LOUREIRO - Um Vinho Verde Harmonioso e Refrescante Experimente o equilíbrio perfeito com o nosso Gião Loureiro, um Vinho Verde harmonioso com delicadas notas florais e cítricas de toranja e limão. Cada gole revela um final de boca longo e intenso, onde se destacam a refrescância e a mineralidade distintas dos Vinhos Verdes.
Vinho
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Edição limitada de 962 garrafas, feito com Arinto. Aroma discreto com leves notas citrinas e alguma fruta branca, tudo um pouco escondido. Na boca sente-se uma acidez que espevita bem o vinho, o estilo é leve e será muito bom companheiro de peixe e marisco.
Zafirah é um nome feminino de origem muçulmana que significa graciosidade. O primeiro vinho a solo de Constantino Ramos, enólogo e "braço direito" do conceituado produtor Anselmo Mendes. Com base nas antigas tradições da região, as vinhas encontram-se em Riba de Mouro e Tangil no alto do concelho de Monção — zona norte de Portugal. É um vinho artesanal com intervenções enológicas mínimas, com a produção de 1000 garrafas, rotuladas e numeradas manualmente. Um "verde tinto" com predominância de Alvarelhão, Borraçal, Pedral e Vinhão com mais de 70 anos.
Este Alvarinho concentra o vegetal da película, a intensidade de aromas, o equilíbrio e ao mesmo tempo o lado delicado desta casta. Vinho de cor esverdeada, com aroma intenso, com toque tropical e ligeiro vegetal. Vinho bem equilibrado na boca. Termina longo e persistente.
Amarelo Palha. Complexo, com aromas a fruta amarela. Bom volume de boca, acidez vibrante, fruta complexa e final seco e persistente.
Produzido na Quinta do Tamariz, na Região Demarcada dos Vinhos Verdes (Sub-região do Cávado), o Loureiro Alvarinho Reserva resulta de um lote harmonioso de Loureiro (70%) e Alvarinho (30%), combinando a frescura aromática com estrutura e elegância.
Produzido na Quinta do Tamariz, na Região Demarcada dos Vinhos Verdes (Sub-região do Cávado), o Alvarinho Reserva é um vinho de produção limitada (apenas 1.253 garrafas), elaborado exclusivamente a partir de uvas 100% Alvarinho.
Fermentado em barricas usadas de 400 litros, combina assinalável cremosidade com a frescura própria da casta, a fruta sempre presente em notas de laranja e toranja, nuances florais campestres a acompanhar. Profundo e amplo, com perfeito equilíbrio ácido, cheio de sabor e presença no longo final.
Cor rubi aberta. Aromas a fruta vermelha madura com um toque mineral. Na boca apresenta uma excelente acidez que transmite frescura a par com uma boa estrutura.
O Soalheiro Terramatter é um vinho totalmente diferente dos outros vinhos da família Soalheiro. É, por um lado, o regresso às nossas origens e, por outro lado, é uma projeção no futuro. Produzido com a mínima intervenção na viticultura e na vinificação, Terramatter é a expressão genuína do nosso território. De cor intensa, aroma expressivo e paladar complexo, este vinho revela uma personalidade forte e um perfil muito distinto para os quais, a vindima precoce e a fermentação malolática parcial em barricas de castanho muito contribuem. Recomendamos que, antes de servir o vinho, este seja suavemente agitado na garrafa por forma a homogeneizar bem as borras finas e, assim, poder obter uma experiência de consumo totalmente diferente!
O Vinevinu Almanua F "Foudre" é uma expressão refinada e autêntica da influência atlântica no vinho branco português. Produzido com um olhar atento ao detalhe, este vinho revela-se como uma escolha sofisticada para os apreciadores mais exigentes.
Cor amarelo de intensidade média. Aroma profundo e complexo. Na boca apresenta frescor, estrutura redonda e final persistente. Boa capacidade de envelhecimento.
O Almanua Terroir Marítimo branco é a primeira criação conjunta de Manuel e Luís Cerdeira, um vinho que reflete a influência atlântica das vinhas de Famalicão.
Produzido a partir das castas Alvarinho, Arinto e Maria Gomes, combina a fruta e o floral do Alvarinho, a frescura vibrante do Arinto e a estrutura firme da Maria Gomes. Fermentado em inox e em barricas especiais de carvalho francês e castanho português, ganha corpo sem que a madeira se sobreponha. Com acidez marcante e uma energia cativante, é um branco gastronómico, pensado para brilhar à mesa.
O Corta Fogo branco resulta da colaboração entre dois enólogos de renome: Anselmo Mendes, uma referência no Alvarinho de Monção e Melgaço, e Mário Sérgio Alves Nuno, ícone da Bairrada. Este vinho combina a frescura da casta Alvarinho, vinificada em barricas de 400 litros, com a elegância da casta Bical, fermentada em barricas de 500 litros, cada um na sua adega.
Após um estágio de nove meses em madeira, os vinhos foram reunidos na adega de Anselmo Mendes, em Melgaço, para o engarrafamento em junho de 2021. Com apenas 2622 garrafas produzidas, o Corta Fogo é um branco que reflete a ambição e a genuinidade dos seus criadores. Criado a partir da vontade de dois amigos que partilham valores comuns, este vinho é uma ode às memórias e às histórias contadas à lareira pelos avós, e não surgiu de
Cor esverdeada, aroma cítrico, mineral e vegetal leve. Na boca mostra um leve efervescente que o torna vibrante e apetitoso, resultando num final longo e intenso.
Num anfiteatro natural com exposição a Sul nas encostas do rio Douro, situado na fronteira entre a zona granítica da Região dos Vinhos Verdes e a região de xisto dos Vinhos do Porto, situa-se, desde o Século XVI, a Quinta de Covela. Com vistas panorâmicas sobre o rio, a quinta tem 49 hectares, dos quais 18 plantados com vinha, distribuidos por duas freguesias do Baixo Douro, São Tomé de Covelas e Santa Cruz do Douro, reconhecidas pela sua extraordinária beleza natural e pela sua rica história cultural.
Em tempos mais recentes, a Covela pertenceu a Manoel de Oliveira, um dos mais importantes cineastas europeus da metade do século passado até à atualidade. O realizador, também ele um "Homem do Renascimento", transformou a quinta em várias frentes, construindo aquedutos, muros maciços, casas