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Quinta do Convento DOC

16,00 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
Cor ruby vibrante com média intensidade. Aromas de fruta vermelha e preta, como cerejas e groselha, com notas de especiarias, avelãs e um toque fumado. Equilibrado, fresco e apimentado na boca. O final é longo e com taninos ainda vibrantes.
02792

Ficha informativa

Colheita
2020
Tipo de vinho
Tinto
Produtor
Kranemann Estates
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
16-18⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
13.5

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Cor amarela esverdeada, aroma com notas cítricas, mel e frutos tropicais bem conjugado com a madeira onde estagiou. Fresco e elegante na boca, com final persistente. Pode estagiar em boas condições por um período de pelo menos 5 anos. Este vinho harmoniza-se perfeitamente com peixes estufados e assados ou bacalhaus no forno. Encontra ainda boa maridagem com queijos azuis de pasta cremosa.
É um vinho de cor granada viva, aroma de frutos vermelhos maduros, algum floral e especiarias cedidas pela madeira que lhe confere boa complexidade. Na boca é macio, intenso, encorpado com taninos firmes e redondos, bem estruturado e com um final de prova profundo e persistente.
Depois de colocar no carrinho a quantidade que pretende pf indique ao finalizar a compra no campo "observações" qual a casta que pretende (Aragonez, tannat, syrah, touriga nacional ou chardonnay). 
O Andreza Reserva branco é produzido a partir das castas Viosinho e Verdelho, provenientes de vinhas situadas na região de Murça, implantadas em solos de xisto a 500-600 metros de altitude. De cor amarelo citrino, apresenta excelente intensidade aromática, com mineralidade marcante e grande complexidade. Na boca, revela-se poderoso e elegante, sustentado por uma acidez equilibrada que lhe confere frescura e precisão. O final é longo e persistente, refletindo a pureza das castas e a autenticidade do terroir duriense.
O Royal Palmeira Loureiro Sur Lies Fines 2009 é um vinho branco icónico da região do Minho, em Portugal, produzido pela Quinta da Pedra. Elaborado exclusivamente com a casta Loureiro, destaca-se pela sua técnica de produção "sur lies" (estágio sobre as borras finas), que lhe confere uma longevidade e complexidade invulgares para um vinho desta região.
Cada garrafa de ‘Maria Fernanda’ contém não apenas um vinho, mas uma viagem. É o resultado de uma alquimia única, onde a nobreza dos terraços do Douro encontra a coragem das mãos que moldaram a terra ao longo dos séculos. Cada vintage é uma obra-prima em um capítulo diferente desta narrativa do vinho ‘sem início ou fim’.
Nada poderia afastar Jorge Serôdio Borges e Sandra Tavares da Silva de fazerem, um dia, o seu vinho, que seria fruto da sua experiência profissional e da sua relação. Este talentoso casal decidiu então criar a empresa Wine & Soul em 2001, ao mesmo tempo que adquiriram os 2,5 hectares de vinha velha, com mais de 70 anos e com dezenas de castas, que daria origem ao seu primeiro vinho, cujo nome seria Pintas. A escolha deste nome prende-se pelo facto de ambos chegarem a casa com inúmeras pintas de mosto nas suas t-shirts, depois de um dia na vindima ou na adega. Hoje em dia, Pintas é uma das maiores estrelas do firmamento vínico português e uma verdadeira sinfonia das vinhas velhas. O objetivo do casal passa por criar vinhos que expressem todo o carácter das vinhas velhas e castas indígenas
Este é um vinho produzido apenas em anos excecionais, a partir das castas que melhor prestação tiveram nesse mesmo ano. Assim, este vinho branco é obtido a partir da casta Encruzado, revelando aromas florais e a frutas de polpa branca, traduzindo-se fresco e cremoso no paladar.
Produzido a partir de uma seleção das castas Antão Vaz e Arinto, foi fermentado parcialmente em barricas de carvalho francês e depósito de inox. A totalidade do lote passou depois por um estágio de 12 meses sobre borras finas com batonnage periódica, com um estágio final de 12 meses em garrafa. Pêra-Manca é a marca que a Fundação Eugénio de Almeida destina aos seus vinhos de exceção. Lançados pela primeira vez em 1990, é atualmente uma das marcas mais conceituadas e respeitadas da região vitivinícola do Alentejo, ganhando cada vez mais público-alvo. São vinhos dotados de complexidade, elegância e potencial de envelhecimento, sendo apreciados mundialmente.
O Feuerheerd's Garrafeira da colheita de 2017 é o resultado de uma criteriosa seleção das melhores uvas das castas Touriga Nacional, Touriga Francesa e uma pequena quantidade de Tinta Amarela, Tinta Roriz e Sousão. Este vinho, de grande complexidade, elegância e equilíbrio, estagiou 24 meses em barricas de carvalho francês, foi engarrafado em 2020 e passou mais 32 meses na cave antes do seu lançamento.
Muito elegante, complexo e intenso. Aromas de frutas de baga selvagem, baunilha, cacau e especiarias. Um vinho com um equilíbrio incrível, onde a fruta e as especiarias se fundem com a elegância dos taninos. Reflete o terroir onde as vinhas estão plantadas.
O vinho Principal Grande Reserva tinto, produzido a partir das castas Touriga Nacional, Cabernet Sauvignon e Merlot, revela tons violáceos e seduz com aromas de fruta preta madura e sublimes notas de especiarias. A sua complexidade excecional traduz-se num perfil encorpado, volume generoso e uma persistência longa, conjugada por taninos finos e suaves.
O Campolargo Chardonnay é um branco de excelência da Bairrada, fermentado em barricas de carvalho francês para garantir complexidade e estrutura. Com notas de fruta branca, nuances florais e um toque de cravo, oferece um paladar rico e uma frescura vibrante. Ideal para acompanhar peixes e carnes brancas, é a escolha perfeita para quem procura elegância e equilíbrio.
A Quinta da Pacheca, uma das mais conhecidas propriedades do Douro, destaca-se pelo facto de ter sido das primeiras a engarrafar vinhos de marca própria. O nome desta Quinta já vem referenciado desde 17 de Abril de 1738, quando num documento datado surge que pela primeira vez a referência à Quinta “da Pacheca”, por ser sua proprietária D. Mariana Pacheco Pereira. Mas foi só em 1903 que D. José Freire de Serpa Pimentel decidiu desenvolver o seu crescente interesse pela enologia, comprando a propriedade com o objectivo de se dedicar à produção vitivinícola. Hoje, um século passado, a nova geração dos Serpa Pimentel assume a gestão da Quinta: Maria, Catarina e José são os jovens rostos desta empresa de cariz vincadamente familiar.