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Lucita

13,50 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
Grande presença aromática, assente em fruta vermelha e bagas silvestres frescas. Leve e apelativo na boca, de estilo jovem e descomplexado.
04307

Ficha informativa

Colheita
2021
Tipo de vinho
Tinto
Produtor
Quinta de Lemos
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
16-18⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
13

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As quintas da Ferreirinha são provavelmente as mais emblemáticas do Douro. De entre estas, a Quinta do Vale Meão reveste-se de uma simbologia enorme, visto ter sido um projeto idealizado de raiz, uma vez que a quinta foi adquirida em terra virgem. Por mérito próprio, o Quinta do Vale Meão é realmente um dos mais interessantes e cobiçados vinhos de Portugal. Destaque merecido pela qualidade que este vinho oferece em todas as colheitas em que é lançado. A Quinta produz ainda um segundo vinho, o Meandro do Vale Meão, feito a partir das vinhas mais novas.
Juliana Kelman, descendente de uma família portuguesa que emigra para o Brasil na década de 40, volta a Portugal com ideia de abraçar o mundo dos vinhos, sabendo que em território português a qualidade é primazia. Assim, em 2013 iniciou a sua produção na região do Dão, respeitando sempre o carácter da mesma, plantando as castas tradicionais Touriga Nacional e Encruzado. Hoje, combina as práticas ancestrais inteligentes com os modernos processos de produção, apresentando ao mundo vinhos autênticos, elegantes e gastronómicos.
Em Novembro de 1998, a família Symington propôs a Bruno Prats a participação num novo projecto, que consistia em produzir um grande vinho não fortificado no Douro. A sua concretização deu-se em 1999, com a criação da PRATS & SYMINGTON Limitada como uma parceria equitativa entre as duas famílias. Algumas vinificações experimentais nesse primeiro ano permitiram definir e escolher as melhores parcelas e as castas mais adequadas para o projecto. O CHRYSEIA 2000 foi a primeira colheita a ser comercializada. O CHRYSEIA foi um dos pioneiros do ressurgimento, hoje amplamente reconhecido, dos vinhos não fortificados DOURO DOC. No entanto, este vinho, cujo nome significa «d’ouro» em grego clássico, tal como o nome do rio em português, mantém-se fiel a um estilo muito próprio. Nele predominam a eleg
No panorama vínico nacional, não existe produtor mais consensual que a Niepoort e a longa história inicia-se em 1842 com o primeiro Van Der Niepoort a chegar a Portugal. Ao iniciar-se no mercado do Vinho do Porto como comerciante, rapidamente, instalou o seu negócio que se viria a revelar próspero e vindouro.
O Herdade Papa Leite My Way tinto é uma fusão perfeita das castas Alicante Bouschet, Merlot e Cabernet Sauvignon. Envelhecido por 24 meses em barricas de carvalho francês, apresenta uma bonita cor granada opaca, com tonalidades violeta, e um aroma cativante de frutos vermelhos, enriquecido por subtis notas de baunilha e chocolate. No paladar, exibe maturidade, com as notas de madeira perfeitamente integrada, proporcionando densidade e persistência. A Herdade Papa Leite, situada em Alter do Chão, em pleno coração do Alto Alentejo, remonta ao século XVII, podendo ainda hoje, se encontrar marcos dessa época. Depois de muitas famílias por ali passarem, foi Filipe Barreiros Cardoso, que apaixonado pela propriedade, adquiriu-a, concretizando com o apoio da sua família e equipa, um sonho antigo
A Casa Agrícola Brites Aguiar estende-se por 200 hectares de terra xistosa, distribuidos pelas encostas do Rio Torto e da Ribeira de Galegos. Rodeados pelo microclima duriense, cada cultura tem o seu lugar de eleição, pois até aos finais da década de 60, o suporte económico da Casa Agrícola, era o Olival. Com o decorrer dos anos, a cultura passou para segundo plano, priorizando a Vinha até aos dias atuais. Outras culturas continuam a ser exploradas, no entanto o foco é cultura de vinha para produção de vinho. Os vinhos da Casa Agrícola Brites Aguiar são apresentados com a gama Bafarela e Brites Aguiar, sendo este último, o expoente máximo do seu portfólio, apenas produzido em anos excecionais.
Especiarias como canela e baunilha no nariz. Bastante complexo destacando aromas varietais assim como alguns frutos secos, avelã e amêndoa. Na boca permite uma acidez vibrante e os aromas estão bem presentes. Volume de boca, mineralidade e terminar longo. Toque da madeira permite estrutura de boca oferecendo elegância e equilíbrio.
A Adega Cooperativa Regional de Monção foi fundada a 11 de Outubro de 1958, por iniciativa de 25 viticultores e situa-se em plena Região Demarcada dos Vinhos Verdes, na sub-região de Monção e Melgaço. Aqui a matéria-prima, aliada à cuidada seleção das uvas e tecnologias moderna de vinificação, são a garantia da qualidade dos seus produtos, reconhecidos não só em Portugal, como também em grande parte do países da Europa, África, América do Norte e do Sul.

