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Vale Dona Maria Colheita 1969

590,00 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis

O Porto Quinta Vale D. Maria Colheita 1969 é uma relíquia histórica que celebra mais de cinco décadas de maturação lenta em cascos de carvalho na cave da Quinta Vale D. Maria, no Douro. Proveniente de uvas brancas cuidadosamente colhidas em 1969 — ano em que o mundo vivia mudanças marcantes — este Colheita resulta de um único lote, revelando o património e o savoir-faire da mais antiga tradição de Vinhos do Porto na região.

No copo, exibe um âmbar intenso com reflexos dourados. O aroma é convidativo, com notas de frutos secos — amêndoas torradas, avelãs — combinadas com nuances de mel silvestre, caramelo e um toque de casca de citrinos que oferece frescura. O final é longo e memorável, persistindo com um requinte que só vinhos tão antigos conseguem proporcionar.

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Um vinho de cor vermelha intensa e brilhante. Aromas a frutos vermelhos, com notas de especiarias, conferidas pela madeira. Sabor rico, com taninos sumarentos bem presentes, onde a Touriga Nacional oferece elegância, juntamente com as notas frutadas da Touriga Franca, e volume proporcionado pela Tinta Roriz, terminando persistente e saboroso. A Quinta da Vacaria, uma das mais antigas da região (primeiro registo data de 1616), fica situada na margem do Rio Douro junto à cidade da Régua, no coração da Região Demarcada mais antiga do mundo, o Douro. No cais da quinta atracavam os Barcos Rabelo para carregar as pipas cheias com o vinho do Porto e transportá-las até Gaia, na Foz do Rio, onde eram vendidos a granel para todo o mundo deixando para trás a sua identidade oculta uma vez que estes c
Este vinho tem uma bela cor amarelo citrino. No nariz é elegante, fino, cheio e complexo. Na boca é muito fresco e frutado, com notas de pêra, marmelo e baunilha. Com a madeira bem integrada, quando está no copo, aromas de especiarias e nozes são liberados e torná-lo rico e muito interessante.
Studio by Miraval é o resultado da coesa parceria entre a Família Perrin com os famosos artistas de Hollywood Brad Pitt e Angelina Jolie, e uma homenagem à região de Provença. Produzido a partir das castas Cinsault, Grenache, Rolle e Tibouren, apresenta uma pálida cor rosada e aromas cítricos e florais que evocam a região. No paladar surge equilibrado com sedutoras notas de frutas cítricas e uma frescura iodada, proveniente da proximidade da vinha com o Mar Mediterrâneo. Não é por acaso que a Famille Perrin é o principal produtor de vinho biológico do Vale do Ródano Sul, onde ocupam os melhores terroirs da região. Os seus valores deram-lhes uma reputação mundial de excelência: respeito absoluto pelo solo, compromisso com métodos manuais e uma profunda convicção de que a viticultura biológ
Este vinho branco é conciso, elegante e franco. No nariz, revela notas frescas de citrinos com grande notoriedade, lima, toranja, flor e fruto branco. Na boca, é amplo, sério e com uma acidez exuberante. O final é longo e com um traço salgado. Em pleno centro da Região Demarcada do Douro, sobre as encostas xistosas dos seus vales, situa-se a Quinta Maria Izabel, que se estende por 130 hectares, numa das zonas mais privilegiadas da região. Produtora de vinhos tranquilos e Vinho do Porto, a propriedade representa o sonho Brasileiro em terras lusas, consilidam-se ao longo dos anos em novas ideias e conceitos, desenvolvendo vinhos sedutores, encorpados e de forte carácter.
Somos uma pequena empresa familiar, produtora de vinhos diferenciados e de qualidade superior. A adega situa-se na Região dos Vinhos Verdes em Amarante, junto ao Rio Tâmega, na Quinta da Ribeira em Gatão. As vinhas têm uma exposição Norte-Sul e os solos são de origem granitica, tendo um baixo teor de materia orgânica, produzindo baixas quantidades, permitindo uma melhor maturação das uvas, elevando assim a sua qualidade. A origem dos vinhos tem por base uvas próprias, produzidas em modo Produção Integrada, sendo este modo de produção mais amigo do meio ambiente. Produzimos três vinhos de diferentes estilos, um tinto, exclusivamente da casta vinhão, um branco de lote tendo por base a casta Azal, e um rosado monocasta de espadeiro ou espadal.
Este é um vinho produzido apenas em anos excecionais, a partir das castas que melhor prestação tiveram nesse mesmo ano. Assim, este vinho branco é obtido a partir da casta Encruzado, revelando aromas florais e a frutas de polpa branca, traduzindo-se fresco e cremoso no paladar.
O Coche é o Branco mais cobiçado da Niepoort e que tem o perfil mais próximo de um grande Borgonha. Na definição do seu perfil, procuramos complementar o equilíbrio de fruta e com complexidade do estágio em carvalho francês, de primeiro ano e tosta baixa, da tanoaria François Frères. No nariz o estágio em madeira traduz-se em notas de mel, frutos secos e brioche que estão muito bem integradas com uma base aromática a alperce e citrinos e algumas de ervas aromáticas. Na boca tem a estrutura semelhante a um grande Borgonha: elegante, com álcool moderado e elevada complexidade aromática. O final é persistente e longo, complementado por uma excelente acidez que promete uma fantástica evolução em garrafa. No panorama vínico nacional, não existe produtor mais consensual que a Niepoort e a longa