Vindima manual com selecção na parcela. Fermentação com leveduras indígenas com temperatura controlada entre os 21ºC e 25ºC. Fermentação em inox com bago inteiro e 20% dos engaços. Maceração de 30 dias. Fermentação Maloláctica em tonel de carvalho francês. Estágio: 18 meses em tonel de 5000L de carvalho francês.
Vinho
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A Quinta de São José de Peramanca situa-se a 5 quilómetros de Évora, na Estrada Nacional 114, e é facilmente identificável graças ao grande e tradicional casario, marcado pela arquitetura barroca e a igreja de São José a ele adjacente.
A propriedade foi adquirida pela família Grave em 1912, permanecendo até aos dias de hoje, gerida agora por João Grave, e conta com 34 hectares, onde cerca de 15,5 hectares são, exclusivamente, orientados para a cultura da vinha para produção de vinho.
O vinho Herdade da Candeeira Barro tinto combina tradição e modernidade, revelando elegância e frescura distinta. A sua cor rubi antecipa um aroma de terra fresca e frutas vivas, e no paladar, é robusto, mas suave e revigorante, com uma textura aveludada.
Thomas Reynolds, marinheiro e comerciante inglês, chega a Portugal em 1820, atraído pelo negócio do vinho e tem dois filhos, Thomas e Robert. É a partir do Porto que abastece o seu armazém comercial em Londres com produtos ibéricos. Em 1838, introduzem-se na indústria corticeira em Espanha, expandindo-se até Portugal acabando por se fixar em Estremoz. Após a família ter partido para a Nova Zelândia Robert fica em Estremoz à frente dos negócios, que rapidamente desenvolve com a aquisição de novas terras e a produção de vinhos de qualidade, atividade esta que exercia com particular empenho e paixão. O Alentejo converte-se no berço definitivo dos Reynolds de Portugal e de Robert, o patriarca da família. Desse berço procedem o filho primogénito de Robert, Robert Rafael e, deste, Carlos. Carlos
O Quinta de Foz de Arouce é produzido com as castas Baga e Touriga Nacional, provenientes de solos xistosos, e estagiou durante 6 meses em barricas de carvalho francês de segundo ano. É um vinho tinto com boa concentração de aromas, revelando notas de frutos vermelhos e resina. Na boca é equilibrado, com taninos suaves e um final persistente.
A Quinta de Foz de Arouce situa-se no Conselho da Lousã, na região das Beiras. Está rodeada pelos contrafortes das Serras da Lousã e Penela e é banhada pelos rios Arouce e o Ceira onde o primeiro desagua. Os antigos documentos existentes na casa referem as propriedades como pertença da família desde o Sec. XVIII, sabendo-se que algumas dependências são mais antigas, pois a primitiva casa foi por duas vezes consumida pelo fogo. A capela contígua à cas
Com origem na Bairrada, entre o sopé da Serra do Buçaco e o mar, nasce o Giz, um vinho que expressa de forma única as características dos solos calcários de onde provém.
Oriundo de vinhas centenárias e produzido a partir de castas autóctones, plantadas em solos pobres e pedregosos, a intervenção no processo de produção é mínima, tanto na vinha como na adega.
Assim, após uma vinificação artesanal, o vinho repousa por 8 meses em barricas de carvalho francês, para a obtenção de um néctar sem máscaras, autêntico, estruturado, elegante e complexo, pleno de individualidade e carácter.
Um vinho único desde a sua criação, M.O.B. representa as inicias de Moreira, Olazabal, Borges, uma joint-venture dos produtores de vinho Jorge Moreira (Poeira), Francisco Olazabal (Quinta do Vale Meão) e Jorge Serôdio Borges (Wine & Soul).
A Vinha do Ujo foi plantada em 1930, em patamares horizontais pré-filoxéricos, sendo o solo suportado por pequenos muros de xisto. As suas mais de 25 castas traduzem uma diversidade só possível de encontrar em vinhas tão antigas. Cimentadas em pequenos socalcos expostos a Norte, entre altitudes que variam dos 180 aos 210 metros, são tratadas ano após ano pelas mãos experientes de quem vive o Douro dia após dia.
A Quinta da Boavista é reconhecida desde a primeira demarcação da região vinícola do Douro, datada de 1756. Documentada está também a presença da Quinta da Boavista nos célebres mapas de Joseph James Forrester, do século XIX.
Durante o século XX, a Quinta passou por períodos desafiantes, tendo estado nas mãos de vários proprietários que trouxeram o seu conhecimento e experiência à
O Andreza Grande Reserva tinto é um vinho elaborado com as castas Touriga Nacional, Touriga Franca e Sousão, cultivadas em solos xistosos, sob um clima quente e seco com grandes amplitudes térmicas. Apresenta uma cor vermelho profundo com reflexos anil, e um aroma muito intenso e poderoso, mas ao mesmo tempo fresco, onde o óleo de bergamota, típico da Touriga Nacional, se destaca em perfeito equilíbrio com notas de frutos do bosque, mirtilo, amora preta e uma madeira elegante e muito bem integrada. Estagiou durante 12 meses em barrica, adquirindo complexidade e estrutura. Na boca, revela-se extraordinariamente elegante, com volume, frescura e equilíbrio notável, culminando num final excepcionalmente longo onde reaparecem as notas florais e dos frutos do bosque.
