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Quanta Terra Wild Pinot Noir

69,00 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
Um vinho 100% Pinot Noir, que apresenta grande complexidade e textura. Na boca é saboroso, com excelente acidez, de perfil vegetal e final poderoso. Tanto Celso Pereira como Jorge Alves poderiam ter como apelido “Quanta Terra”, não fossem eles próprios a personificação da marca de vinhos. Mais do que uma paixão assolada de cada um dos responsáveis pelo mundo dos vinhos, o Quanta Terra começou a dar os seus primeiros passos na década de 90, onde ambos se conheceram enquanto colaboravam no Departamento de Enologia nas Caves Transmontanas. Rapidamente desenvolveram uma cumplicidade profissional que viria a permitir criar uma base sólida para o Quanta Terra que, à data, era apenas uma ideia.
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Ficha informativa

Colheita
2021
Tipo de vinho
Rosé
Produtor
Quanta Terra Sociedade de Vinhos
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
6-10⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
11.5

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O Quinta Maria Izabel tinto é um vinho clássico do Douro, com uma cor rubi-granada. O aroma revela esteva e frutos vermelhos, que evoluem para notas balsâmicas, com um toque de cedro e especiarias. Na boca é aveludado e fresco, com um final longo. Em pleno centro da Região Demarcada do Douro, sobre as encostas xistosas dos seus vales, situa-se a Quinta Maria Izabel, que se estende por 130 hectares, numa das zonas mais privilegiadas da região. Produtora de vinhos tranquilos e Vinho do Porto, a propriedade representa o sonho Brasileiro em terras lusas, consilidam-se ao longo dos anos em novas ideias e conceitos, desenvolvendo vinhos sedutores, encorpados e de forte carácter.
O Gandarada Veni, Vidi, Vici é composto por um blend de Touriga Nacional, Tinta Roriz e Jaen com 18 meses em barricas. Apresenta cor vermelha profunda, aroma floral e complexo marcado pelos frutos pretos, chocolate e baunilha bem integrada. A acidez natural e os taninos aveludados dão volume e intensidade ao conjunto, que promete longevidade em garrafa. Um verdadeiro exemplar da região do Dão.
De cor granada intensa.Aroma notas aromáticas algo exóticas, alcaçuz, especiarias doces, fruto de ginja e cereja maceradas.Sabor, boca de textura aberta e larga, complexo com taninos vibrantes e muito impacto de prova ainda que seja a elegância a dominar.
Tem Aragonês e Tinta Grossa, de vinhas não regadas. Aroma vivo, com fruta madura e num registo com boa complexidade onde a fruta sobressai e a madeira se integra no conjunto. Boa prova de boca, envolvente, cheio e com barrica no ponto. Um vinho encorpado, mas com muito boa tensão e persistência.
Em Novembro de 1998, a família Symington propôs a Bruno Prats a participação num novo projecto, que consistia em produzir um grande vinho não fortificado no Douro. A sua concretização deu-se em 1999, com a criação da PRATS & SYMINGTON Limitada como uma parceria equitativa entre as duas famílias. Algumas vinificações experimentais nesse primeiro ano permitiram definir e escolher as melhores parcelas e as castas mais adequadas para o projecto. O CHRYSEIA 2000 foi a primeira colheita a ser comercializada. O CHRYSEIA foi um dos pioneiros do ressurgimento, hoje amplamente reconhecido, dos vinhos não fortificados DOURO DOC. No entanto, este vinho, cujo nome significa «d’ouro» em grego clássico, tal como o nome do rio em português, mantém-se fiel a um estilo muito próprio. Nele predominam a eleg
Nos bastidores deste projeto estão Nuno Faria, madeirense e restaurateur (100 Maneiras ) e António Maçanita, considerado Enólogo do Ano 2018 e entusiasta de terroirs extremes, amigos há mais de 15 anos e que juntaram forças para explorar e celebrar o potencial destas ilhas encantadas numa garrafa de vinho.
