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Quinta do Portal Vinho AURU

120,00 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
Aromas de amora, cacau, alguma canela e notas tostadas. Na boca é vivo, excelente acidez, taninos sedosos e um final sedutor e muito longo. É um vinho tinto maravilhoso que envelhecerá de forma notável na garrafa. A Quinta do Portal é uma empresa portuguesa, familiar e independente que abraçou com toda a paixão o conceito de “Boutique Winery”. Para além da produção de vinhos do Douro e Vinhos do Porto de categorias especiais, ainda se dedica à produção exclusiva de Moscatel do Douro e Azeite. Este projeto materializado no início dos anos 90 do século XX, teve como base a Quinta dos Muros, uma propriedade centenária da família Mansilha, e o Vinho do Porto que aí era produzido há já 4 gerações. Com uma visão de futuro, apostaram desde logo na criação de vinhos do Douro de classe internacio
01595

Ficha informativa

Colheita
2019
Tipo de vinho
Tinto
Produtor
Sociedade Quinta do Portal
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
12-18⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
14.5

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100% da casta Moscatel Galego, uma casta com uma identidade muito própria, caracterizada pelos seus aromas florais e cítricos. Procurámos fazer um vinho leve, fresco e jovial, baseado na acidez e na expressão aromática da casta. Tal como o gato, é dócil mas com uma personalidade única e muito vincada.

Plantadas a mais de 500 metros de altitude na região de Alijó, as uvas de Moscatel Galego foram vindimadas em meados de Setembro e, em seguida, transportadas em frio para a adega da Quinta de Nápoles. 

O processo de fermentação alcoólica foi iniciado em cubas de inox e a baixa temperatura com as borras finas, sendo interrompido com frio, para posterior passagem para cuba isotérmica, assim se mantendo um teor equilibrado de açúcar e acidez.

