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AJTS Branco

6,00 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
Cor cítrica. Aroma de pêra, frutas tropicais e cítricos são predominantes. Leve, refrescante, saboroso e com bom final.
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02940

Ficha informativa

Tipo de vinho
Branco
Produtor
AJTS Vinhos
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
8-10⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
12

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A Quinta da Boavista é reconhecida desde a primeira demarcação da região vinícola do Douro, datada de 1756. Documentada está também a presença da Quinta da Boavista nos célebres mapas de Joseph James Forrester, do século XIX. Durante o século XX, a Quinta passou por períodos desafiantes, tendo estado nas mãos de vários proprietários que trouxeram o seu conhecimento e experiência à produção vitícola dos vinhos da Boavista. Localizada na sub-região do Cima-Corgo, perto do Pinhão, na margem direita do Douro, e com uma das melhores vistas sobre o rio, a Quinta da Boavista possui 36 hectares de vinhas de alta qualidade, algumas delas vinhas velhas plantadas com as castas nativas. Em 2020, a Quinta foi adquirida pelo Grupo Sogevinus, um dos maiores grupos de vinhos do Douro, continuando a pro

Viagem ao Princípio do Mundo

65,00 €
O vinho Pequenos Rebentos Viagem ao Princípio do Mundo é um branco de elite, 100% Alvarinho de Melgaço, criado pelo enólogo Márcio Lopes. Produzido em anos excepcionais, estagia 18 meses em barricas de Jerez com véu de flor, resultando num vinho intenso, rústico e com notas de iodo e frutos secos. É reconhecido pela sua complexidade e acidez, sendo uma das edições mais especiais da região.

Belondrade Quinta Apolónia Branco

21,00 €
O Belondrade Quinta Apolonia branco é a expressão mais pura da casta da vinha ecológica Quinta San Diego. Este vinho resulta do primeiro assemblage do ano, combinando a frescura das parcelas que fermentaram em depósito com a estrutura e complexidade das que fermentaram em barricas. O nome deste vinho presta homenagem à filha mais velha de Didier, Apolline Belondrade. Com um potencial de guarda de 6 a 8 anos, este branco destaca-se pela sua elegância e pela capacidade de exprimir de forma autêntica as características únicas da sua origem. Ideal para apreciadores de vinhos brancos de grande carácter e sofisticação.

Quintas de Melgaço QM Nature

16,00 €
A raridade da casta Alvarinho, a baixa produção e distinção leva a que estas uvas sejam as mais valiosas de Portugal. A qualidade das uvas advém de razões naturais de solo e microclima, mas também de práticas culturais de quem trata delicadamente as vinhas e apura criteriosamente o melhor estado de maturação para as vindimar, fase capital para a definição da performance do vinho. No processo de vinificação, a Quintas de Melgaço segue os métodos e práticas enológicos tradicionais, considerados mais adequados para a sub-região, que concorrem para extrair toda a qualidade das uvas que chegam à adega. É nesta fase, que a Quintas de Melgaço imprime, cuidadamente, identidade própria aos vinhos que produz. Previamente ao engarrafamento, os técnicos especialistas atendem a que o vinho apresente

Quinta do Tamariz Reserva

11,00 €
Produzido na Quinta do Tamariz, na Região Demarcada dos Vinhos Verdes (Sub-região do Cávado), o Alvarinho Reserva é um vinho de produção limitada (apenas 1.253 garrafas), elaborado exclusivamente a partir de uvas 100% Alvarinho.

Arcossó Grande Reserva Tinto

19,80 €
Cor profunda como as montanhas de onde saiu. Aroma profundo e intenso a frutos vermelhos e azeitona preta, com fortes laivos de mineralidade, como a riqueza mineralógica-hídrica da região (a maior da Europa). Palato forte e estruturado como o granito que sustenta as cepas, mas com a subtileza, a suavidade e a frescura do vale que o produz. A menta e as especiarias são os traços dominantes. As sensações são sempre individuais, mas o produto (o vinho) é sempre coletivo.

Roquette & Cazes

24,50 €
O projeto Roquette & Cazes é, acima de tudo, o fruto da amizade entre dois grandes amigos: Jorge Roquette, da Quinta do Crasto, e Jean-Michel Cazes, do Château Lynch-Bages. Em 2002, as duas famílias uniram-se para criar uma empresa dedicada à produção de vinhos de excelência, que refletissem as características naturais do Douro, aliando-as à vasta experiência dos Cazes, que produzem vinhos em Bordeaux há cerca de um século. Esta aventura vitivinícola tem como objetivo "fazer um grande vinho com as castas do Douro, um vinho que exiba estrutura e complexidade, combinando o poder e o calor de Portugal com a elegância de Bordeaux", conforme destacou Jean-Michel Cazes sobre este projeto.

