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Vinho Mainova Branco 1,5L

27,00 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
Plantado num solo caracterizado pelo xisto e granito, as uvas são de regime de produção integrada, tendo sido colhidas de acordo com o seu perfeito estado de maturação. Vindima manual, em caixas de 20Kg, e noturna, proporcionando uma seleção mais cuidada e preservando melhor os aromas. Na adega a prensagem é direta com cacho inteiro, a decantação a frio sem aditivos, pouca intervenção em todo o processo. Baixo sulfuroso.
01693

Ficha informativa

Colheita
2023
Tipo de vinho
Branco
Produtor
Mainova - Sociedade Agrícola
País
Portugal
Capacidade
1,5L
Servir a
8-10⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
12

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Quinta dos Poços MGXXI tinto é obtido pelas castas tradicionais do Douro e vinificado em lagares de granito com pisa a pé. Após fermentações, estagia cerca de 18 meses em barricas de carvalho francês. Apresenta-se de aromas finos com sugestões a frutos maduros e um toque subtil a especiarias e ligeiros balsâmicos. Complexo, com profundidade e boa estrutura tanínica, finaliza longo e elegante. Quinta dos Poços situa-se na zona de Património da Humanidade da Região Demarcada do Douro, na sub-região Baixo Corgo, na Vila de Valdigem, Concelho de Lamego. É uma das mais antigas Quintas da região, sendo a casa-mãe, um típico solar rural do século XVIII. Na mesma, permaneceram as tropas francesas do General de Brigada Loison, o "Maneta", aquando da primeira invasão napoleónica, em 1808. A Quinta
O Vinho Vilarissa nasce no coração do Douro e expressa a autenticidade de uma das regiões vitivinícolas mais prestigiadas do mundo. Reconhecidos pelo equilíbrio, elegância e perfil gastronómico, os vinhos Vilarissa combinam tradição duriense com uma abordagem moderna.
O 100 Hectares Branco possui uma bela cor citrina e um aroma jovem e muito frutado. A sua excelente acidez proporciona um equilíbrio perfeito e que muito contribui para o excepcional fim de prova, longo e fresco.
Caracterizado pela sua cor rubi aberto, com um aroma complexo e harmonioso, este vinho possui uma boca elegante com boa acidez e taninos suaves, terminando muito salgado e longo. É a escolha ideal para acompanhar um prato de carne ou queijo!
Este é um vinho produzido apenas em anos excecionais, a partir das castas que melhor prestação tiveram nesse mesmo ano. Assim, este vinho branco é obtido a partir da casta Encruzado, revelando aromas florais e a frutas de polpa branca, traduzindo-se fresco e cremoso no paladar.
O vinho Morais Rocha Reserva Branco 14 meses em barricas de Carvalho Francês. Morais Rocha Wines nasce da vontade, há muito esboçada, em produzir vinhos de excelência que exprimissem todo o carácter singular da região da Vidigueira.

Vadio Branco é um vinho branco orgânico que expressa elegância e frescura atlântica da Bairrada, elaborado pelas mãos de Luís Patrão no projeto familiar Vadio Wines. Este vinho combina suavemente a delicadeza da casta Cercial com a estrutura e mineralidade do Bical, resultando num perfil aromático sedutor e numa presença gastronómica notável.

Bairrada com solos arenosos e argilo-calcários, vinhas de cerca de 30 anos em exposição oeste.

Vol 13,5%

Um rosé de cor salmão suave e cheio de personalidade. No nariz revela a sua intensidade com notas florais de toranja e groselha branca. Na boca predomina o equilíbrio entre as frutas honestas, com um final intenso e longo. A Quinta da Vacaria, uma das mais antigas da região (primeiro registo data de 1616), fica situada na margem do Rio Douro junto à cidade da Régua, no coração da Região Demarcada mais antiga do mundo, o Douro. No cais da quinta atracavam os Barcos Rabelo para carregar as pipas cheias com o vinho do Porto e transportá-las até Gaia, na Foz do Rio, onde eram vendidos a granel para todo o mundo deixando para trás a sua identidade oculta uma vez que estes cascos de madeira não eram sequer marcados com o selo do produtor. No destino, o vinho era engarrafado e rotulado com a mar
A colheita de 2021 apresenta um Marqués de Murrieta com um carácter vibrante. No nariz, groselha e amora entrelaçam-se com alecrim e hortelã, sobre um fundo de cedro e especiarias. Na boca, destaca-se pela frescura estruturada, com uma acidez elegante e taninos suaves que se fundem num final de frutos silvestres e framboesa cremosa.
No panorama vínico nacional, não existe produtor mais consensual que a Niepoort e a longa história inicia-se em 1842 com o primeiro Van Der Niepoort a chegar a Portugal. Ao iniciar-se no mercado do Vinho do Porto como comerciante, rapidamente, instalou o seu negócio que se viria a revelar próspero e vindouro.