O Vinho Castelares Reserva Tinto 3 Litros 2020 tem um caracter freixenista do Douro Superior. Aroma intenso e complexo a frutos pretos maduros, equilibrado pelo estagio de 12 meses em barricas.
Vinho
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- Alergénicos: Contém sulfitos
Uma vinha a passar os 80 anos de idade, com várias falhas derivadas de um parcial abandono durante alguns anos. Numa zona de intensa exposição e com enormes afloramentos de xisto à superfície onde nem uma única erva subsiste. As gentes da Quinta depressa a apelidaram de “Vinha do Abandonado”.
Durante anos tentaram recuperar a vinha e replantar as videiras desaparecidas. Até que desistiram. Apesar de todo o cuidado apenas as cepas mais velhas eram capazes de subsistir em condições tão extremas. Em 2004 decidiram isolá-la pela primeira vez na adega da Quinta da Gaivosa. Revelou imediatamente uma personalidade e carácter únicos. Decidiram engarrafá-lo em homenagem às igualmente únicas vinhas velhas do Douro, que um dia desaparecerão.
Cor rubi profunda. Grande complexidade e frescura aromáti
O vinho Xisto Roquette & Cazes, elaborado a partir de uvas das castas Touriga Nacional, Touriga Franca e Tinta Roriz, estagiou em barricas novas de carvalho francês durante 20 meses e apresenta uma cor rubi intensa. No nariz revela aromas de frutos do bosque bem integrados com elegantes notas de especiarias e esteva. Na boca tem um ataque elegante, evoluindo para um vinho com excelente dimensão e estrutura, composto por taninos frescos e de textura fina, terminando harmonioso e com excelente persistência.
O projeto Roquette & Cazes é, acima de tudo, o fruto da amizade entre dois grandes amigos: Jorge Roquette, da Quinta do Crasto, e Jean-Michel Cazes, do Château Lynch-Bages. Em 2002, as duas famílias uniram-se para criar uma empresa dedicada à produção de vinhos de excelência, que refleti
Aromas de frutos pretos, que desvendam mirtilo e amora com laivos de alcaçuz e gengibre e, algumas notas fumadas entrelaçadas com apontamentos de bosque e caruma.
O projeto Roquette & Cazes é, acima de tudo, o fruto da amizade entre dois grandes amigos: Jorge Roquette, da Quinta do Crasto, e Jean-Michel Cazes, do Château Lynch-Bages. Em 2002, as duas famílias uniram-se para criar uma empresa dedicada à produção de vinhos de excelência, que refletissem as características naturais do Douro, aliando-as à vasta experiência dos Cazes, que produzem vinhos em Bordeaux há cerca de um século. Esta aventura vitivinícola tem como objetivo "fazer um grande vinho com as castas do Douro, um vinho que exiba estrutura e complexidade, combinando o poder e o calor de Portugal com a elegância de Bordeaux", conforme destacou Jean-Michel Cazes sobre este projeto.
A CVD Companhia dos Vinhos do Douro é uma empresa que produz e comercializa vinhos provenientes da região do Douro de categoria DOC, de elevada qualidade e rigor técnico. Nesta jovem empresa está conjugado um profundo conhecimento da região com uma grande dose de profissionalismo e desenvolvimento, usando o melhor método enológico para obter vinhos modernos, grandiosos e capazes de despertar sensações agradáveis em prova.
Atualmente com uma gama de produtos bastante mais diversificada, estes são fortes exemplos do que o terroir duriense tem para oferecer, que desde a simplicidade à sofisticação, podem ser apreciados em qualquer ocasião.
Taifa resulta da escolha criteriosa de parcelas mais velhas da casta Arinto e da antecipação da data de vindima para assegurar maior acidez. Estagiou 11 meses em barricas novas de carvalho francês e húngaro, procurando uma harmoniosa ligação à madeira nova e proporcionando longevidade ao vinho.
Apresenta um perfume sedutor e charmoso de madressilva, complementado por notas de iodo, sal e alguns laivos de baunilha. Sugestões de pederneira e leve tosta acrescentam dimensão ao sumptuoso leque aromático. Na boca, a rica textura proporciona sabores cremosos de alperce e marmelo e subtis toques de mel, tudo irrepreensivelmente equilibrado pela acidez cítrica. É um vinho complexo e sofisticado que promete uma excelente evolução em garrafa.
