O Dez Tostões tinto é um vinho cheio de personalidade, com uma cor rubi intensa e profunda. No nariz, revela um aroma quente e cativante, onde se destacam notas de frutos pretos do bosque, envolvidas por um toque subtil de especiarias. Na boca, é rico e cheio, com taninos bem presentes que lhe conferem estrutura e carácter.
Um tinto alentejano que combina na perfeição a elegância da Touriga Nacional, a profundidade do Alicante Bouschet e a versatilidade do Aragonês, resultando num vinho equilibrado e envolvente.
A Herdade da Maroteira situa-se no sopé da Serra D’Ossa, e estende-se por 540 hectares, pertencentes à mesma família anglo-portuguesa há 5 gerações, desde meados do século XIX. Nessa altura, Robert Reynolds investiu no montado de sobro alentejano para satisfazer as necessidades da
Vinho
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A Herdade da Maroteira situa-se no sopé da Serra D’Ossa, e estende-se por 540 hectares, pertencentes à mesma família anglo-portuguesa há 5 gerações, desde meados do século XIX. Nessa altura, Robert Reynolds investiu no montado de sobro alentejano para satisfazer as necessidades da indústria do Vinho do Porto no norte de Portugal, e por cerca de 150 anos, o foco da produção da propriedade era a cortiça e gado. Só no ano 2000, Philip Mollet, atual proprietário e gestor da herdade revolucionou a estratégia da quinta e plantou vinha. Desde então, a herdade produz excelentes vinhos alentejanos com base na casta preferida, Syrah.
A vinha distribui-se pelos 15 hectares plantados em solos argilo-calcários, conferindo aos vinhos o carácter genuíno do Alentejo.
Produzido a partir das castas Trincadeira e Aragonês, apresenta-se encorpado, complexo e elegante, com aroma a fruta passa e essências das madeiras de estágio.
Pêra-Manca é a marca que a Fundação Eugénio de Almeida destina aos seus vinhos de exceção. Lançados pela primeira vez em 1990, é atualmente uma das marcas mais conceituadas e respeitadas da região vitivinícola do Alentejo, ganhando cada vez mais público-alvo. São vinhos dotados de complexidade, elegância e potencial de envelhecimento, sendo apreciados mundialmente.
O vinho Balluta Chardonnay Branco com uvas colhidas na Herdade Penedo Gordo, durante as horas mais frescas,tratada de forma a reduzir as oxidações.Vinificação a baixas temperaturas.Final de fermentação e estágio em barrica de carvalho francês, com battonnage durante 3 meses.
Cor laranja mel, nariz muito exuberante,
notas de laranja cristalizada, algum
marmelo quase toques de vindima tardia.
Ataque cheio, super texturado a meio de
prova, guloso, mas com muita frescura.
O Mil Reis Grande Reserva Syrah, produzido apenas em anos de excelência, é um vinho monovarietal Syrah com estágio de 18 meses em barricas novas de carvalho francês e americano, seguido de 6 meses em garrafa. Produzido a partir da primeira parcela de Syrah da Herdade da Maroteira, plantada em 2000, este vinho apresenta um carácter robusto e profundo, com notas vivas e intensas de frutos vermelhos, estrutura firme, complexidade e notável persistência.
A Herdade da Maroteira situa-se no sopé da Serra D’Ossa, e estende-se por 540 hectares, pertencentes à mesma família anglo-portuguesa há 5 gerações, desde meados do século XIX. Nessa altura, Robert Reynolds investiu no montado de sobro alentejano para satisfazer as necessidades da indústria do Vinho do Porto no norte de Portugal, e por cerca
Inspirado por uma personalidade introspectiva, enigmática e reservada, representa a essência do "Mestre Lucas".
O gosto de receber os amigos e a família e a paixão pelos vinhos levou José Rodrigues, empresário da região de Setúbal, a procurar um lugar onde pudesse reunir estes dois prazeres. Foi em 2011 que, depois de muito procurar, descobriu o refúgio ideal. Uma propriedade no Alentejo, a cerca de 10 Kms de Évora, situada numa zona de paisagem protegida pela Rede Natura 2000, que o encantou de imediato.
