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Maria Izabel Branco 2015 1,5L

40,00 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis

O Maria Izabel Branco 2021 é um vinho que tenta expressar o carácter unificador dos vários terroir do vale do Douro.

Apresenta um aroma fresco e complexo. Carácter mineral, que lhe confere frescura, juntamente com notas cítricas e florais, com leve aroma a fumo. Franco na boca, apresenta-se mineral, envolvente, com acidez temperada pela leve untuosidade, concedida pela parcial maloláctica realizada em barrica

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O vinho elaborado em método Solera, em que a colheita seguinte atesta a anterior sem qualquer remoção de borra. O resultado é um Arinto dos Açores tri-dimensional com a expressão da casta, da acumulação de borra fina e da combinação de quatro colheitas. O Arinto dos Açores é uma casta autóctone e exclusiva das ilhas dos Açores, tendo em comum com o Arinto do continente apenas o nome e a boa acidez.
A Gloria Reynolds Cathedral é o vinho mais exclusivo deste produtor, lançado apenas em anos de colheitas excecionais e criado com as castas Alicante Bouschet e Trincadeira. Este vinho tinto revela uma cor vermelha muito escura e tem um aroma intenso e complexo com notas de chocolate preto, solo florestal, ameixa, café e cola, juntamente com nuances de frutos secos, menta e tabaco. Na boca, é encorpado e sedoso, com muita fruta preta e um final explosivo, complexo e muito persistente. A Reynolds Wine Growers tem raízes que remonta a 1820, quando Thomas Reynolds se estabeleceu em Estremoz, Portugal. Com 40 hectares de vinha em colinas, o patriarca Robert consolidou a produção de vinhos de qualidade. O cultivo ocorre em solo de xisto, proporcionando ótimo escoamento e luz solar. Próximo ao
Legado representa um tributo de Fernando Guedes e da sua equipa ao melhor que o Douro tem, uma singela homenagem às raízes da Sogrape. Este novo Legado representa um retrato autêntico do terroir da Quinta do Caêdo, mantendo-se fiel ao seu estilo de elegância, harmonia e longevidade.
A Herdade da Maroteira situa-se no sopé da Serra D’Ossa, e estende-se por 540 hectares, pertencentes à mesma família anglo-portuguesa há 5 gerações, desde meados do século XIX. Nessa altura, Robert Reynolds investiu no montado de sobro alentejano para satisfazer as necessidades da indústria do Vinho do Porto no norte de Portugal, e por cerca de 150 anos, o foco da produção da propriedade era a cortiça e gado. Só no ano 2000, Philip Mollet, atual proprietário e gestor da herdade revolucionou a estratégia da quinta e plantou vinha. Desde então, a herdade produz excelentes vinhos alentejanos com base na casta preferida, Syrah. A vinha distribui-se pelos 15 hectares plantados em solos argilo-calcários, conferindo aos vinhos o carácter genuíno do Alentejo.
As quintas da Ferreirinha são provavelmente as mais emblemáticas do Douro. De entre estas, a Quinta do Vale Meão reveste-se de uma simbologia enorme, visto ter sido um projeto idealizado de raiz, uma vez que a quinta foi adquirida em terra virgem. Por mérito próprio, o Quinta do Vale Meão é realmente um dos mais interessantes e cobiçados vinhos de Portugal. Destaque merecido pela qualidade que este vinho oferece em todas as colheitas em que é lançado. A Quinta produz ainda um segundo vinho, o Meandro do Vale Meão, feito a partir das vinhas mais novas.
Produzido a partir da casta Syrah, estagiou por 16 meses em barricas de carvalho francês e americano. Apresenta uma cor muito concentrada, notas quentes e intensas a frutos pretos e especiarias. Na boca é encorpado, equilibrado e com taninos bem presentes e redondos. A Herdade da Maroteira situa-se no sopé da Serra D’Ossa, e estende-se por 540 hectares, pertencentes à mesma família anglo-portuguesa há 5 gerações, desde meados do século XIX. Nessa altura, Robert Reynolds investiu no montado de sobro alentejano para satisfazer as necessidades da indústria do Vinho do Porto no norte de Portugal, e por cerca de 150 anos, o foco da produção da propriedade era a cortiça e gado. Só no ano 2000, Philip Mollet, atual proprietário e gestor da herdade revolucionou a estratégia da quinta e plantou vi
Vinho muito fresco e complexo, com fruta cítrica, em harmonia com discretas nuances florais e fortes notas minerais próprias do “terroir”, complexado por ligeiras notas de madeira. “Battonage” por um longo período confere-lhe um volume de boca surpreendente. Final muito longo, fresco e mineral. É um branco ideal para acompanhar todo o tipo de peixes, marisco ou carnes brancas.
Um dos vinhos mais prestigiados e emblemáticos da Austrália, esta colheita reflecte um equilíbrio excecional entre tradição, inovação e qualidade. De cor vermelho-púrpura com laivos negros, apresenta aromas poderosos e complexos de frutos pretos maduros (amora, ameixa), chocolate preto e alcaçuz, com notas subtis de especiarias doces, baunilha e carvalho tostado provenientes do seu envelhecimento em barris de carvalho americano. O bouquet evolui com o tempo, oferecendo nuances terrosas, couro, tabaco e, por vezes, violeta.
Poderoso vinho tinto no icônico estilo ultramarino, com 18 meses de estágio em barricas de carvalho pequeno; o Grange BIN 95 da Penfolds encanta com sua estrutura opulenta e profundidade luxuosa.
Aroma muito exuberante com predominância de características florais, casca de limão, leve vegetal e notas suaves de buxo. Elegante com uma acidez muito presente e um final muito fresco.
Vinho de cor rubi, aroma intenso e fresco marcado por fruta vermelha, ligeiramente balsâmico e bem integrado com as leves notas de barrica. Corpo médio, acidez muito bem equilibrada com a frescura da fruta na boca.
Conjunto de 2 garrafas Callabriga Tinto. Callabriga é um vinho tinto do Douro de perfil contemporâneo, intenso e elegante, criado para reflectir a versatilidade e a actualidade apaixonante dos vinhos do Douro. Callabriga é um dos mais inovadores vinhos da Casa Ferreirinha, a marca com maior tradição em vinhos de qualidade no Douro e uma das suas maiores referências mundiais. É vinificado na adega da Quinta da Leda, a partir de uvas provenientes de parcelas localizadas na Quinta e de vinhas limítrofes. São escolhidas uvas com maturação equilibrada, consequência de um ciclo vegetativo favorável. Após desengace e suave esmagamento, as uvas são encaminhadas para cubas de inox e/ou lagares, onde se procede a macerações prolongadas. Pretende-se com esta tecnologia que os constituintes da qualida