Em Novembro de 1998, a família Symington propôs a Bruno Prats a participação num novo projecto, que consistia em produzir um grande vinho não fortificado no Douro. A sua concretização deu-se em 1999, com a criação da PRATS & SYMINGTON Limitada como uma parceria equitativa entre as duas famílias. Algumas vinificações experimentais nesse primeiro ano permitiram definir e escolher as melhores parcelas e as castas mais adequadas para o projecto. O CHRYSEIA 2000 foi a primeira colheita a ser comercializada.
O CHRYSEIA foi um dos pioneiros do ressurgimento, hoje amplamente reconhecido, dos vinhos não fortificados DOURO DOC. No entanto, este vinho, cujo nome significa «d’ouro» em grego clássico, tal como o nome do rio em português, mantém-se fiel a um estilo muito próprio. Nele predominam a eleg
O Quinta do Vesúvio tinto encanta com sedutores aromas florais, cravinho e nuances de fumo da madeira. No paladar, frutas ricas e acidez equilibrada destacam-se, enquanto os taninos finos conferem imponente estrutura, definindo a excelência característica da Quinta do Vesúvio.
A propriedade Quinta do Vesuvio remonta ao século XIX e pertence à família Symington, desde 1989.
Uma magnífica Quinta da região do Douro, totaliza cerca de 326 hectares, dos quais 133 são plantados com vinha.
O contraste entre as cotas da propriedade, proporciona aos vinhos estrutura, complexidade e potencial de envelhecimento inigualáveis, bem como a preservação dos métodos tradicionais de produção de vinho, que destacam a Quinta do Vesuvio como a única que continua ativamente a criar os seus vinhos com esta bas
A Quinta da Boavista é reconhecida desde a primeira demarcação da região vinícola do Douro, datada de 1756. Documentada está também a presença da Quinta da Boavista nos célebres mapas de Joseph James Forrester, do século XIX.
Durante o século XX, a Quinta passou por períodos desafiantes, tendo estado nas mãos de vários proprietários que trouxeram o seu conhecimento e experiência à produção vitícola dos vinhos da Boavista.
Localizada na sub-região do Cima-Corgo, perto do Pinhão, na margem direita do Douro, e com uma das melhores vistas sobre o rio, a Quinta da Boavista possui 36 hectares de vinhas de alta qualidade, algumas delas vinhas velhas plantadas com as castas nativas.
Em 2020, a Quinta foi adquirida pelo Grupo Sogevinus, um dos maiores grupos de vinhos do Douro, continuando a pro
A Quinta da Pacheca, uma das mais conhecidas propriedades do Douro, destaca-se pelo facto de ter sido das primeiras a engarrafar vinhos de marca própria.
O nome desta Quinta já vem referenciado desde 17 de Abril de 1738, quando num documento datado surge que pela primeira vez a referência à Quinta “da Pacheca”, por ser sua proprietária D. Mariana Pacheco Pereira. Mas foi só em 1903 que D. José Freire de Serpa Pimentel decidiu desenvolver o seu crescente interesse pela enologia, comprando a propriedade com o objectivo de se dedicar à produção vitivinícola.
Hoje, um século passado, a nova geração dos Serpa Pimentel assume a gestão da Quinta: Maria, Catarina e José são os jovens rostos desta empresa de cariz vincadamente familiar.
A Quinta Vale D. Maria, localizada no coração do Douro, no Cima Corgo, mais precisamente no Vale do Rio Torto, tem uma história que remonta a 1868. No entanto, foi em 1996 que começou uma nova era de excelência, quando Cristiano van Zeller adquiriu a propriedade da família da sua esposa, Joana Lemos van Zeller. Ao longo de mais de duas décadas, Cristiano liderou um trabalho de dedicação e paixão, criando vinhos únicos e de qualidade reconhecida tanto em Portugal como além-fronteiras.
A aquisição da Quinta Vale D. Maria pelo grupo Aveleda em 2017, representa a continuidade deste legado, acrescentando uma visão de longo prazo, focada na excelência e na sustentabilidade. Esta filosofia baseia-se numa paixão por cada detalhe, que começa com a seleção manual dos melhores bagos, segue com a uti
Vinho de cor vermelha intensa e brilhante. Apresenta aromas a frutos vermelhos, com notas de especiarias conferidas pela madeira. O sabor é rico, com taninos sumarentos e bem presentes.
A Quinta da Vacaria, uma das mais antigas da região (primeiro registo data de 1616), fica situada na margem do Rio Douro junto à cidade da Régua, no coração da Região Demarcada mais antiga do mundo, o Douro. No cais da quinta atracavam os Barcos Rabelo para carregar as pipas cheias com o vinho do Porto e transportá-las até Gaia, na Foz do Rio, onde eram vendidos a granel para todo o mundo deixando para trás a sua identidade oculta uma vez que estes cascos de madeira não eram sequer marcados com o selo do produtor. No destino, o vinho era engarrafado e rotulado com a marca dos comerciantes estrangeiros que
Este vinho constitui a ‘espinha dorsal’ do portfolio da Quinta da Boavista e resulta de um lote feito com uvas de vinhas velhas e de vinhas mais recentes. Em particular, este Reserva é produzido utilizando Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinto Cão e Vinhas Velhas.
A Touriga Nacional é uma casta tinta que é um ingrediente chave quer para os vinhos tranquilos, quer para os vinhos fortificados da região do Douro. Apresenta arrojadas notas de frutos pretos, comummente acompanhados por memórias de especiarias e violeta.