A casa do Monte da Ribeira era a única edificação a pontuar a propriedade. Começou por adquirir um tractor e algumas alfaias para apoio do assento agrícola e o seu espírito inquieto não sossegou enquanto não concretizou o desejo de plantar uma vinha. «Fui muitas vezes avisado para desistir, diziam-me que não sabia onde me estava a meter, porque plantar uma vinha e fazer vinho dá muito trabalho… Mas
Vinho elegante, com aromas frescos de fruta tropical e notas
de mineralidade envolvido na cremosidade da barrica onde
estagiou . Excelente equilíbrio, com final persistente
de extrema complexidade.
Tem Aragonês e Tinta Grossa, de vinhas não regadas. Aroma vivo, com fruta madura e num registo com boa complexidade onde a fruta sobressai e a madeira se integra no conjunto. Boa prova de boca, envolvente, cheio e com barrica no ponto. Um vinho encorpado, mas com muito boa tensão e persistência.
Produzido a partir Alicante Bouschet, Aragonês, Touriga Nacional e Cabernet Sauvignon, após estagiar 18 meses em barricas novas de Carvalho Francês, apresenta aromas profundos a fruta vermelha e preta madura, especiarias, um ligeiro toque vegetal. Na boca revela-se envolvente, com textura aveludada pontuada por taninos e uma acidez bem medida. Finaliza com uma percepção da madeira muito bem integrada, longo, sofisticado e elegante.
Situada dentro da cidade de Estremoz, a Quinta destaca-se pela sua beleza e pela sua história, com uma construção apalaçada de arquitectura do séc. XVIII, estimáveis jardins, bosquetes, caramanchões, tanques e outras obras de arte do setecentismo, e atualmente, também pelos excelentes seus vinhos.
A Quinta esteve longos anos na posse da família Zagalo, que a u
A Herdade do Monte da Ribeira remonta a data 1958, sendo adquirida em 1986 pelo industrial Victor Carmona e Costa que, nos 15 anos seguintes, não só reformou completamente a Herdade, como implantou toda a atual estrutura agrícola produtiva e adega.
A Herdade situa-se na freguesia de Pedrogão, pertencente ao concelho da Vidigueira e junto à aldeia de Marmelar. Como tal, conta com uma área de cerca de 1100 hectares, dedicados à exploração vitivinícola e florestal.
Sendo um dos focos principais da herdade a produção de vinho, a primeira vinha foi plantada em 1989 e a primeira colheita surgiu em 1992, comercializada com a marca Vidigueira. Mais tarde foram adicionadas as marcas Pousio e Quatro Caminhos e recentemente, a marca Marmelar.
Pêra-Manca é a marca que a Fundação Eugénio de Almeida destina aos seus vinhos de exceção. Lançados pela primeira vez em 1990, é atualmente uma das marcas mais conceituadas e respeitadas da região vitivinícola do Alentejo, ganhando cada vez mais público-alvo. São vinhos dotados de complexidade, elegância e potencial de envelhecimento, sendo apreciados mundialmente.
A Gloria Reynolds Cathedral é o vinho mais exclusivo deste produtor, lançado apenas em anos de colheitas excecionais e criado com as castas Alicante Bouschet e Trincadeira. Este vinho tinto revela uma cor vermelha muito escura e tem um aroma intenso e complexo com notas de chocolate preto, solo florestal, ameixa, café e cola, juntamente com nuances de frutos secos, menta e tabaco. Na boca, é encorpado e sedoso, com muita fruta preta e um final explosivo, complexo e muito persistente.
A Reynolds Wine Growers tem raízes que remonta a 1820, quando Thomas Reynolds se estabeleceu em Estremoz, Portugal. Com 40 hectares de vinha em colinas, o patriarca Robert consolidou a produção de vinhos de qualidade. O cultivo ocorre em solo de xisto, proporcionando ótimo escoamento e luz solar.
Próximo ao
Vinho de cor granada escura, revelando notas vibrantes de frutos negros, compota, de especiarias e tosta. Taninos nobres cheios de garra num final poderoso. Grande potencial de envelhecimento.