Este site contém informação sobre bebidas alcoólicas. Confirme que tem idade legal para consumir bebidas alcoólicas.

Quinta da Perdonda Talhões Vinha Velha Tinto/branco

24,50 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
O Quinta da Perdonda Talhões Vinha Velha Tinto 2018 é um vinho premium do Dão. Produzido a partir de vinhas centenárias plantadas em 1948, destaca-se pela sua pureza, elegância e carácter de terroir, com uma produção de excelência muito limitada.

Depois de colocar no carrinho, identifique na finalização da compra, antes da escolha do método de pagamento,  no campo que  se refere a "nota sobre a sua encomenda" qual a opção que pretende.

02751

Ficha informativa

Colheita
2018
Tipo de vinho
Tinto
Produtor
Quinta da Perdonda
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
16-18⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
13

16 outros produtos na mesma categoria:

Este vinho tem uma bela cor amarelo citrino. No nariz é elegante, fino, cheio e complexo. Na boca é muito fresco e frutado, com notas de pêra, marmelo e baunilha. Com a madeira bem integrada, quando está no copo, aromas de especiarias e nozes são liberados e torná-lo rico e muito interessante.
Amarelo limão brilhante. Aroma complexo com evidente fruta de polpa branca, bem integrada numa tosta fumada. Notas de lima e pedra molhada, conjunto em crescendo e em múltiplas camadas. Boca texturada, com subtileza e cremosidade. Ampla, bem equilibrada por uma acidez vertical e tensa. Conjunto de fino recorte, longevo. Final demorado. Um clássico.
Muitas castas como Barcelo, Bical, Dona Branca, Uva Cão, entre outras. Aromaticamente começa com redução atrativa, notas de pólvora e giz, tangerina e floral fresco subtil. Prova de boca muito fresca, com ótima acidez, tentativamente mineral, perfil sério com boa secura e um lado sério e austero que lhe assenta muito bem.
Vinho limpo e brilhante. Aroma complexo, profundo e elegante onde sobressaem aromas de frutos pretos maduros, especialmente amoras. No nariz existe uma perfeita harmonia entre os frutos e as nuances de especiarias derivadas da baunilha e madeira. No palato revela-se encorpado, com um bom equilíbrio entre a fruta preta o tanino muito polido e uma boa acidez. Final de boca longo e persistente.
Um incrivelmente elegante Côtes de Provence, rosé com camadas de frutas equilibradas por uma acidez refrescante. No nariz, o vinho é ávido e intenso, com aromas de casca de laranja e groselha vermelha.
As quintas da Ferreirinha são provavelmente as mais emblemáticas do Douro. De entre estas, a Quinta do Vale Meão reveste-se de uma simbologia enorme, visto ter sido um projeto idealizado de raiz, uma vez que a quinta foi adquirida em terra virgem. Por mérito próprio, o Quinta do Vale Meão é realmente um dos mais interessantes e cobiçados vinhos de Portugal. Destaque merecido pela qualidade que este vinho oferece em todas as colheitas em que é lançado. A Quinta produz ainda um segundo vinho, o Meandro do Vale Meão, feito a partir das vinhas mais novas.
Legado é um vinho de homenagem que celebra a vida de uma vinha pré-filoxérica, onde 20 castas ancestrais continuam a sobreviver ao tempo, enraizadas nos sulcacos dos 8 hectares que a prefaz. Um vinho único, histórico e que remonta às origens durienses da forma mais deliciosa e complexa. A Sogrape Vinhos foi fundada em 1942 por Fernando van Zeller Guedes, com a ambição de dar a conhecer ao mundo os vinhos portugueses e uma visão de longo prazo assente na qualidade dos vinhos a comercializar, na importância da novidade das marcas e na apresentação dos seus vinhos. Liderada hoje pela terceira geração da família fundadora, a Sogrape Vinhos cumpre, cada vez mais fielmente, o objectivo assumido desde da sua fundação: ser uma empresa de cariz familiar e vocação internacional, focada na produção
A Herdade da Maroteira situa-se no sopé da Serra D’Ossa, e estende-se por 540 hectares, pertencentes à mesma família anglo-portuguesa há 5 gerações, desde meados do século XIX. Nessa altura, Robert Reynolds investiu no montado de sobro alentejano para satisfazer as necessidades da indústria do Vinho do Porto no norte de Portugal, e por cerca de 150 anos, o foco da produção da propriedade era a cortiça e gado. Só no ano 2000, Philip Mollet, atual proprietário e gestor da herdade revolucionou a estratégia da quinta e plantou vinha. Desde então, a herdade produz excelentes vinhos alentejanos com base na casta preferida, Syrah. A vinha distribui-se pelos 15 hectares plantados em solos argilo-calcários, conferindo aos vinhos o carácter genuíno do Alentejo.
A Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo é um local de extrema beleza, no coração do Douro, e propriedade da família Amorim desde 1999. A ligação da família ao vinho vem de longe, através da sua ligação às casas exportadoras de Vila Nova de Gaia, por via do negócio da cortiça, mas nessa data esta ligação resultou na concretização de um sonho e o projecto está hoje nas mãos da 4ª geração da família. Com uma história superior a 250 anos, a quinta exibe uma traça conservada e o edifício original da adega de 1764, após intervenções a cargo do Arquitecto Arnaldo Barbosa.
António Vilela Areias Loureiro 2024 é produzido a partir da nobre casta Loureiro, característica da Região dos Vinhos Verdes. Este vinho é aromático e refrescante, com uma acidez equilibrada. Apresenta um aroma cítrico, com notas de tília, maçã e acácia. Desfrute deste Loureiro da colheita de 2022 acompanhado de marisco, peixe ou carnes brancas.