Muitas castas como Barcelo, Bical, Dona Branca, Uva Cão, entre outras. Aromaticamente começa com redução atrativa, notas de pólvora e giz, tangerina e floral fresco subtil. Prova de boca muito fresca, com ótima acidez, tentativamente mineral, perfil sério com boa secura e um lado sério e austero que lhe assenta muito bem.
Vinho
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É na vila de Santar que se encontra o Paço dos Cunhas de Santar, uma propriedade do século XVII que se dedicava à produção de azeite, fruta e vinho para abastecer os mercados da cidade do Porto. Atualmente a tradição ainda se respira no Paço dos Cunhas de Santar, mas na adega investiu-se em tecnologias modernas e avançadas para manter o hábito de produzir vinho, algo que se iniciou há cerca de 400 anos.
Cor amarela muito pálida. Aromas fresco e discretos - florais e tostados com complemento de toranja e citrinos. Na boca vivo, seco, acidez equilibrada, com volume e cheio e com uma frescura surpreendente.
Cor citrina esverdeada. Bouquet elegante e fresco, com abundantes notas de tosta, frutos secos e misturando citrinos, maça, pêra e minerais com as notas de madeira. Na boca muito bom corpo e acidez perfeita, surgindo no final com mais notas tostadas.
Cor palha. Bouquet elegante e fresco, com abundantes notas de tosta, frutos secos, misturando citrinos e minerais e com as notas suaves de barrica. Na boca muito bom corpo e acidez perfeita, surgindo no final com notas mais tostadas. Longo e persistente.
Este Barcelo Fugitivo monovarietal é um vinho com um carácter distinto, delicadeza aromática e excelente estrutura, produzido segundo métodos de vinificação ancestrais com uvas de vinhas velhas.
Estamos perante um produtor que renasceu das cinzas. Veio para ficar e escrever uma nova história, mas a história desta casa é antiga, remontando ao Século XIX, quando foi erguida. Grandes vinhos nasceram desta casa e destas vinhas. Quem não se lembra dos P63, na altura vinificados pela José Maria da Fonseca. Quis o destino que estivesse "abandonada" para o mundo do vinho, mantendo-se apenas uma lembrança ténue dos grandes vinhos que ali nasceram. Quis também o destino que o novo proprietário, fosse gente de bom gosto, de extrema dedicação em fazer e fazer bem.
Nasceu assim a nova Casa da Passare
Cor citrina, frutos brancos, Líchia, notas florais, encorpado, firme e elegante. Final de boa longo e persistente.
Fermentação e estágio em barrica a oferecer complexidade e exuberância olfativa. Florais e notas cítricas predominantes a contribuir para o equilíbrio e frescura de um vinho de grande amplitude.
Juliana Kelman, descendente de uma família portuguesa que emigra para o Brasil na década de 40, volta a Portugal com ideia de abraçar o mundo dos vinhos, sabendo que em território português a qualidade é primazia. Assim, em 2013 iniciou a sua produção na região do Dão, respeitando sempre o carácter da mesma, plantando as castas tradicionais Touriga Nacional e Encruzado. Hoje, combina as práticas ancestrais inteligentes com os modernos processos de produção, apresentando ao mundo vinhos autênticos, elegantes e gastronómicos.
Cor: Amarelo limão, límpido.
Aroma: Inicialmente neutro, com evidência de notas cítricas e perfil redutivo.
Paladar: Acidez elevada, destacando-se pela sua linearidade, sendo o pilar deste vinho.
Amarelo palha ligeiro e brilhante. Aroma muito complexo e multicamada, com notas de fruta de caroço, feno, tosta subtil e notas de panificação. Boca intensa, cheia e ampla, com um equilíbrio notável entre a amplitude e a frescura ácida. Final longo e texturado.
Com 70 hectares de vinha cuidadosamente cultivada, a Quinta de Bella Encosta é um projeto que alia tradição e respeito pela natureza, no coração da região do Dão. Na aldeia de Prime, a paixão pela terra e o saber acumulado ao longo de gerações permitiram valorizar um terroir único, onde se pratica uma viticultura sustentável, inspirada nas técnicas clássicas de Bordéus e Borgonha. O resultado são vinhos que refletem autenticidade, elegância e uma forte ligação à origem.
Amarelo limão brilhante. Aroma complexo com evidente fruta de polpa branca, bem integrada numa tosta fumada. Notas de lima e pedra molhada, conjunto em crescendo e em múltiplas camadas. Boca texturada, com subtileza e cremosidade. Ampla, bem equilibrada por uma acidez vertical e tensa. Conjunto de fino recorte, longevo. Final demorado. Um clássico.
O Líquen Encruzado 2021 é um vinho branco de excelência produzido pelo enólogo João Cabral de Almeida na prestigiada Região Demarcada do Dão. Elaborado inteiramente a partir da casta autóctone Encruzado, este vinho destaca-se pelo seu perfil sério, estruturado e com um enorme potencial de guarda.
Um branco fresco, elegante, preciso, cujo nariz e prova fazem lembrar a magia do pó de arroz. Um vinho onde o menos é mais, feito em cuba de betão e a partir das 15 castas existentes numa vinha velha do Dão. Cítrico, floral e mineral, de nariz fresco e uma elegância delicada e leve (tem 13% mas não damos por ela, tal é o seu equilíbrio) e de boca fina, oferecendo uma prova sem altos nem baixos. Um vinho em que a enologia se “limitou” a realçar a natureza e uma colaboração entre a Defio Wine, Carlos Raposo, Burel Factory (que assina o bonito e condizente rótulo em burel) e WiseShape (cubas em betão 100% portuguesas).