O Quinta da Vacaria Reserva branco é um vinho elegante, de cor amarelo limão, criado a partir de uma mistura das castas Arinto, Viosinho e Rabigato, revelando frescura e complexidade. No nariz, emergem aromas de frutos exóticos, harmonizados com notas de baunilha e madeira, muito bem integradas. Na boca é volumoso, com uma acidez viva e um final longo.
A Quinta da Vacaria, uma das mais antigas da região (primeiro registo data de 1616), fica situada na margem do Rio Douro junto à cidade da Régua, no coração da Região Demarcada mais antiga do mundo, o Douro. No cais da quinta atracavam os Barcos Rabelo para carregar as pipas cheias com o vinho do Porto e transportá-las até Gaia, na Foz do Rio, onde eram vendidos a granel para todo o mundo deixando para trás a sua identidade oculta uma vez q
Vinho
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O Charme é um vinho raro produzido pela Niepoort, no Douro, a partir de uma mistura de castas, com predominância de Tinta Roriz e Touriga Franca, dando origem a um tinto elegante e complexo, com taninos macios e envolventes.
No panorama vínico nacional, não existe produtor mais consensual que a Niepoort e a longa história inicia-se em 1842 com o primeiro Van Der Niepoort a chegar a Portugal.
Ao iniciar-se no mercado do Vinho do Porto como comerciante, rapidamente, instalou o seu negócio que se viria a revelar próspero e vindouro.
Assim, na 5ª geração, nasce Dirk Niepoort, um produtor incontornável no mundo dos vinhos, reconhecido como uma das mais importantes personagens que trabalhou, e trabalha, em prol do vinho Português. Colaborou com várias dezenas de produtores, ajudou-os a melhor
O Andreza Reserva branco é produzido a partir das castas Viosinho e Verdelho, provenientes de vinhas situadas na região de Murça, implantadas em solos de xisto a 500-600 metros de altitude. De cor amarelo citrino, apresenta excelente intensidade aromática, com mineralidade marcante e grande complexidade. Na boca, revela-se poderoso e elegante, sustentado por uma acidez equilibrada que lhe confere frescura e precisão. O final é longo e persistente, refletindo a pureza das castas e a autenticidade do terroir duriense.
A Sogrape Vinhos foi fundada em 1942 por Fernando van Zeller Guedes, com a ambição de dar a conhecer ao mundo os vinhos portugueses e uma visão de longo prazo assente na qualidade dos vinhos a comercializar, na importância da novidade das marcas e na apresentação dos seus vinhos. Liderada hoje pela terceira geração da família fundadora, a Sogrape Vinhos cumpre, cada vez mais fielmente, o objectivo assumido desde da sua fundação: ser uma empresa de cariz familiar e vocação internacional, focada na produção de vinhos de qualidade, na inovação e no desenvolvimento de marcas portuguesas de nível global. A Sogrape Vinhos possui cerca de 830 hectares de vinhas em Portugal.
A Quinta da Romeira existe desde 1703 e na história deste carismático Solar que aqui se mantém com as suas janelas Manuelinas, chegou a repousar o Duque de Wellington e são referidos familiares do célebre Marquês de Pombal, famoso pelo apoio à vinha e ao incentivo à exportação.
Hoje em dia, a Quinta tem 130 hectares, dos quais 75 estão afetos à plantação de vinha, na sua maioria Arinto sendo esta a maior mancha de plantação da casta do País. Para além da área de vinha, a Quinta da Romeira tem 50 hectares afetos à exploração florestal para além do Solar e dos seus jardins.
Este vinho tem uma bela cor amarelo citrino. No nariz é elegante, fino, cheio e complexo. Na boca é muito fresco e frutado, com notas de pêra, marmelo e baunilha. Com a madeira bem integrada, quando está no copo, aromas de especiarias e nozes são liberados e torná-lo rico e muito interessante.
