Porta da Ravessa, uma marca inspirada na icónica porta do secular Castelo de Redondo. Este vinho tinto Grande Reserva e é obtido pelas castas Touriga Nacional, Syrah, Cabernet Sauvignon e Touriga Franca e apresenta-se de cor rubi muito intensa e profunda, com aromas de fruta preta e bagas maduras bem integradas com nuances das barricas de carvalho francês, onde estagiou cerca de 12 meses. Na boca, apresenta-se denso, profundo e estruturado, com um final de grande persistência, conferindo um perfil distinto e cheio de carácter.
Desde 1956 que a Adega Cooperativa de Redondo se dedica aos vinhos alentejanos. Após 65 anos, situada em pleno coração do Alentejo, tem-se vindo a modernizar, adaptando-se também às novas exigências do mercado. Os vinhos produzidos são oriundos das uvas de cerca de
Vinho
Existem 21 produtos.
Este vinho tinto, da excecional colheita de 2018, foi criado a partir de uma seleção de 5 barricas que se destacaram pela sua enorme complexidade e capacidade de envelhecimento. As uvas são provenientes de vinhas localizadas na Serra de São Mamede, foram vinificadas em lagares e estagiaram em barricas de carvalho francês durante 3 anos, até ao engarrafamento em dezembro de 2021.
Produzido maioritariamente com a casta Alicante Bouschet, revela um aroma que impressiona pela sua intensidade e particularidade, resultado da combinação com a Touriga Nacional. Na boca é profundo e mineral, com taninos suaves e elegantes que lhe conferem uma complexidade única.
Susana Esteban é uma das Enólogas em Portugal que mais prémios conquistou. As suas geniais criações permanecem na memória e as suas parc
A marca Cartuxa é um dos principais ativos da Fundação Eugénio de Almeida e atual marca “umbrela” da Adega Cartuxa. A insígnia traduz a identidade dos vinhos Vinea, EA, Foral de Évora, Cartuxa, Scala Coeli e do mítico Pêra-Manca. Excelência, qualidade e individualidade, num estilo muito próprio que marca a diferença e define um clássico do Alentejo. A aposta da Fundação Eugénio de Almeida na criação de produtos de excelência tem sido reconhecida ao longo dos últimos anos com diversos prémios.
A marca Cartuxa é um dos principais ativos da Fundação Eugénio de Almeida e atual marca “umbrela” da Adega Cartuxa. A insígnia traduz a identidade dos vinhos Vinea, EA, Foral de Évora, Cartuxa, Scala Coeli e do mítico Pêra-Manca. Excelência, qualidade e individualidade, num estilo muito próprio que marca a diferença e define um clássico do Alentejo. A aposta da Fundação Eugénio de Almeida na criação de produtos de excelência tem sido reconhecida ao longo dos últimos anos com diversos prémios.
O Tapada do Chaves Reserva é o resultado da combinação das castas Aragonez, Trincadeira e Alicante Bouschet da vinha Moutas e de uma vinha velha plantada em 1901, localizada a uma altitude entre 350 e 400 metros. É um vinho de cor granada com grande concentração, revelando uma enorme complexidade aromática, com notas de frutos silvestres, esteva, resina, terra e nuances de couro com toques balsâmicos. Na boca é muito elegante, com bom volume e fruta madura muito presente, expressando o perfil clássico do Alentejo. Os taninos são firmes, tem boa acidez, equilíbrio e excelente envolvência.
É nos arredores de Portalegre, em terras do Alto Alentejo, que são produzidos os vinhos Tapada do Chaves. Há quase 100 anos que esta propriedade dá origem a vinhos de qualidade reconhecida e que estão ent
Produzido a partir das castas Trincadeira e Aragonês, apresenta-se encorpado, complexo e elegante, com aroma a fruta passa e essências das madeiras de estágio.
Pêra-Manca é a marca que a Fundação Eugénio de Almeida destina aos seus vinhos de exceção. Lançados pela primeira vez em 1990, é atualmente uma das marcas mais conceituadas e respeitadas da região vitivinícola do Alentejo, ganhando cada vez mais público-alvo. São vinhos dotados de complexidade, elegância e potencial de envelhecimento, sendo apreciados mundialmente.
Produzido a partir da casta Moreto e fermentado em talha, este vinho tinto apresenta aromas terrosos, frutas vermelhas e especiarias. Na boca revela um corpo leve com taninos vivos e uma acidez média.
A marca Cartuxa é um dos principais ativos da Fundação Eugénio de Almeida e atual marca “umbrela” da Adega Cartuxa. A insígnia traduz a identidade dos vinhos Vinea, EA, Foral de Évora, Cartuxa, Scala Coeli e do mítico Pêra-Manca. Excelência, qualidade e individualidade, num estilo muito próprio que marca a diferença e define um clássico do Alentejo. A aposta da Fundação Eugénio de Almeida na criação de produtos de excelência tem sido reconhecida ao longo dos últimos anos com diversos prémios.
No início do século XIX, nascia uma das mais interessantes páginas do Vinho Português, com o lançamento de um vinho que viria a tornar-se um ícone, alvo de cobiça, mas que sempre foi mantido, por vontade própria, fora das luzes da ribalta.
