Cor amarelo citrico, aroma fresco com notas cítricas e minerais. Na boca é sedoso com uma fantastica acidez, tornando o vinho muito firme.
Vinho
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O Casal de Vale Pradinhos é uma exploração agrícola com 450 hectares, estabelecida em 1913 e propriedade da família Pinto de Azevedo desde então. Os vinhos aqui produzidos são uma combinação de castas indígenas como a Touriga Nacional, Tinta Roriz, Tinta Amarela e Malvasia Fina, e reputadas castas internacionais, nomeadamente Cabernet Sauvignon, Gewürztraminer e Riesling.
Maria Antónia Pinto de Azevedo Mascarenhas, bisneta do fundador Manoel Pinto de Azevedo, é a atual proprietária do Casal de Vale Pradinhos. Tem vindo a implementar a sua visão nos vinhos que aqui se vinificam desde que assumiu o controlo da propriedade em 1994. A sua filha, Maria, será a 4ª geração de mulheres diretamente envolvidas na gestão da propriedade.
Cor salmão. Aroma de framboesa e morango. Boca cheia e ligeiro tanino que lhe prolonga o final.
Na boca é estruturado e equilibrado com a acidez. Refinado e fresco, com acidez equilibrada. Final longo e persistente.
Fermentado a temperaturas controladas, de forma a enaltecer e manter o aroma frutado das castas utilizadas.
Doce, suave, frutado, aromático.
Cor rubi profunda, aromas de amora e cereja e sabor a fruta madura, típica desta variedade.
É um vinho de aroma muito intenso, com notas cítricas e florais, distintas e elegantes, onde as qualidades da variedade são bem vincadas.
Os campos de Póvoa de Varzim produzem uma jóia Pét-Nat, um blend liderado pelas castas Vinhão e Loureiro. Elaborado utilizando técnicas ancestrais de espumante, apresenta uma efervescência suave e uma acidez vibrante. O nosso dégorgement de estreia elimina sedimentos de garrafas selecionadas, oferecendo um toque audacioso para paladares aventureiros. As Masseiras, encontradas em Estela, Navais e Aguçadoura em Póvoa de Varzim, além de Apúlia e Fão em Esposende, representam uma abordagem agrícola excecional. Envolve a criação de grandes cavidades retangulares nas dunas. Vinhas ao longo das margens das cavidades protegem contra os ventos do Atlântico. Surpreendentemente, a área central contém água doce, não água salgada. Apesar do vasto espaço cultivável, água abundante e sargaço alimentam o
Vinho tinto típico da região, conhecido pela sua cor intensa (retinto), frescura e adstringência característica da casta.
António Vilela Areias Loureiro 2024 é produzido a partir da nobre casta Loureiro, característica da Região dos Vinhos Verdes. Este vinho é aromático e refrescante, com uma acidez equilibrada. Apresenta um aroma cítrico, com notas de tília, maçã e acácia. Desfrute deste Loureiro da colheita de 2022 acompanhado de marisco, peixe ou carnes brancas.
Este Alvarinho concentra o vegetal da película, a intensidade de aromas, o equilíbrio e ao mesmo tempo o lado delicado desta casta. Vinho de cor esverdeada, com aroma intenso, com toque tropical e ligeiro vegetal. Vinho bem equilibrado na boca. Termina longo e persistente.
O Vinevinu Almanua F "Foudre" é uma expressão refinada e autêntica da influência atlântica no vinho branco português. Produzido com um olhar atento ao detalhe, este vinho revela-se como uma escolha sofisticada para os apreciadores mais exigentes.
Cor amarelo de intensidade média. Aroma profundo e complexo. Na boca apresenta frescor, estrutura redonda e final persistente. Boa capacidade de envelhecimento.
O Almanua Terroir Marítimo branco é a primeira criação conjunta de Manuel e Luís Cerdeira, um vinho que reflete a influência atlântica das vinhas de Famalicão.
Produzido a partir das castas Alvarinho, Arinto e Maria Gomes, combina a fruta e o floral do Alvarinho, a frescura vibrante do Arinto e a estrutura firme da Maria Gomes. Fermentado em inox e em barricas especiais de carvalho francês e castanho português, ganha corpo sem que a madeira se sobreponha. Com acidez marcante e uma energia cativante, é um branco gastronómico, pensado para brilhar à mesa.
Cor esverdeada, aroma cítrico, mineral e vegetal leve. Na boca mostra um leve efervescente que o torna vibrante e apetitoso, resultando num final longo e intenso.
A Adega Cooperativa Regional de Monção foi fundada a 11 de Outubro de 1958, por iniciativa de 25 viticultores e situa-se em plena Região Demarcada dos Vinhos Verdes, na sub-região de Monção e Melgaço. Aqui a matéria-prima, aliada à cuidada seleção das uvas e tecnologias moderna de vinificação, são a garantia da qualidade dos seus produtos, reconhecidos não só em Portugal, como também em grande parte do países da Europa, África, América do Norte e do Sul.