Imensa cor, a fruta madura de enorme qualidade a desdobrar-se em notas de ameixa, amoras, bosque, funcho, pimenta branca. O equilíbrio de boca é notável, com menos concentração e mais delicadeza do que em colheitas anteriores. Apesar da juventude o vinho tem uma grande harmonia, com taninos de seda a pontuar o belíssimo final.
O Quinta da Sequeira Rosado 2022 é um vinho DOC proveniente da sub-região do Douro Superior, em Portugal, produzido pela prestigiada Quinta da Sequeira. Este vinho de quinta destaca-se pelo seu perfil fresco, equilibrado e muito gastronómico.
Este icónico tinto da Niepoort tem um bouquet complexo, atraente e refinado, onde delicadas notas florais de violeta se entrelaçam com frutos escuros, com um toque vivo de ervas frescas, nuances de grafite que acrescentam mineralidade e um toque de baunilha que confere alguma doçura, complementado por especiarias. O paladar estruturado e complexo revela notas de especiarias que realçam a profundidade do sabor, conduzindo a um final longo e redondo que se prolonga graciosamente no palato, deixando uma impressão duradoura.
No panorama vínico nacional, não existe produtor mais consensual que a Niepoort e a longa história inicia-se em 1842 com o primeiro Van Der Niepoort a chegar a Portugal.
Ao iniciar-se no mercado do Vinho do Porto como comerciante, rapidamente, instalou o seu negócio que
Cor rubi carregada. Aroma rico a fruta vermelha, envolto em notas frescas florais e especiadas. Na boca revela boa acidez e taninos redondos, terminando de forma sedosa e persistente.
Vinho de grande vivacidade, perfil muito fresco e elegante. O estágio em barrica de luxo potência a sua acidez e revela-se no aroma, floral citrino maduro, ervas secas. Apresenta uma excelente evolução, muito persistente e um final de boca que prima pela excelência.
Para este monocasta limitamo-nos a conjugar a força da frescura com uma capacidade de envelhecimento majestosa.
Dentro desta garrafa, de um 100% Viosinho, está toda uma estética e abordagem pessoal à casta. Várias texturas da mesma casta, através da vindima em duas fases e em duas parcelas bem distintas na Quinta da Assolveira, no Vale do Rio Pinhão. A guarda do vinho foi tão importante quanto as duas (e distintas) vindimas, porque o meu desejo foi quebrar a fruta exuberante da casta, buscando o seu lado mais “amanteigado” e menos terpénico. O uso de duas tanoarias francesas e uma húngara apenas contribuem para tornar a prova deste Viosinho em algo inesquecível.
Ruby. É limpo, muito elegante e bastante frutado. Apresenta notas de Cereja e ameixa maduras, que misturadas com notas de cassis que lhe conferem a complexidade aromática que o torna um vinho muito rico e interessante. É frutado, fresco e saboroso. Revela-se expressivo pelas notas de cereja e ameixa bem madura, taninos suaves e a acidez equilibrada atribuem-lhe complexidade e um final longo.
Fiz referência a este número 2160, por ser a altitude da nascente do Rio Douro, este rio que se estende de Espanha a Portugal, dividindo em 2 distintas margens o Douro Superior, o Cima Corgo e o Baixo Corgo, de onde são selecionadas as uvas para fazer este vinho. Todas as uvas vêm de altitude e todo o Douro tem como Mãe a Serra de Urbión. Quis demonstrar a versatilidade da fruta e frescura da altitude, onde a acidez se torna a espinha dorsal destes vinhos. Assente em tons primários da fruta e em secundários da fermentação e contacto com as películas por 4 dias, mas acima de tudo pôr as mãos nesta magnífica região que é o Douro.
O ANA é uma ideia, um sonho idealizado por Tiago Dias da Silva , materializado com a equipa Quinta Maria Izabel e afinado pelo enólogo Dirk Niepoort. Um 100% Arinto vinificado parte em inox e o restante em barrica de forma a atingir toda a plenitude deste vinho que será uma surpresa para si e para quem o provar. Pena ser uma edição tão limitada!