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Vinho Campolargo Diga?

37,00 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
Nariz sensual, chamativo, conjugando guloso fruto com densas sensações especiadas e queimadas. Boca carregada, muito suave, saborosa, mas com vibração limitada. Impressiona pela enorme suavidade de textura.
02300

Ficha informativa

Colheita
2008
Tipo de vinho
Tinto
Produtor
Campolargo
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
12-18⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
13.5

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No panorama vínico nacional, não existe produtor mais consensual que a Niepoort e a longa história inicia-se em 1842 com o primeiro Van Der Niepoort a chegar a Portugal. Ao iniciar-se no mercado do Vinho do Porto como comerciante, rapidamente, instalou o seu negócio que se viria a revelar próspero e vindouro. Assim, na 5ª geração, nasce Dirk Niepoort, um produtor incontornável no mundo dos vinhos, reconhecido como uma das mais importantes personagens que trabalhou, e trabalha, em prol do vinho Português. Colaborou com várias dezenas de produtores, ajudou-os a melhorarem os seus vinhos e a compreenderem as suas vinhas, preparando, igualmente, o seu legado com quem está sempre a criar vinhos irreverentes. Hoje em dia, Dirk Niepoort colabora em muitos outros projectos, em praticamente todas
Cor amarelo-palha brilhante com laivos esverdeados e boa viscosidade. No aroma destacam-se notas de pera (típicas da casta Bical), apontamentos iodados e nuances especiadas de tomilho e alecrim. Na boca revela-se elegante e cremoso, com textura envolvente e mineralidade marcada, expressando uma subtil salinidade própria da forte influência atlântica. O paladar médio é dominado pela fruta e termina seco, fresco e persistente, com acidez vibrante.
A Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo é um local de extrema beleza, no coração do Douro, e propriedade da família Amorim desde 1999. A ligação da família ao vinho vem de longe, através da sua ligação às casas exportadoras de Vila Nova de Gaia, por via do negócio da cortiça, mas nessa data esta ligação resultou na concretização de um sonho e o projecto está hoje nas mãos da 4ª geração da família. Com uma história superior a 250 anos, a quinta exibe uma traça conservada e o edifício original da adega de 1764, após intervenções a cargo do Arquitecto Arnaldo Barbosa.
Cor vermelha profunda com tons violáceos. Aroma intenso dominado por frutos pretos muito maduros, amoras e cassis, apresentando também aromas a violeta e madeira exótica. Aromas de especiarias resultam das barricas de carvalho. Todos estes aspectos contribuem para uma grande complexidade aromática que aumentará com o tempo. Encorpado, acidez bem equilibrada com taninos firmes e maduros. Estas características juntas tornam-no um vinho encorpado e poderoso com um final longo e persistente.

SABOR
Na boca é cheio e frutado com taninos aveludados e um final longo e saboroso. Longo e cheio, cujo envelhecimento conferiu ao vinho mais complexidade e equilíbrio.

AROMA
Cor granadina muito concentrada com aroma a frutos pretos, especiarias e um toque balsâmico equilibrado pelo estágio de 12 meses em carvalho francês.

Maceração prolongada e fermentação malolática, seguida de estágio de 12 meses em carvalho francês e americano.

A Quinta de Lemos localiza-se no vale do Dão, numa área bastante discreta, a uma altitude de 340 metros. Composta por 25 hectares de vinha, plantada nos solos graníticos e arenosos do vale do Dão, e protegida pelas quatro montanhas, são recriadas as condições perfeitas para a produção de vinhos frescos, harmoniosos e com carácter.
A Herdade do Monte da Ribeira remonta a data 1958, sendo adquirida em 1986 pelo industrial Victor Carmona e Costa que, nos 15 anos seguintes, não só reformou completamente a Herdade, como implantou toda a atual estrutura agrícola produtiva e adega. A Herdade situa-se na freguesia de Pedrogão, pertencente ao concelho da Vidigueira e junto à aldeia de Marmelar. Como tal, conta com uma área de cerca de 1100 hectares, dedicados à exploração vitivinícola e florestal. Sendo um dos focos principais da herdade a produção de vinho, a primeira vinha foi plantada em 1989 e a primeira colheita surgiu em 1992, comercializada com a marca Vidigueira. Mais tarde foram adicionadas as marcas Pousio e Quatro Caminhos e recentemente, a marca Marmelar.
De uma complexidade aromática quase indescritível, é um grande branco que se mostra firme, de textura sedosa e finíssima linearidade. Com uma elevada concentração, é um vinho magnífico de uma acidez vibrante que só o Dão pode oferecer, terminando longo, persistente e muito preciso.
Vinho de cor profunda, com laivos violeta. Aroma complexo e intenso, onde se destacam os frutos negros maduros em conjunto com aromas balsâmicos e notas de especiarias provenientes do estágio em barrica. Na boca é firme e concentrado, com acidez equilibrada, possui taninos maduros bem envolvidos no seu corpo e volume. Final de boca longo e persistente. 1,5L
Uma vinha a passar os 80 anos de idade, com várias falhas derivadas de um parcial abandono durante alguns anos. Numa zona de intensa exposição e com enormes afloramentos de xisto à superfície onde nem uma única erva subsiste. As gentes da Quinta depressa a apelidaram de “Vinha do Abandonado”. Durante anos tentaram recuperar a vinha e replantar as videiras desaparecidas. Até que desistiram. Apesar de todo o cuidado apenas as cepas mais velhas eram capazes de subsistir em condições tão extremas. Em 2004 decidiram isolá-la pela primeira vez na adega da Quinta da Gaivosa. Revelou imediatamente uma personalidade e carácter únicos. Decidiram engarrafá-lo em homenagem às igualmente únicas vinhas velhas do Douro, que um dia desaparecerão. Cor rubi profunda. Grande complexidade e frescura aromáti
O Tapada do Chaves branco é produzido a partir de uvas da Vinha do Castanheiro, plantada em solos graníticos. Apresenta uma cor verde-citrina e um perfil aromático clássico, sem estágio em madeira, onde se destacam notas de fruta branca, nuances florais e apontamentos cítricos de casca de laranja, acompanhados por subtis notas de brioche. Na boca revela grande volume e untuosidade, com fruta expressiva, acidez firme e delicada mineralidade. O final é longo, elegante e cheio de carácter, refletindo com precisão a identidade do terroir. É nos arredores de Portalegre, em terras do Alto Alentejo, que são produzidos os vinhos Tapada do Chaves. Há quase 100 anos que esta propriedade dá origem a vinhos de qualidade reconhecida e que estão entre os melhores de Portugal. Os vinhos Tapada do Chave