Calcário do Principal Tinto

21,00 €
As uvas deste vinho são provenientes de um terroir com clima de influência atlântica, protegido pelas Serras do Caramulo e Buçaco, com vinhas plantadas em alta densidade (5555 pés por hectare) em suaves colinas de solos argilo-calcários, na famosa mancha de calcário da região da Bairrada. De cor rubi com centro opaco, tem aromas de fruta preta, cedro, couro e grafite. Um vinho encorpado, com taninos firmes, mas de arestas polidas. Acidez vibrante que se mantém durante toda a prova, terminando longo e mineral. Está pronto a beber, mas irá evoluir muito bem com o tempo em garrafa. Excelente para acompanhar assados de carne ou peixe, cabrito, rosbife e carnes maturadas.

Crasto Vinhas Velhas 2021

40,00 €
Situada na margem direita do rio Douro, entre a Régua e o Pinhão, a Quinta do Crasto, é uma propriedade com cerca de 130 hectares, dos quais 70 são ocupados por vinhas. Fazem também parte do património da empresa a Quinta do Querindelo, com 10 hectares de Vinha Velha, e a Quinta da Cabreira, no Douro Superior, com 114 hectares de vinha. Com localização privilegiada na Região Demarcada do Douro, a Quinta do Crasto é propriedade da família de Leonor e Jorge Roquette há mais de um século. Como costuma ser com as grandes Quintas do Douro, a origem da Quinta do Crasto remonta a tempos longínquos - o nome Crasto deriva do latim "castrum", que significa forte romano.

Textura D. Áurea Tinto

59,00 €
Apresenta aromas delicados, com notas de frutos vermelhos, um toque terroso, fresco e austero. Na boca, o caráter frutado é complementado por uma elevada sensação de frescura e elegância, com taninos secos, precisos e texturados. Um vinho de grande complexidade, com um enorme potencial de envelhecimento em garrafa.

Manoella Tinto

15,50 €
Jorge é a 5ª geração de uma longa linhagem de produtores de vinho e proprietários de adegas. Assim, em 2009, Sandra e Jorge adquiriram a Quinta da Manoella, uma propriedade com uma história que remonta a 1838. As vinhas da Quinta da Manoella têm mais de cem anos, ladeadas de ambos os lados por vinhas mais jovens, sendo capazes de produzir vinhos com uma elevada frescura e delicadeza, e com uma concentração que os torna rapidamente reconhecidos como uns dos melhores vinhos do Douro. Fundada em 2001 pelo casal de enólogos Sandra Tavares da Silva e Jorge Serôdio Borges, a empresa Wine & Soul tem investido e comprado vinhas velhas e propriedades no vale do Rio Pinhão. O objectivo do casal passa por criar vinhos que expressem todo o carácter das vinhas velhas e castas indígenas do Douro, pro

Chryseia 2014, 1,5L

290,00 €
Em Novembro de 1998, a família Symington propôs a Bruno Prats a participação num novo projecto, que consistia em produzir um grande vinho não fortificado no Douro. A sua concretização deu-se em 1999, com a criação da PRATS & SYMINGTON Limitada como uma parceria equitativa entre as duas famílias. Algumas vinificações experimentais nesse primeiro ano permitiram definir e escolher as melhores parcelas e as castas mais adequadas para o projecto. O CHRYSEIA 2000 foi a primeira colheita a ser comercializada. O CHRYSEIA foi um dos pioneiros do ressurgimento, hoje amplamente reconhecido, dos vinhos não fortificados DOURO DOC. No entanto, este vinho, cujo nome significa «d’ouro» em grego clássico, tal como o nome do rio em português, mantém-se fiel a um estilo muito próprio. Nele predominam a eleg

Vinho Contador Tinto 2013

159,00 €
Cor granada intensa, aroma e sabor "sui generes" com muita harmonia e elegância. Notória persistência que o tornam distinto para acompanhar iguarias sublimes. É na vila de Santar que se encontra o Paço dos Cunhas de Santar, uma propriedade do século XVII que se dedicava à produção de azeite, fruta e vinho para abastecer os mercados da cidade do Porto. Atualmente a tradição ainda se respira no Paço dos Cunhas de Santar, mas na adega investiu-se em tecnologias modernas e avançadas para manter o hábito de produzir vinho, algo que se iniciou há cerca de 400 anos.

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