Nascido em solos de lava, ricos em nutrientes minerais, O vinho tinto Terras de Lava é um IG Açores e expressa de forma genuína o terroir vulcânico.
A Cooperativa Vitivinícola da Ilha do Pico foi fundada em 1949, quando os produtores locais se uniram para tentar recuperar as castas nobres e a cultura da vinha em curral de pedra, hoje classificada como Património Mundial pela UNESCO. Ao longo dos anos, mais associados se uniram a esta causa, contando agora com 250, entre mulheres, homens e famílias que dedicam a vida à sua paixão e a uma arte secular. Hoje com 75 anos de história é a produtora de vinhos nos Açores mais antiga e que continua a respeitar e a preservar as tradições vitivinícolas. Esta aliança constitui a qualidade dos vinhos criados em solos açorianos.
Vinho
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“Raro” é uma palavra que usamos para descrever algo extraordinário, escasso ou que ocorre com pouca frequência, e é exatamente dessa forma que percebemos este vinho – como uma raridade no sentido mais nobre do termo. Originário de um ano particularmente quente em várias regiões, mas que, na Bairrada, resultou na criação de vinhos de excepcional elegância, combinando delicadeza e força. Este Outrora, oriundo de nossa vinha secular situada no Vale de Cadoiços, encapsula o que consideramos ser a quintessência da variedade, demonstrando o seu máximo esplendor em anos particularmente favoráveis.
O ano de 2015 destacou-se pela sua austeridade inicial, mas também por uma pureza de fruta singular e uma elegância paradoxal que nos cativou desde o início. Percebemos que estávamos diante de uma cria
Apresenta aromas delicados, com notas de frutos vermelhos, um toque terroso, fresco e austero. Na boca, o caráter frutado é complementado por uma elevada sensação de frescura e elegância, com taninos secos, precisos e texturados. Um vinho de grande complexidade, com um enorme potencial de envelhecimento em garrafa.
Existem vinhos eternos. São vinhos que nos contam histórias e que nos fazem parar no tempo. Videira a videira, lemos o nosso mundo, as rugas da vinha velha, muito velha, guardadoras de sonhos, encantos, promessas, um diário vivo de sabedoria e resiliência, a guardar a história de cada vindima.