Cor: Vermelha profunda e consistente. Aroma: Intenso a frutos pretos, amora, a par dos aromas florais, cassis, especiarias e floresta. Boca: Encorpado com taninos robustos mas polidos com uma acidez e frescura marcantes onde sobressai a fruta preta e o chocolate. Mostra-se um vinho cheio, concentrado e complexo com grande potencial de envelhecimento. Final de Boca: Equilibrado, expressivo, longo e persistente.
Plantado num solo caracterizado pelo xisto e granito, as uvas são de regime de produção integrada, tendo sido colhidas de acordo com o seu perfeito estado de maturação. Vindima manual, em caixas de 20Kg, e noturna, proporcionando uma seleção mais cuidada e preservando melhor os aromas. Na adega a prensagem é direta com cacho inteiro, a decantação a frio sem aditivos. Fermentação alcoólica espontânea e fermentação malolática parcial. Pouca intervenção em todo o processo e baixo sulfuroso.
Produzido a partir da casta Viognier, cujas uvas foram colhidas manulamente, estagiou cerca de 12 meses em barricas de carvalho francês e americano. Apresenta-se de cor amarelo citrino, com notas de flor de laranjeira e frutos tropicais. Na boca envolve pela sua textura cremosa, resultando do longo estágio em madeira, conferindo-lhe um final longo e persistente. A Herdade da Maroteira situa-se no sopé da Serra D’Ossa, e estende-se por 540 hectares, pertencentes à mesma família anglo-portuguesa há 5 gerações, desde meados do século XIX. Nessa altura, Robert Reynolds investiu no montado de sobro alentejano para satisfazer as necessidades da indústria do Vinho do Porto no norte de Portugal, e por cerca de 150 anos, o foco da produção da propriedade era a cortiça e gado. Só no ano 2000, Phili
O Mil Reis Grande Reserva Syrah, produzido apenas em anos de excelência, é um vinho monovarietal Syrah com estágio de 18 meses em barricas novas de carvalho francês e americano, seguido de 6 meses em garrafa. Produzido a partir da primeira parcela de Syrah da Herdade da Maroteira, plantada em 2000, este vinho apresenta um carácter robusto e profundo, com notas vivas e intensas de frutos vermelhos, estrutura firme, complexidade e notável persistência. A Herdade da Maroteira situa-se no sopé da Serra D’Ossa, e estende-se por 540 hectares, pertencentes à mesma família anglo-portuguesa há 5 gerações, desde meados do século XIX. Nessa altura, Robert Reynolds investiu no montado de sobro alentejano para satisfazer as necessidades da indústria do Vinho do Porto no norte de Portugal, e por cerca
Em pleno centro da Região Demarcada do Douro, sobre as encostas xistosas dos seus vales, situa-se a Quinta Maria Izabel, que se estende por 130 hectares, numa das zonas mais privilegiadas da região. Produtora de vinhos tranquilos e Vinho do Porto, a propriedade representa o sonho Brasileiro em terras lusas, consilidam-se ao longo dos anos em novas ideias e conceitos, desenvolvendo vinhos sedutores, encorpados e de forte carácter.
A paisagem da Beira Interior é dramática e despovoada, o clima exigente, os solos graníticos e as altitudes elevadas. As vinhas convivem com lameiros, olivais e matas diversas, a uma altitude superior a 650 metros, em solos graníticos, com exposição solar de nascente e sudeste, com elevadas amplitudes térmicas entre o dia e a noite. As maturações são tradicionalmente longas. Um Terroir único, que confere qualidades distintivas aos vinhos Casas Altas. É nele que nasce o Vinho Tinto Casas Rufete. “Quando crio os meus vinhos procuro a pureza das origens, sem maquilhagem. Busco a verdadeira expressão da terra e das uvas. ​No completo respeito pela viticultura, pelas uvas, pela natureza e elaborando os vinhos com um mínimo de intervenção.” – José Madeira Afonso
Lote de Códega do Larinho e Viosinho. Bastante intenso na cor. Complexo no aroma a apresentar notas fumadas e de ervas medicinais a sublinhar apontamentos de toranja e ananás salgado, ainda com um toque floral e alguma tropicalidade. Amplo e untuoso, sem perder a elegância graças à sua estrutura acídica. Generoso no sabor até ao final de boca.
Os vinhos de Colares são um paradoxo sem igual em Portugal. Desde a vinha, que não sofreu com a Filoxera devido a estar plantadas em solos arenosos, à qualidade distinta que estes vinhos albergam. As características únicas do vinho de Colares devem-se às suas castas, solo e clima temperado e húmido no Verão e, ainda, ao facto de 80% da vinha estar instalada em solos arenosos, respeitando a prática tradicional de viticultura. O vinho de Colares só atinge a sua máxima qualidade passados vários anos, embora o estágio mínimo seja de 18 meses. Dado a este fator, a comercialização é muito limitada.
Os tons amarelo-esverdeados, as suaves notas a frutos tropicais como ananas e líchias, um ligeiro toque de pêssego e cítricos revelam-nos uma boca elegante e fresca onde a acidez e os taninos equilibrados lhe conferem um final longo.
É em Silvã de Cima junto à vinha da Taboadella que nasce o lagar construído no penedo monolítico de natureza rupestre, um dos mais antigos vestígios de vinificação no Dão, contrasta com a adega de arquitetura contemporânea construída com materiais naturais como a madeira e a cortiça, com uma varanda de onde é possível abarcar num só olhar a magnífica mancha única de vinhas rodeada por uma imensa floresta. Aqui, onde o passado e o futuro se completam, os vinhos nascem na vinha e na paisagem, com o cuidado particular e paciente que nos permite resgatar do passado a essência da natureza e projetar para o futuro grandes vinhos com uma tipicidade notável mantendo o caráter ancestral do Dão.
Os vinhos Almaviva são o resultado de uma parceria entre a Viña Concha y Toro, um dos maiores produtores de vinho chileno com prestígio histórico, e Château Mouton Rothschild. O objetivo desta parceria, seria criar um vinho Premium Franco-Chileno de qualidade excecional, que se viria a chamar Almaviva. O primeiro vinho a ser lançado com este conceito foi em 1998, e logo de seguida, ascenderam ao sucesso internacional. Este é um vinho produzido a partir das castas Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Carménère dos 50 hectares de vinha que Concha y Toro possui em Puente Alto, seguindo a enologia clássica francesa. Nesta área, o terroir é excecional para produzir vinhos de grande caráter, prontos para competir com os melhores vinhos tintos do mundo.
Uma das Quintas com maior prestigio no Douro é a Quinta do Vallado, uma quinta que foi pertença da D. Antónia Adelaide Ferreira, a Ferreirinha, e que ainda hoje se mantém nas mãos de seus descendentes. Os vinhos Vallado injustamente andaram esquecidos e agora naturalmente recuperaram o tempo perdido. São vinhos de grande importância na história do Douroe que merecem estar nos lugares cimeiros. Construída em 1716, a Quinta do Vallado perfila-se com uma das mais antigas no Douro. Situa-se bem junto à Régua, nas margens do Rio Corgo. Os destinos desta emblemática Quinta estão nas mãos de João Alves Ribeiro e Francisco Ferreira, ambos descendentes da Ferreirinha, e responsáveis pela gestão da empresa e da Enologia, respectivamente.
A Quinta de Lemos localiza-se no vale do Dão, numa área bastante discreta, a uma altitude de 340 metros. Composta por 25 hectares de vinha, plantada nos solos graníticos e arenosos do vale do Dão, e protegida pelas quatro montanhas, são recriadas as condições perfeitas para a produção de vinhos frescos, harmoniosos e com carácter.