O seu criador, Alexandre de Almeida, importou o conceito de aliar a hotelaria de luxo a uma adega e a um vinho próprio, criando desta forma, os raríssimos e históricos vinhos Buçaco, produzidos no belo Palácio do Bussaco, nas serras a norte de Coimbra.
Estes são vinhos que não adotaram modernismos e que invocam um enorme potencial de guarda, podendo manter-se na garrafa por décadas.
Estamos perante um produtor que renasceu das cinzas. Veio para ficar e escrever uma nova história, mas a história desta casa é antiga, remontando ao Século XIX, quando foi erguida. Grandes vinhos nasceram desta casa e destas vinhas. Quem não se lembra dos P63, na altura vinificados pela José Maria da Fonseca. Quis o destino que estivesse "abandonada" para o mundo do vinho, mantendo-se apenas uma lembrança ténue dos grandes vinhos que ali nasceram. Quis também o destino que o novo proprietário, fosse gente de bom gosto, de extrema dedicação em fazer e fazer bem.
Nasceu assim a nova Casa da Passarella, para escrever um novo capítulo na história desta casa e na região do Dão. Os vinhos são excelentes e feitos com rigor e muita muita vontade de fazer o melhor.
Em pleno centro da Região Demarcada do Douro, sobre as encostas xistosas dos seus vales, situa-se a Quinta Maria Izabel, que se estende por 130 hectares, numa das zonas mais privilegiadas da região.
Produtora de vinhos tranquilos e Vinho do Porto, a propriedade representa o sonho Brasileiro em terras lusas, consilidam-se ao longo dos anos em novas ideias e conceitos, desenvolvendo vinhos sedutores, encorpados e de forte carácter.
É nas propriedades Quinta da Costa de Cima, Quinta do Sol e Quinta do Caleiro, que a Menin encontra o terroir perfeito para desenvolver vinhos complexos, com carácter, cheios de finesse e grande potencial de guarda.
São nos cerca de 55 hectares, dos quais 10 são vinha velha, que a filosofia da sustentabilidade está assente e é no conceito de gravidade que a adega foi construída. A enologia praticada pela Menin reúne o saber da vinha com as mais modernas tecnologias de vinificação para retirar o melhor partido do terroir duriense.
No panorama vínico nacional, não existe produtor mais consensual que a Niepoort e a longa história inicia-se em 1842 com o primeiro Van Der Niepoort a chegar a Portugal.
Ao iniciar-se no mercado do Vinho do Porto como comerciante, rapidamente, instalou o seu negócio que se viria a revelar próspero e vindouro.
Assim, na 5ª geração, nasce Dirk Niepoort, um produtor incontornável no mundo dos vinhos, reconhecido como uma das mais importantes personagens que trabalhou, e trabalha, em prol do vinho Português. Colaborou com várias dezenas de produtores, ajudou-os a melhorarem os seus vinhos e a compreenderem as suas vinhas, preparando, igualmente, o seu legado com quem está sempre a criar vinhos irreverentes. Hoje em dia, Dirk Niepoort colabora em muitos outros projectos, em praticamente todas
Situada na margem direita do rio Douro, entre a Régua e o Pinhão, a Quinta do Crasto, é uma propriedade com cerca de 130 hectares, dos quais 70 são ocupados por vinhas. Fazem também parte do património da empresa a Quinta do Querindelo, com 10 hectares de Vinha Velha, e a Quinta da Cabreira, no Douro Superior, com 114 hectares de vinha.
Com localização privilegiada na Região Demarcada do Douro, a Quinta do Crasto é propriedade da família de Leonor e Jorge Roquette há mais de um século. Como costuma ser com as grandes Quintas do Douro, a origem da Quinta do Crasto remonta a tempos longínquos - o nome Crasto deriva do latim "castrum", que significa forte romano.
Em Novembro de 1998, a família Symington propôs a Bruno Prats a participação num novo projecto, que consistia em produzir um grande vinho não fortificado no Douro. A sua concretização deu-se em 1999, com a criação da PRATS & SYMINGTON Limitada como uma parceria equitativa entre as duas famílias. Algumas vinificações experimentais nesse primeiro ano permitiram definir e escolher as melhores parcelas e as castas mais adequadas para o projecto. O CHRYSEIA 2000 foi a primeira colheita a ser comercializada.
O CHRYSEIA foi um dos pioneiros do ressurgimento, hoje amplamente reconhecido, dos vinhos não fortificados DOURO DOC. No entanto, este vinho, cujo nome significa «d’ouro» em grego clássico, tal como o nome do rio em português, mantém-se fiel a um estilo muito próprio. Nele predominam a eleg
O Quinta do Vesúvio tinto encanta com sedutores aromas florais, cravinho e nuances de fumo da madeira. No paladar, frutas ricas e acidez equilibrada destacam-se, enquanto os taninos finos conferem imponente estrutura, definindo a excelência característica da Quinta do Vesúvio.
A propriedade Quinta do Vesuvio remonta ao século XIX e pertence à família Symington, desde 1989.
Uma magnífica Quinta da região do Douro, totaliza cerca de 326 hectares, dos quais 133 são plantados com vinha.
O contraste entre as cotas da propriedade, proporciona aos vinhos estrutura, complexidade e potencial de envelhecimento inigualáveis, bem como a preservação dos métodos tradicionais de produção de vinho, que destacam a Quinta do Vesuvio como a única que continua ativamente a criar os seus vinhos com esta bas