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Chão do Rio Alvarinho Trajadura

7,50 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
Vinho Verde, Quinta da Chouza.
04343

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Num anfiteatro natural com exposição a Sul nas encostas do rio Douro, situado na fronteira entre a zona granítica da Região dos Vinhos Verdes e a região de xisto dos Vinhos do Porto, situa-se, desde o Século XVI, a Quinta de Covela. Com vistas panorâmicas sobre o rio, a quinta tem 49 hectares, dos quais 18 plantados com vinha, distribuidos por duas freguesias do Baixo Douro, São Tomé de Covelas e Santa Cruz do Douro, reconhecidas pela sua extraordinária beleza natural e pela sua rica história cultural. Em tempos mais recentes, a Covela pertenceu a Manoel de Oliveira, um dos mais importantes cineastas europeus da metade do século passado até à atualidade. O realizador, também ele um "Homem do Renascimento", transformou a quinta em várias frentes, construindo aquedutos, muros maciços, casas
O Gloria Reynolds Art & Tradition 2013 é um vinho tinto de exceção, produzido apenas em anos de qualidade superior. Este vinho representa a arte e a tradição vitivinícola da família Reynolds, que há gerações produz vinhos de grande carácter no Alentejo. Com uma vinificação meticulosa e um longo estágio em barricas de carvalho francês, este vinho exibe uma estrutura notável, complexidade aromática e um impressionante potencial de envelhecimento.
Quinta da Vacaria Reserva Tinto Produzido a partir das castas Touriga Nacional, Touriga Franca e Tinta Roriz, provenientes de vinhas instaladas em solos xistosos, com exposição solar a sul e situadas entre os 70 e os 300 metros de altitude. A fermentação inicia-se em lagares, um método tradicional que contribui para a intensidade da cor e riqueza de sabor, seguindo-se um período de estágio em barricas. No copo, revela uma cor rubi profunda e expressiva, com aromas intensos de frutos vermelhos, elevada complexidade e um carácter bem definido.
No panorama vínico nacional, não existe produtor mais consensual que a Niepoort e a longa história inicia-se em 1842 com o primeiro Van Der Niepoort a chegar a Portugal. Ao iniciar-se no mercado do Vinho do Porto como comerciante, rapidamente, instalou o seu negócio que se viria a revelar próspero e vindouro.

O Maria Izabel Branco 2021 é um vinho que tenta expressar o carácter unificador dos vários terroir do vale do Douro.

Apresenta um aroma fresco e complexo. Carácter mineral, que lhe confere frescura, juntamente com notas cítricas e florais, com leve aroma a fumo. Franco na boca, apresenta-se mineral, envolvente, com acidez temperada pela leve untuosidade, concedida pela parcial maloláctica realizada em barrica

Susana Esteban é uma das Enólogas portuguesas a seguir. Em 2012 foi-lhe atribuído o prémio mais prestigiado que um enólogo pode receber em Portugal, o título de “Enólogo do Ano”, pela Revista de Vinhos, tendo sido até a data a única mulher a que foi atribuído está distinção.
Château Lafite Rothschild é uma propriedade vinícola na região de Pauillac em Médoc, que produz um dos vinhos tintos mais procurados e caros do mundo. O Grand Vin é conhecido pelo seu perfume, elegância, requinte e harmonia, e as grandes colheitas podem envelhecer durante 50 ou mais anos.
Um vinho tinto de exceção da Bairrada, com assinatura cosmopolita e sofisticada. Produzido a partir de um blend de castas nacionais e internacionais, revela uma maturação plena, resultante de um estágio prolongado em barricas de carvalho francês. No nariz é complexo e envolvente, com frutos negros maduros (amora, mirtilo, cassis), notas de terra húmida, cedro, pimenta-preta, tabaco e chocolate negro, tudo envolto por uma barrica muito bem integrada. Na boca mostra-se encorpado, poderoso e refinado, com taninos robustos mas polidos, excelente estrutura e acidez equilibrada que lhe confere longevidade. O final é longo, profundo e harmonioso, com ecos de especiarias e fruta. Ideal para pratos tradicionais portugueses mais robustos, como cabrito assado, leitão da Bairrada, ossobuco ou carnes m
Cor ruby clara típica da casta. Aromas de cerejas e ameixas pretas. Na boca apresenta nuances de tosta discreta bem integrada e que lhe confere elegância. A sua persistência e delicadeza permitem compreender a sua função gastronómica.
O Quinta da Perdonda Talhões Vinha Velha Tinto 2018 é um vinho premium do Dão. Produzido a partir de vinhas centenárias plantadas em 1948, destaca-se pela sua pureza, elegância e carácter de terroir, com uma produção de excelência muito limitada.

Depois de colocar no carrinho, identifique na finalização da compra, antes da escolha do método de pagamento,  no campo que  se refere a "nota sobre a sua encomenda" qual a opção que pretende.

É na vila de Santar que se encontra o Paço dos Cunhas de Santar, uma propriedade do século XVII que se dedicava à produção de azeite, fruta e vinho para abastecer os mercados da cidade do Porto. Atualmente a tradição ainda se respira no Paço dos Cunhas de Santar, mas na adega investiu-se em tecnologias modernas e avançadas para manter o hábito de produzir vinho, algo que se iniciou há cerca de 400 anos.
Região: Mesão Frio, Douro
Vinho de cor rosa pálido, elegante e intenso no aroma, notas de frutos vermelhos e do tostado da barrica. Cheio e suave na boca, acidez firme e final persistente e encantador.
Castas: Touriga Franca (50%), Tinta Roriz (30%) e Touriga Nacional (20%)
O vinho elaborado em método Solera, em que a colheita seguinte atesta a anterior sem qualquer remoção de borra. O resultado é um Arinto dos Açores tri-dimensional com a expressão da casta, da acumulação de borra fina e da combinação de quatro colheitas. O Arinto dos Açores é uma casta autóctone e exclusiva das ilhas dos Açores, tendo em comum com o Arinto do continente apenas o nome e a boa acidez.
Vinho branco, proveniente de uma vinha onde a casta Arinto reina, revela-se muito cítrico e mineral de característica Atlântica, harmonizando as notas de ananás, baunilha e especiarias, provenientes da curta interação com a madeira. Foram produzidas cerca de 300 garrafas, numa edição curiosa para consumir agora ou guardar para mais tarde.