A Quinta da Fonte Souto é a primeira propriedade adquir
Cor vermelha muito profunda e densa. Aroma intenso e complexo, dominado pelos frutos pretos maduros, como amora e o "cassis", pelos aromas florais, como a violeta e complexado pelos aromas provenientes da sua "elevage" em barrica. Notam-se ainda alguns aromas característicos da evolução na garrafa, que contribuem para aumentar ainda a sua grande complexidade. É um vinho concentrado, denso, de elevada estrutura. Possui uma acidez equilibrada, taninos firmes e muito maduros, bem envolvidos no seu corpo e volume. O seu equilíbrio encontra-se num conjunto de sensações, onde a concentração, a riqueza e pujança se tornam decisivas. Estas características, em conjunto com a grande intensidade do seu aroma retronasal, conferem-lhe um final de grande persistência, que permitindo prever uma longa evo
Cor Rubi de elevada profundidade. Aroma intenso, complexo com predominância em frutos vermelhos, especiarias e pimenta. Notas de bergamota e esteva em equilíbrio com as notas superelegantes do estágio em barrica. Na boca têm um excelente volume, acidez bastante presente e bem integrada, taninos finos e intensos fazen-do este vinho longo e cheio antevendo um excelente potencial de envelhecimento em garrafa.
Cor: Vermelha profunda e consistente.
Aroma: Intenso a frutos pretos, amora, a par dos aromas florais, cassis, especiarias e floresta.
Boca: Encorpado com taninos robustos mas polidos com uma acidez e frescura marcantes
onde sobressai a fruta preta e o chocolate. Mostra-se um vinho cheio, concentrado e complexo com grande potencial de envelhecimento.
Final de Boca: Equilibrado, expressivo, longo e persistente.
O Borges TN TN CXL 140 nasce das melhores parcelas de Touriga Nacional, cuidadosamente selecionadas na Quinta da Soalheira, no Douro, e na Quinta de São Simão da Aguieira, no Dão.
Mais do que um vinho comemorativo, o BORGES TN TN CXL 140 simboliza os “NOVUS CXL”, marcando o início de uma nova era nos 140 anos da Borges. Esta criação celebra uma visão de transformação e progresso, sustentada pela busca incessante pela excelência e pela determinação em posicionar a Borges como uma referência de qualidade no setor vinícola, em Portugal e além-fronteiras.
Vinho muito fresco, especiado, com um final muito longo com sabor a frutos vermelhos, completado por um toque vegetal agradável.
Cor escura, nariz intenso com toques de couro e frutos negros. Na boca, a potência inicial vai dando lugar a uma explosão de aromas complexos, bem enquadrados por uma frescura e persistência notáveis.
Expressivo. Fresco. Refinado. O Post Scriptum é o vinho parceiro do Chryseia. Proveniente dos mesmos vinhedos, o seu perfil é semelhante, com fruta expressiva, fresca e concentrada, aliada a um equilíbrio e elegância exquisitos. É levemente amadeirado e mais acessível em tenra idade.
Cada garrafa de ‘Maria Fernanda’ contém não apenas um vinho, mas uma viagem. É o resultado de uma alquimia única, onde a nobreza dos terraços do Douro encontra a coragem das mãos que moldaram a terra ao longo dos séculos. Cada vintage é uma obra-prima em um capítulo diferente desta narrativa do vinho ‘sem início ou fim’.
Em Novembro de 1998, a família Symington propôs a Bruno Prats a participação num novo projecto, que consistia em produzir um grande vinho não fortificado no Douro. A sua concretização deu-se em 1999, com a criação da PRATS & SYMINGTON Limitada como uma parceria equitativa entre as duas famílias. Algumas vinificações experimentais nesse primeiro ano permitiram definir e escolher as melhores parcelas e as castas mais adequadas para o projecto. O CHRYSEIA 2000 foi a primeira colheita a ser comercializada.
O CHRYSEIA foi um dos pioneiros do ressurgimento, hoje amplamente reconhecido, dos vinhos não fortificados DOURO DOC. No entanto, este vinho, cujo nome significa «d’ouro» em grego clássico, tal como o nome do rio em português, mantém-se fiel a um estilo muito próprio. Nele predominam a eleg