Tudo começou em 1918, quando Manoel Domingues Poças Júnior, nascido no centro da azáfama do Vinho do Porto, decidiu fundar o seu próprio negócio. Com cerca de 30 anos de idade, Manoel Poças tinha alguma experiência de trabalho na área e, conjuntamente com o seu tio, fundou uma empresa de fornecedora de brandies a grandes produtores de Vinho do Porto.
Anos mais tarde, estebelece a sede do seu negócio em Vila Nova de Gaia, onde se fixou até aos dias atuais.
Toda a família Poças veio a partilhar a sua paixão pelo vinho, combinando o respeito pela tradição com a mente aberta à inovação trazida pelas novas gerações. Hoje, com três Quintas nas melhores localizações da Região Demarcada do Douro, a Poças tem o controlo total da qualidade dos seus vinhos.
Fechar arrow_back
Vinho Roquevale Reserva 2000 + Reserva 2003 Caixa Prestigio
- Escrever comentário
80,00 €
Com IVA
5 a 15 dias úteis


16 outros produtos na mesma categoria:
Aromas primários de esteva envolvidos por notas de frutos do bosque num conjunto típico duriense de fino recorte, leve especiado fresco
Acidez refrescante, explosão de sabores de frutas escuras e taninos suaves.
Cor amarela citríca.
Extremamente perfumado, com aroma a fruta branca e ligeira flor de laranjeira.
Na boca é envolvente com extrema frescura no palato, terminando com mineralidade.
Conjunto de 2 garrafas Grainha Reserva Tinto. O presente perfeito para oferecer neste Natal - uma prenda memorável que celebra bons momentos e partilhas especiais.
Na sua cor tem um vermelho rubi bem forte e intenso. No aroma é intenso e persistente com notas de frutos vermelhas em compota, e breves notas de especiarias (pimenta).
Na boca é encorpado e com taninos bem presentes, mas redondo, com boa acidez para equilibrar.
No final fica na boca uma duradoura memória sensorial.
As quintas da Ferreirinha são provavelmente as mais emblemáticas do Douro. De entre estas, a Quinta do Vale Meão reveste-se de uma simbologia enorme, visto ter sido um projeto idealizado de raiz, uma vez que a quinta foi adquirida em terra virgem.
Por mérito próprio, o Quinta do Vale Meão é realmente um dos mais interessantes e cobiçados vinhos de Portugal. Destaque merecido pela qualidade que este vinho oferece em todas as colheitas em que é lançado. A Quinta produz ainda um segundo vinho, o Meandro do Vale Meão, feito a partir das vinhas mais novas.
A Casa Agrícola Brites Aguiar estende-se por 200 hectares de terra xistosa, distribuidos pelas encostas do Rio Torto e da Ribeira de Galegos. Rodeados pelo microclima duriense, cada cultura tem o seu lugar de eleição, pois até aos finais da década de 60, o suporte económico da Casa Agrícola, era o Olival. Com o decorrer dos anos, a cultura passou para segundo plano, priorizando a Vinha até aos dias atuais. Outras culturas continuam a ser exploradas, no entanto o foco é cultura de vinha para produção de vinho.
Os vinhos da Casa Agrícola Brites Aguiar são apresentados com a gama Bafarela e Brites Aguiar, sendo este último, o expoente máximo do seu portfólio, apenas produzido em anos excecionais.
Profundo e fresco, o URTIGA 2018 é muito elegante e sedutor. Apresenta um final longo e estruturado, taninos maduros e uma frescura e uma vivacidade extraordinárias. O URTIGA é a expressão máxima do terroir único do Douro. Um legado da natureza na sua forma mais pura.
A Quinta da Boavista é reconhecida desde a primeira demarcação da região vinícola do Douro, datada de 1756. Documentada está também a presença da Quinta da Boavista nos célebres mapas de Joseph James Forrester, do século XIX.
Durante o século XX, a Quinta passou por períodos desafiantes, tendo estado nas mãos de vários proprietários que trouxeram o seu conhecimento e experiência à produção vitícola dos vinhos da Boavista.
Localizada na sub-região do Cima-Corgo, perto do Pinhão, na margem direita do Douro, e com uma das melhores vistas sobre o rio, a Quinta da Boavista possui 36 hectares de vinhas de alta qualidade, algumas delas vinhas velhas plantadas com as castas nativas.
Em 2020, a Quinta foi adquirida pelo Grupo Sogevinus, um dos maiores grupos de vinhos do Douro, continuando a pro
Este vinho tinto, da excecional colheita de 2018, foi criado a partir de uma seleção de 5 barricas que se destacaram pela sua enorme complexidade e capacidade de envelhecimento. As uvas são provenientes de vinhas localizadas na Serra de São Mamede, foram vinificadas em lagares e estagiaram em barricas de carvalho francês durante 3 anos, até ao engarrafamento em dezembro de 2021.
Produzido maioritariamente com a casta Alicante Bouschet, revela um aroma que impressiona pela sua intensidade e particularidade, resultado da combinação com a Touriga Nacional. Na boca é profundo e mineral, com taninos suaves e elegantes que lhe conferem uma complexidade única.
Susana Esteban é uma das Enólogas em Portugal que mais prémios conquistou. As suas geniais criações permanecem na memória e as suas parc
Estamos perante um produtor que renasceu das cinzas. Veio para ficar e escrever uma nova história, mas a história desta casa é antiga, remontando ao Século XIX, quando foi erguida. Grandes vinhos nasceram desta casa e destas vinhas. Quem não se lembra dos P63, na altura vinificados pela José Maria da Fonseca. Quis o destino que estivesse "abandonada" para o mundo do vinho, mantendo-se apenas uma lembrança ténue dos grandes vinhos que ali nasceram. Quis também o destino que o novo proprietário, fosse gente de bom gosto, de extrema dedicação em fazer e fazer bem.
Nasceu assim a nova Casa da Passarella, para escrever um novo capítulo na história desta casa e na região do Dão. Os vinhos são excelentes e feitos com rigor e muita muita vontade de fazer o melhor.
Um vinho de cor vermelha intensa e brilhante. Aromas a frutos vermelhos, com notas de especiarias, conferidas pela madeira. Sabor rico, com taninos sumarentos bem presentes, onde a Touriga Nacional oferece elegância, juntamente com as notas frutadas da Touriga Franca, e volume proporcionado pela Tinta Roriz, terminando persistente e saboroso.
A Quinta da Vacaria, uma das mais antigas da região (primeiro registo data de 1616), fica situada na margem do Rio Douro junto à cidade da Régua, no coração da Região Demarcada mais antiga do mundo, o Douro. No cais da quinta atracavam os Barcos Rabelo para carregar as pipas cheias com o vinho do Porto e transportá-las até Gaia, na Foz do Rio, onde eram vendidos a granel para todo o mundo deixando para trás a sua identidade oculta uma vez que estes c