Com uma história que atravessa quatro gerações, a família Massa está desde sempre ligada à pequena vila de Freixo de Espada à Cinta, no Douro Superior, e à agricultura, através das duas quintas que permanecem na família há várias décadas: Quinta Arribas do Douro e Quinta d’Alva. Com uma área total de 130 hectares, maioritariamente compostas por vinha e olival em regime de agricultura tradicional e biológico, as nossas quintas fazem parte de uma das mais belas fronteiras entre Portugal e Espanha, partilhando ao longo de 2 km os seus limites inferiores com o Rio Douro, em pleno Parque Natural do Douro Internacional.
Vinho
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As quintas da Ferreirinha são provavelmente as mais emblemáticas do Douro. De entre estas, a Quinta do Vale Meão reveste-se de uma simbologia enorme, visto ter sido um projeto idealizado de raiz, uma vez que a quinta foi adquirida em terra virgem.
Por mérito próprio, o Quinta do Vale Meão é realmente um dos mais interessantes e cobiçados vinhos de Portugal. Destaque merecido pela qualidade que este vinho oferece em todas as colheitas em que é lançado. A Quinta produz ainda um segundo vinho, o Meandro do Vale Meão, feito a partir das vinhas mais novas.
O Monte Meão branco provém de duas vinhas, Vinha do Rio e Vinha do Janeanes, plantadas em solos de aluvião e xisto com as castas Arinto e Rabigato, respetivamente. Este vinho estagiou durante 5 meses em barricas e estagiou mais 4 meses em tonel. É muito mineral, com madeira discreta e bem integrada, excelente volume de boca, notas citrinas e um final longo e complexo.
As quintas da Ferreirinha são provavelmente as mais emblemáticas do Douro. De entre estas, a Quinta do Vale Meão reveste-se de uma simbologia enorme, visto ter sido um projeto idealizado de raiz, uma vez que a quinta foi adquirida em terra virgem.
Por mérito próprio, o Quinta do Vale Meão é realmente um dos mais interessantes e cobiçados vinhos de Portugal. Destaque merecido pela qualidade que este vinho oferece em todas as
Cor amarela brilhante citrinos. Excelente intensidade aromática, fruta complexa e madeira de uma forma sutil e elegante. Na boca é equilibrado, fresco e vibrante. Longo final.
O VZ Branco é um vinho fresco e vibrante, com uma cor intensa de palha dourada e uma fantástica concentração de aromas de frutos. A fermentação e estágio em barrica trazem-lhe um toque muito elegante no palato, com grande equilíbrio e subtileza, e um final muito longo e frutado, equilibrado com um impressionante toque de acidez.
Tem uma cor amarelo citrino. Excelente intensidade aromática. Muito fresco, citrico e terpénico. Na boca é surpreendente, fresco e elegante. O final de boca é muito longo e persistente.
Fundada por Adriano Ramos Pinto em 1880, a Casa Ramos Pinto depressa se fez notar pela sua estratégia de inovação e pioneirismo. Associada a vinhos engarrafados de qualidade e com uma estratégia de vanguarda, esta empresa apoia-se na modernização dos circuitos de seleção, lotagem e envelhecimento, na investigação vitivinícola constante e no especial cuidado que Adriano Ramos Pinto dedicou à embalagem e promoção dos seus vinhos. Os vinhos Ramos Pinto tornaram-se, assim, uma referência de qualidade.
Este vinho aromático exibe aromas intensos com notas destacadas de frutas brancas, tropicais e cítricas. Na boca, o vinho tem uma acidez vibrante com mais notas de aromas cítricos e florais. Apresenta um longo saboroso final de boca.
O Barca Velha de 1983 revela aromas ainda com alguma fruta vermelha, madeira nobre, balsâmico, terroso, tabaco, com ligeiras notas resinosas, mentoladas, especiarias e azeitonas. No paladar, mostra-se seco, estruturado e equilibrado entre acidez e teor alcoólico com taninos de excelente qualidade e persistentes.
A Casa Ferreirinha, adquirida pela Sogrape Vinhos em 1987, e os seus vinhos são sinónimos de tempo e de arte. Assim acontece desde a sua fundação, no século XVIII, pela mão de Bernardo Ferreira, que viu a fórmula refinada pelos descendentes, especialmente por sua neta Dona Antónia Adelaide Ferreira, que carinhosamente ficou conhecida por "Ferreirinha" ou "Ferreirinha-da-Régua" pelas gentes da sua terra. Pelas mãos de Dona Antónia, que duas vezes viúva se viu à frente de uma grande
Um vinho fresco, puro e mineral que abraça ao mesmo tempo toda a fruta e exuberância da casta Viosinho. Aroma ananás, com notas de fruta cítrica.
A Touriga Nacional, a nossa casta de excelência apresenta-se aqui em todo o seu esplendor floral e aromático. Uma verdadeira Touriga Nacional! Mas em Rosé!
Uma das Quintas com maior prestigio no Douro é a Quinta do Vallado, uma quinta que foi pertença da D. Antónia Adelaide Ferreira, a Ferreirinha, e que ainda hoje se mantém nas mãos de seus descendentes. Os vinhos Vallado injustamente andaram esquecidos e agora naturalmente recuperaram o tempo perdido. São vinhos de grande importância na história do Douroe que merecem estar nos lugares cimeiros.
Construída em 1716, a Quinta do Vallado perfila-se com uma das mais antigas no Douro. Situa-se bem junto à Régua, nas margens do Rio Corgo. Os destinos desta emblemática Quinta estão nas mãos de João Alves Ribeiro e Francisco Ferreira, ambos descendentes da Ferreirinha, e responsáveis pela gestão da empresa e da Enologia, respectivamente.
Incrivelmente fresco, puro e mineral, com citrinos brilhantes e marmelo perfumado e pedregoso. Pureza e precisão.
Cor amarelo citrico, aroma fresco com notas cítricas e minerais. Na boca é sedoso com uma fantastica acidez, tornando o vinho muito firme.
No panorama vínico nacional, não existe produtor mais consensual que a Niepoort e a longa história inicia-se em 1842 com o primeiro Van Der Niepoort a chegar a Portugal.
Ao iniciar-se no mercado do Vinho do Porto como comerciante, rapidamente, instalou o seu negócio que se viria a revelar próspero e vindouro.
O vinho mais caro da região de Bordéus teve um começo muito humilde. Em comparação com os melhores vinhos de Bordéus em Médoc, é também um produtor relativamente novo, apesar de as pesquisas mostrarem que os registos mais antigos sobre a história de Pétrus remontam a meados da década de 1750, tornando-o, igualmente, uma das mais antigas propriedades estabelecidas em Pomerol.
Jean-Francois Moueix e a sua descendência são hoje os proprietários de Pétrus. Quando Jean-Pierre Moueix faleceu em 2003, o seu filho mais velho com o mesmo nome, tomou conta de Pétrus, enquanto, Christian Moueix, o seu outro filho geria a produção. Assim, em 2005 Pétrus beneficiou de uma renovação e modernização das suas caves. O capítulo seguinte para a história de Pétrus abriu em 2008, quando Olivier Berrouet, de 3