Aroma intenso e complexo onde sobressaem os aromas florais, a frutos de árvore com caroço, mineral e ervas aromáticas (alfazema e salva).
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Espumante Regueiro
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A Cooperativa Vitivinícola da Ilha do Pico foi fundada em 1949, quando os produtores locais se uniram para tentar recuperar as castas nobres e a cultura da vinha em curral de pedra, hoje classificada como Património Mundial pela UNESCO. Ao longo dos anos, mais associados se uniram a esta causa, contando agora com 250, entre mulheres, homens e famílias que dedicam a vida à sua paixão e a uma arte secular. Hoje com 70 anos de história é a produtora de vinhos nos Açores mais antiga e que continua a respeitar e a preservar as tradições vitivinícolas. Esta aliança constitui a qualidade dos vinhos criados em solos açorianos.
A casta Arinto dos Açores, exclusiva destas ilhas, tornou-se na predileta dos viticultores pela sua resistência, produtividade e versatilidade enológica. Destaca-se principalmente nas parcelas junto ao mar, sendo hoje a mais cultivada na região. Origina vinhos de grande frescura e salinidade.
Origem: Este vinho resulta de uvas de apenas uma parcela integrada na Cerca dos Frades em Santa Luzia, na costa norte da ilha do Pico.
Criado com uvas da casta Baga plantada em solo argilo-calcário, em vinhedos com uma idade média de 40 anos. Vinificado em cubas de inox durante 10 dias, foi amadurecido em pipos usados (de 650l) durante 12 meses. Acompanha pratos com carne de caça bem como outros pratos de carnes vermelhas. Durará por mais de 15 anos.
A casta Arinto dos Açores, exclusiva destas ilhas, tornou-se na predileta dos viticultores pela sua resistência, produtividade e versatilidade enológica. Destaca-se principalmente nas parcelas junto ao mar, sendo hoje a mais cultivada na região. Origina vinhos de grande frescura e salinidade.
Origem: Este vinho resulta de uvas de apenas uma parcela integrada na Cerca dos Frades em Santa Luzia, na costa norte da ilha do Pico.
A Quinta da Vacaria, uma das mais antigas da região (primeiro registo data de 1616), fica situada na margem do Rio Douro junto à cidade da Régua, no coração da Região Demarcada mais antiga do mundo, o Douro. No cais da quinta atracavam os Barcos Rabelo para carregar as pipas cheias com o vinho do Porto e transportá-las até Gaia, na Foz do Rio, onde eram vendidos a granel para todo o mundo deixando para trás a sua identidade oculta uma vez que estes cascos de madeira não eram sequer marcados com o selo do produtor. No destino, o vinho era engarrafado e rotulado com a marca dos comerciantes estrangeiros que o adquirissem, entretanto, vindo algumas delas a ganhar bastante prestígio.
Em pleno centro da Região Demarcada do Douro, sobre as encostas xistosas dos seus vales, situa-se a Quinta Maria Izabel, que se estende por 130 hectares, numa das zonas mais privilegiadas da região.
Produtora de vinhos tranquilos e Vinho do Porto, a propriedade representa o sonho Brasileiro em terras lusas, consilidam-se ao longo dos anos em novas ideias e conceitos, desenvolvendo vinhos sedutores, encorpados e de forte carácter.
O Alvarinho mais fresco e elegante de sempre. A sua estrutura complexa, aliada a uma boa acidez e mineralidade, fazem deste Alvarinho um vinho que dá que falar.
Apresentando uma cor granada ligeiramente aberta, este vinho cativa pelo seu caráter aromático distinto. No nariz, as notas balsâmicas de eucalipto e resina destacam-se, prometendo uma frescura que se confirma na prova. Em boca, revela-se largo e opulento, com uma estrutura marcante que impressiona pela densidade e pela persistência. O plano vegetal, sempre presente, adiciona uma camada gastronómica que torna este vinho especialmente convidativo, perfeito para harmonizações versáteis e sofisticadas. Uma experiência rica e equilibrada, que combina potência e frescura com uma elegância surpreendente.
Amarelo palha Brilhante. Aroma a frutos secos e mel, com ligeiro toque citrino. Excelente acidez, fresco, com boa persistência. Final intenso, longo e persistente.
Cor vermelho cereja pálido. Maravilhosos aromas doces: ervas quentes, frutas cereja. Tão puro e elegante com um toque frondoso. Na boca é macio, quente e com uma fruta adocicada. Leve e soberbamente elegante, com lindas notas de cereja e ervas e taninos sutis. Vinho adorável.
Nada poderia afastar Jorge Serôdio Borges e Sandra Tavares da Silva de fazerem, um dia, o seu vinho, que seria fruto da sua experiência profissional e da sua relação. Este talentoso casal decidiu então criar a empresa Wine & Soul em 2001, ao mesmo tempo que adquiriram os 2,5 hectares de vinha velha, com mais de 70 anos e com dezenas de castas, que daria origem ao seu primeiro vinho, cujo nome seria Pintas.
A escolha deste nome prende-se pelo facto de ambos chegarem a casa com inúmeras pintas de mosto nas suas t-shirts, depois de um dia na vindima ou na adega. Hoje em dia, Pintas é uma das maiores estrelas do firmamento vínico português e uma verdadeira sinfonia das vinhas velhas.
O objetivo do casal passa por criar vinhos que expressem todo o carácter das vinhas velhas e castas indígenas
O Quinta Maria Izabel Sublime Tinto 2017 é um vinho topo de gama de perfil excecional e elegante da Região Demarcada do Douro. Desenhado em colaboração com o conceituado enólogo Dirk Niepoort, destaca-se por fugir ao perfil tradicionalmente pesado do Douro, assemelhando-se à fineza e frescura dos vinhos da Borgonha.