos de carvalho na cave da Quinta Vale D. Maria, no Douro. Proveniente de uvas brancas cuidadosamente colhidas em 1969 — ano em que o mundo vivia mudanças marcantes — este Colheita resulta de um único lote, revelando o património e o savoir-faire da mais antiga tradição de Vinhos do Porto na região.

No copo, exibe um âmbar intenso com reflexos dourados. O aroma é convidativo, com notas de frutos secos — amêndoas torradas, avelãs — combinadas com nuances de mel silvestre, caramelo e um toque de casca de citrinos que oferece frescura. O final é longo e memorável, persistindo com um requinte que só vinhos tão antigos conseguem proporcionar.

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Vinho de cor salmão clara e aroma a frutos vermelhos, ligeiro tropical e um toque de mineralidade. Na boca é vivo e fresco, com excelente volume equilibrado pela acidez, e um final fino e persistente com enorme potencial gastronómico.
Com 70 hectares de vinha cuidadosamente cultivada, a Quinta de Bella Encosta é um projeto que alia tradição e respeito pela natureza, no coração da região do Dão. Na aldeia de Prime, a paixão pela terra e o saber acumulado ao longo de gerações permitiram valorizar um terroir único, onde se pratica uma viticultura sustentável, inspirada nas técnicas clássicas de Bordéus e Borgonha. O resultado são vinhos que refletem autenticidade, elegância e uma forte ligação à origem.
Em pleno centro da Região Demarcada do Douro, sobre as encostas xistosas dos seus vales, situa-se a Quinta Maria Izabel, que se estende por 130 hectares, numa das zonas mais privilegiadas da região. Produtora de vinhos tranquilos e Vinho do Porto, a propriedade representa o sonho Brasileiro em terras lusas, consilidam-se ao longo dos anos em novas ideias e conceitos, desenvolvendo vinhos sedutores, encorpados e de forte carácter.
A história dos vinhos Luís Pato começa quando João Pato inicia o engarrafamento dos seus vinhos, provenientes da vinha própria, em 1970. Após tornar-se o primeiro produtor engarrafador na região da Bairrada, depois da sua demarcação, o seu filho Luís Pato dá continuidade ao trabalho do pai e assim, em 1980, inicia-se uma nova Era no negócio de família. Atualmente, a empresa conta com 60 hectares de vinha, distribuída entre solos arenosos e argilo-calcários, e com uma variada gama de vinhos prestigiados.
Cor aberta, de tom rosa avermelhado. Aromas discretos de fruta ácida, notas vegetais próprias da casta e predominância de especiarias resultantes da fermentação com engaço. Na boca, apresenta acidez média, mineralidade marcante e taninos muito finos.
Este é um vinho fácil de beber – o tipo de vinho que se guarda no frigorífico ou se pede a copo num restaurante. É dominado pela Sauvignon Blanc e revela uma nota exótica que, por vezes, falta aos vinhos monovarietais. SOLO: Planalto calcário a sul do rio Dordogne. VINIFICAÇÃO: 70% Sauvignon Blanc, 30% Sémillon. As uvas são colhidas de manhã cedo, quando as temperaturas são mais amenas. As uvas Sauvignon Blanc maceram durante 12 horas para extrair aromas frutados e característicos da casta. O Sémillon acrescenta corpo e estrutura. 
Estamos perante um produtor que renasceu das cinzas. Veio para ficar e escrever uma nova história, mas a história desta casa é antiga, remontando ao Século XIX, quando foi erguida. Grandes vinhos nasceram desta casa e destas vinhas. Quem não se lembra dos P63, na altura vinificados pela José Maria da Fonseca. Quis o destino que estivesse "abandonada" para o mundo do vinho, mantendo-se apenas uma lembrança ténue dos grandes vinhos que ali nasceram. Quis também o destino que o novo proprietário, fosse gente de bom gosto, de extrema dedicação em fazer e fazer bem. Nasceu assim a nova Casa da Passarella, para escrever um novo capítulo na história desta casa e na região do Dão. Os vinhos são excelentes e feitos com rigor e muita muita vontade de fazer o melhor.
Crasto Altitude 430 é o resultado da investigação sobre o potencial da vasta gama de castas autóctones do Douro que tem sido realizada pelas equipas de viticultura e enologia da Quinta do Crasto. Produzido com as castas Tinta Francisca e Touriga Nacional, este é um vinho tinto de baixo teor alcoólico, típico das uvas cultivadas em altitude (430 metros), fresco e elegante. Apresenta uma cor granda, aromas limpos que relembram os frutos vermelhos e as especiarias finas. Na boca é envolvente e sedutor. Situada na margem direita do rio Douro, entre a Régua e o Pinhão, a Quinta do Crasto, é uma propriedade com cerca de 130 hectares, dos quais 70 são ocupados por vinhas. Fazem também parte do património da empresa a Quinta do Querindelo, com 10 hectares de Vinha Velha, e a Quinta da Cabreira,
O Líquen Encruzado 2021 é um vinho branco de excelência produzido pelo enólogo João Cabral de Almeida na prestigiada Região Demarcada do Dão. Elaborado inteiramente a partir da casta autóctone Encruzado, este vinho destaca-se pelo seu perfil sério, estruturado e com um enorme potencial de guarda.
Este é um vinho produzido apenas em anos excecionais, a partir das castas que melhor prestação tiveram nesse mesmo ano. Assim, este vinho branco é obtido a partir da casta Encruzado, revelando aromas florais e a frutas de polpa branca, traduzindo-se fresco e cremoso no paladar.