Vinho com cor citrina dourada, aromas elegantes de alguma complexidade, com predominância de fruta de caroço e ligeiras notas de madeira, onde fermentou. Boca elegante com untuosidade notória, bem integrada com a acidez, a proporcionar um final agradável e com alguma persistência.
Vinho
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Cor laranja mel, nariz muito exuberante,
notas de laranja cristalizada, algum
marmelo quase toques de vindima tardia.
Ataque cheio, super texturado a meio de
prova, guloso, mas com muita frescura.
Aroma predominantemente a frutos de polpa branca, intenso em notas de aveia, baunilha e cereais tostados. Sabor complexo com excelente volume de boca e persistência distinta.
Aroma predominantemente a frutos de polpa branca, intenso em notas de aveia, baunilha e cereais tostados. Sabor complexo com excelente volume de boca e persistência distinta.
No panorama vínico nacional, não existe produtor mais consensual que a Niepoort e a longa história inicia-se em 1842 com o primeiro Van Der Niepoort a chegar a Portugal.
Ao iniciar-se no mercado do Vinho do Porto como comerciante, rapidamente, instalou o seu negócio que se viria a revelar próspero e vindouro.
O Luis Pato 2020 Laranja da Madalena Blanc de Noirs apresenta uma cor citrino brilhante, indicativa da sua vivacidade e jovialidade. O perfil aromático está repleto de notas cítricas e de flores brancas, complementadas por subtis nuances de frutos de caroço e um toque de mineralidade. Na boca, o vinho é fresco e preciso, com uma acidez equilibrada que harmoniza com a sua textura cremosa. O final é longo e elegante, deixando impressões de raspa de limão e pedra molhada. Este vinho exemplifica a dedicação de Luis Pato à elaboração de vinhos expressivos e que reflectem o terroir, honrando as tradições da região da Bairrada.
Cor alaranjada, aroma marcante a flor de larangeira devido a maceração pelicular. Na boca, surpreendente pela sua invulgar combinação entre estrutura acidez e salinidade.
De uma complexidade aromática quase indescritível, é um grande branco que se mostra firme, de textura sedosa e finíssima linearidade. Com uma elevada concentração, é um vinho magnífico de uma acidez vibrante que só o Dão pode oferecer, terminando longo, persistente e muito preciso.
Muitas castas como Barcelo, Bical, Dona Branca, Uva Cão, entre outras. Aromaticamente começa com redução atrativa, notas de pólvora e giz, tangerina e floral fresco subtil. Prova de boca muito fresca, com ótima acidez, tentativamente mineral, perfil sério com boa secura e um lado sério e austero que lhe assenta muito bem.
Presente em exclusivo nos vinhedos antigos da Serra da Estrela, e famosa pelos elevados níveis de acidez, esta casta era normalmente plantada na entrada das vinhas – não sendo definitivamente a melhor uva para comer. O seu nome diz tudo: Uva-Cão, a “uva que guarda a vinha”. Aos mais curiosos e aos mais sensíveis, um aviso: a acidez deste vinho é marcante!
O Legado do Zeca Curtimenta é um vinho de cor amarela âmbar. No nariz apresenta um aroma muito concentrado de fruta branco madura e pêssego, com elegantes notas de loureiro e gengibre envoltas em notas balsâmicas. Na boca é envolvente com muita textura e salinidade e de extrema complexidade com um final delicado e interminável.
Este vinho branco é conciso, elegante e franco. No nariz, revela notas frescas de citrinos com grande notoriedade, lima, toranja, flor e fruto branco. Na boca, é amplo, sério e com uma acidez exuberante. O final é longo e com um traço salgado.
Em pleno centro da Região Demarcada do Douro, sobre as encostas xistosas dos seus vales, situa-se a Quinta Maria Izabel, que se estende por 130 hectares, numa das zonas mais privilegiadas da região.
Produtora de vinhos tranquilos e Vinho do Porto, a propriedade representa o sonho Brasileiro em terras lusas, consilidam-se ao longo dos anos em novas ideias e conceitos, desenvolvendo vinhos sedutores, encorpados e de forte carácter.
Aroma muito exuberante com predominância de características florais, casca de limão, leve vegetal e notas suaves de buxo. Elegante com uma acidez muito presente e um final muito fresco.
Este vinho apresenta aromas puros e encantadores, com notas de citrinos, pêssego e frutos de polpa branca. Na boca, oferece uma expressão fresca e elegante, com subtis apontamentos de carvalho por trás da fruta cítrica refinada. Um toque de pêssego e damasco confere profundidade, enquanto a toranja acrescenta um caráter vibrante. Estruturado, cheio de sabor, termina longo e delicado.
Taifa resulta da escolha criteriosa de parcelas mais velhas da casta Arinto e da antecipação da data de vindima para assegurar maior acidez. Estagiou 11 meses em barricas novas de carvalho francês e húngaro, procurando uma harmoniosa ligação à madeira nova e proporcionando longevidade ao vinho.
Apresenta um perfume sedutor e charmoso de madressilva, complementado por notas de iodo, sal e alguns laivos de baunilha. Sugestões de pederneira e leve tosta acrescentam dimensão ao sumptuoso leque aromático. Na boca, a rica textura proporciona sabores cremosos de alperce e marmelo e subtis toques de mel, tudo irrepreensivelmente equilibrado pela acidez cítrica. É um vinho complexo e sofisticado que promete uma excelente evolução em garrafa.
A Quinta da Fonte Souto é a primeira propriedade adquir
O ANA é uma ideia, um sonho idealizado por Tiago Dias da Silva , materializado com a equipa Quinta Maria Izabel e afinado pelo enólogo Dirk Niepoort. Um 100% Arinto vinificado parte em inox e o restante em barrica de forma a atingir toda a plenitude deste vinho que será uma surpresa para si e para quem o provar. Pena ser uma edição tão limitada!