Uranus

2 050,00 €
A Wines from Another World escolheu Espanha, mais concretamente a região de Priorat, na Catalunha, para o segundo vinho da sua série limitada: chamado Uranus, do qual foram produzidas apenas 500 garrafas.
Os aromas e sabores ligeiros movem-se como uma bailarina pelo nariz e paladar, desde as frutas vermelhas e azuis profundas até ao caroço e à especiaria com uma textura aveludada consistente. No entanto, isso parece quase secundário ao equilíbrio quase transcendental e ao silêncio interior. O vinho cresceu a partir do respeito pela terra e pela cultura. Ele pertence a um lugar e a um tempo e é um verdadeiro espelho do poder, mistério e beleza da sua região.
Um vinho de “extrema qualidade, com extraordinária capacidade de envelhecimento”.
O Marqués de Murrieta Reserva 2020 é um vinho tinto ícone de Rioja, Espanha, elaborado com predominância de Tempranillo (aprox. 82% a 88%), além de Graciano, Mazuelo e Garnacha. Com 14% de teor alcoólico, passa por 21 meses em carvalho, resultando em um perfil clássico, elegante, com notas de frutas vermelhas/negras maduras, especiarias e toques balsâmicos.
O Lilipop Tinto 2019 é um vinho Douro singular da Quinta de Tourais, destacando-se pela sua elegância, frescura (13% alc.) e perfil de field blend (uva mistura) com castas menos comuns como Baga, Jaen e Bastardo. Fermentado em lagar, oferece notas de fruta fresca, bosque e taninos finos, sendo uma opção alternativa aos vinhos robustos do Douro.
O Vilarissa Valley Grande Reserva é um vinho de cor granada limpa e brilhante, com boa intensidade, produzido a partir das castas Touriga Nacional e Touriga Franca. Estagiou durante 12 meses em barricas novas, 70% de carvalho francês e 30% de carvalho americano. Apresenta uma cor granada limpa e brilhante, com boa intensidade. Na boca é encorpado e muito equilibrado, com destaque para a fruta preta, taninos bem polidos e boa acidez, terminando longo e persistente. 
O Vilarissa Valley Grande Reserva Touriga nacional é 100% Touriga Nacional 

Depois de colocar no carrinho, identifique na finalização da compra, antes da escolha do método de pagamento,  no campo que  se refere a "nota sobre a sua encomenda" qual a opção que pretende.

O Calda Bordaleza é um vinho de cor rubi escura e aroma denso, elaborado a partir das castas Cabernet Sauvignon, Merlot e Petit Verdot. Na boca apresenta uma boa estrutura e uma textura sedosa. É vivo, complexo e concentrado, mas fresco, com notas de frutos vermelhos, anis, balsâmico, ligeiro chocolate e tosta suave e elegante, com um final longo. Uma família que há várias gerações se dedica à cultura da vinha e à produção de vinho. Atualmente trabalham 170 hectares em duas propriedades no centro de Portugal: Quinta de São Mateus e Quinta de Vale de Azar. São produzidos vinhos apoiados num conceito enológico de máximo respeito pelas uvas, com uso praticamente exclusivo de gravidade em todo o ciclo de vinificação e com exclusão de quaisquer produtos enológicos.