Quinta da Vacaria Reserva Tinto Produzido a partir das castas Touriga Nacional, Touriga Franca e Tinta Roriz, provenientes de vinhas instaladas em solos xistosos, com exposição solar a sul e situadas entre os 70 e os 300 metros de altitude. A fermentação inicia-se em lagares, um método tradicional que contribui para a intensidade da cor e riqueza de sabor, seguindo-se um período de estágio em barricas. No copo, revela uma cor rubi profunda e expressiva, com aromas intensos de frutos vermelhos, elevada complexidade e um carácter bem definido.
O Mirabilis branco é um vinho sublime feito com uvas provenientes de pequenas vinhas centenárias do Douro, onde predominam o Viosinho e o Gouveio. No paladar é suave e crocante, com extrema elegância e um equilíbrio perfeito entre frescura, estrutura e acidez. A Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo é um local de extrema beleza, no coração do Douro, e propriedade da família Amorim desde 1999. A ligação da família ao vinho vem de longe, através da sua ligação às casas exportadoras de Vila Nova de Gaia, por via do negócio da cortiça, mas nessa data esta ligação resultou na concretização de um sonho e o projecto está hoje nas mãos da 4ª geração da família. Com uma história superior a 250 anos, a quinta exibe uma traça conservada e o edifício original da adega de 1764, após intervenções a car
Muito puro e elegante de cor rubi aberta com nuances violetas. O nariz delicado mas complexo, com notas de frutos do bosque acompanhadas de um leve toque floral e nuances de especiarias. Ao abrir, surge um leve toque terroso. Com boa estrutura, acidez equilibrada, elegância e precisão. O sabor é frutado e fresco, com taninos suaves e bem integrados. De persistência longa com um final agradável e ligeiramente balsâmico. Pode ser consumido jovem, mas também tem um bom grande potencial de envelhecimento, desenvolvendo mais complexidade ao longo do tempo.
Com 70 hectares de vinha cuidadosamente cultivada, a Quinta de Bella Encosta é um projeto que alia tradição e respeito pela natureza, no coração da região do Dão. Na aldeia de Prime, a paixão pela terra e o saber acumulado ao longo de gerações permitiram valorizar um terroir único, onde se pratica uma viticultura sustentável, inspirada nas técnicas clássicas de Bordéus e Borgonha. O resultado são vinhos que refletem autenticidade, elegância e uma forte ligação à origem.
Apresenta-se com cor rubi intensa. No aroma, temos fruta madura e abundantes notas florais que lhe conferem frescura e elegância. Muito boa complexidade na prova de boca, as notas de madeira são discretas, privilegiando a bergamota e frutos vermelhos maduros. Um Reserva de “terroir” expressivo e personalizado.
O Casal de Vale Pradinhos é uma exploração agrícola com 450 hectares, estabelecida em 1913 e propriedade da família Pinto de Azevedo desde então. Os vinhos aqui produzidos são uma combinação de castas indígenas como a Touriga Nacional, Tinta Roriz, Tinta Amarela e Malvasia Fina, e reputadas castas internacionais, nomeadamente Cabernet Sauvignon, Gewürztraminer e Riesling. Maria Antónia Pinto de Azevedo Mascarenhas, bisneta do fundador Manoel Pinto de Azevedo, é a atual proprietária do Casal de Vale Pradinhos. Tem vindo a implementar a sua visão nos vinhos que aqui se vinificam desde que assumiu o controlo da propriedade em 1994. A sua filha, Maria, será a 4ª geração de mulheres diretamente envolvidas na gestão da propriedade.
O vinho Principal Grande Reserva tinto, produzido a partir das castas Touriga Nacional, Cabernet Sauvignon e Merlot, revela tons violáceos e seduz com aromas de fruta preta madura e sublimes notas de especiarias. A sua complexidade excecional traduz-se num perfil encorpado, volume generoso e uma persistência longa, conjugada por taninos finos e suaves.