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Vinho Maria de Lourdes Tinto Carm

49,00 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
No nariz, muito fresco e elegante, com notas de frutos silvestres bem definidos, sendo o aroma complexado pelas discretas notas de madeira. Na boca é muito elegante, denotando taninos de textura fina e finaL profundamente persistente, com uma frescura invulgar.
02356

Ficha informativa

Colheita
2020
Tipo de vinho
Tinto
Produtor
CARM Vinhos
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
16-18⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
14.5

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Criar um vinho é uma arte que em Portugal fomos aperfeiçoando ao longo de séculos, hoje reforçada por um maior conhecimento e melhores meios. A experiência adquirida ao longo do tempo por João Portugal Ramos, leva-o a acreditar que um vinho reflete a natureza da terra que o viu nascer e é a expressão de quem o produz. O saber, a experiência e a tecnologia permitem aperfeiçoar com rigor os diversos fatores que influenciam a personalidade de um vinho.
Cor aberta, de tom rosa avermelhado. Aromas discretos de fruta ácida, notas vegetais próprias da casta e predominância de especiarias resultantes da fermentação com engaço. Na boca, apresenta acidez média, mineralidade marcante e taninos muito finos.
Com uma cor muito fechada, este vinho apresenta-se aromáticamente mais contido, com notas que evocam tinta da china e caixa de charuto, criando um perfil sensorial mais reservado. Na boca, revela-se massivo e imponente, ocupando o espaço de forma vigorosa, com taninos firmes que, embora marcantes, são suavizados pela densidade do vinho. Apesar do volume robusto, a elegância é preservada, mantendo um equilíbrio notável entre a potência e a finesse. Um vinho que transmite força e complexidade, ideal para quem aprecia a combinação de intensidade e sofisticação em cada gole.

Os vinhos Palato do Côa nascem no Douro Superior, junto ao vale do Côa, a partir de vinhas plantadas em solos xistosos e sob um clima de grande amplitude térmica. Este contexto favorece maturações equilibradas e origina vinhos de perfil concentrado, mantendo frescura e definição aromática.

Produzidos a partir de castas tradicionais da região, apresentam uma expressão que conjuga intensidade de fruta com estrutura e elegância. Dependendo do estilo e do estágio, podem revelar notas de fruta vermelha e preta, especiarias e subtis apontamentos de madeira, sustentados por taninos firmes e bem integrados.

Castas: Vinhas Velhas

O Kelman As Tourigas Grande Reserva Tinto é um vinho excecional, proveniente de uma vinha velha com cerca de 80 anos, onde as castas Touriga Nacional e Touriga Fêmea (Touriga Brasileira) se destacam. Após a colheita manual, a maceração delicada valorizou a tipicidade destas castas autóctones, realçando a extração de fruta e taninos frescos. O estágio de 12 meses em barricas de carvalho francês de terceiro uso conferiu complexidade ao vinho, que se apresenta com uma cor rubi profunda, com reflexos vermelhos e violáceos ainda bem presentes. No aroma, destaca-se a fruta madura, evocando a fruta negra, acompanhada por suaves notas florais. A Touriga Fêmea traz um toque de elegância, enquanto a Touriga Nacional oferece madureza e frescor, resultando num equilíbrio perfeito. Aromas de bosque, c
Jorge é a 5ª geração de uma longa linhagem de produtores de vinho e proprietários de adegas. Assim, em 2009, Sandra e Jorge adquiriram a Quinta da Manoella, uma propriedade com uma história que remonta a 1838. As vinhas da Quinta da Manoella têm mais de cem anos, ladeadas de ambos os lados por vinhas mais jovens, sendo capazes de produzir vinhos com uma elevada frescura e delicadeza, e com uma concentração que os torna rapidamente reconhecidos como uns dos melhores vinhos do Douro. Fundada em 2001 pelo casal de enólogos Sandra Tavares da Silva e Jorge Serôdio Borges, a empresa Wine & Soul tem investido e comprado vinhas velhas e propriedades no vale do Rio Pinhão. O objectivo do casal passa por criar vinhos que expressem todo o carácter das vinhas velhas e castas indígenas do Douro, pro
A Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo é um local de extrema beleza, no coração do Douro, e propriedade da família Amorim desde 1999. A ligação da família ao vinho vem de longe, através da sua ligação às casas exportadoras de Vila Nova de Gaia, por via do negócio da cortiça, mas nessa data esta ligação resultou na concretização de um sonho e o projecto está hoje nas mãos da 4ª geração da família. Com uma história superior a 250 anos, a quinta exibe uma traça conservada e o edifício original da adega de 1764, após intervenções a cargo do Arquitecto Arnaldo Barbosa.
Produzido a partir das castas Carménère, Merlot, Cabernet Sauvignon e Petit Verdot, este vinho tinto chileno apresenta-se com uma intensa cor rubi com nuances púrpura e um nariz muito expressivo, rico em aromas de fruta vermelha madura, figos secos e elegantes toques de especiarias doces. Na boca ergue-se em taninos firmes, bem integrados e duradouros.
Cor límpida e brilhante. No nariz, destacam-se aromas exuberantes, com notas florais e exóticas bem marcadas. Na boca, é elegante e expressivo, com frutos de polpa branca a envolverem uma acidez vibrante e refrescante. Um vinho leve, cheio de energia, perfeito para dias de sol.
Cor: Salmão pálido. Aroma/Bouquet: No nariz, o vinho é vigoroso e intenso, com aromas de casca de laranja e groselha vermelha. Paladar: Um Côtes de Provence rosé incrivelmente elegante, com camadas de fruta equilibradas por uma acidez refrescante. O paladar tem uma suavidade redonda e um final apertado e firme.
O Soalheiro Oppaco tem cor rubi brilhante. No nariz, revela aromas de fruta vermelha fresca com notas de especiarias que enriquecem o aroma e despertam a curiosidade. Tem uma boca estruturada, fresca e elegante, com uma acidez bem vincada e taninos persistentes. O Soalheiro Oppaco tem o mesmo potencial de evolução em garrafa que os nossos vinhos brancos.