O vinho elaborado em método Solera, em que a colheita seguinte atesta a anterior sem qualquer remoção de borra. O resultado é um Arinto dos Açores tri-dimensional com a expressão da casta, da acumulação de borra fina e da combinação de quatro colheitas. O Arinto dos Açores é uma casta autóctone e exclusiva das ilhas dos Açores, tendo em comum com o Arinto do continente apenas o nome e a boa acidez.
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Charles V Rouge – Belgian Strong Red Ale, Bélgica. Frutado e maltoso. Notas de frutos vermelhos, especiari. 8,5% vol.
Salvadora e resistente, a rainha assegurou desde o ataque da filoxera, no séc. XIX, a continuação da vinha e vinho nas ilhas até aos dias de hoje. Para muitos... não é vinho! Para nós é cultura, é folclore, é parte dos costumes.
Esta " a Proibida", coloca em valor a história dos últimos 200 anos, num vinho elegante, aromático, autêntico e... simples, como tudo o que é bom!
Augustijn Blonde – Belgian Blonde, Bélgica. Frutado (pera, maçã), lupulado, malte suave e levíssima. 7% vol.
Caracterizado pela sua cor rubi aberto, com um aroma complexo e harmonioso, este vinho possui uma boca elegante com boa acidez e taninos suaves, terminando muito salgado e longo.
É a escolha ideal para acompanhar um prato de carne ou queijo!
Westmalle Trappist – Tripel Trappista, Bélgica. Clara, frutada e floral. Lúpulo fresco, ésteres de frut. 9,5% vol.
A Cooperativa Vitivinícola da Ilha do Pico foi fundada em 1949, quando os produtores locais se uniram para tentar recuperar as castas nobres e a cultura da vinha em curral de pedra, hoje classificada como Património Mundial pela UNESCO. Ao longo dos anos, mais associados se uniram a esta causa, contando agora com 250, entre mulheres, homens e famílias que dedicam a vida à sua paixão e a uma arte secular. Hoje com 70 anos de história é a produtora de vinhos nos Açores mais antiga e que continua a respeitar e a preservar as tradições vitivinícolas. Esta aliança constitui a qualidade dos vinhos criados em solos açorianos.
Piraat Special Reserve – Belgian Strong Golden Ale, Bélgica. Piraat base enriquecido com baunilha, coco, toffee de b. 10,5% vol.
Frei Gigante é um vinho branco do Pico com aroma de frutos citrinos, tropicais e fundo de algas lembrando a brisa marítima em ambiente vulcânico.
Produzido a partir de uma seleção das castas Antão Vaz e Arinto plantadas nas vinhas da Fundação Eugénio de Almeida. Quando as uvas atingem o estado de maturação ideal são colhidas e transportadas para a adega, onde se inicia o processo tecnológico: desengace total e ligeiro esmagamento, prensagem, arrefecimento e clarificação do mosto. Uma parte do lote fermenta em depósito de aço inox, fermentando a outra parte em barricas de carvalho francês, à temperatura controlada de 16ºC. Após a fermentação segue-se um estágio, sobre borras finas com batonnage periódica, durante12 meses. Por fim, procede-se a filtrações, loteamentos, estabilização tartárica e proteica, filtração final e engarrafamento a que se segue um estágio final de 9 meses em garrafa.
Este é o vinho mais emblemático da Herdade do Mouchão, criado maioritariamente com a casta Alicante Bouschet, que encontrou neste terroir caraterísticas únicas que lhe conferem um carácter distintivo.
Após a fermentação em lagares de pedra, estagia em tonéis de carvalho português e mogno durante pelo menos quatro anos, reforçando a sua intensidade, carácter e robustez, passando depois por mais um estágio de pelo menos 18 meses em garrafa.
De cor profunda e concentrada, é um vinho com um carácter marcado pelas especiarias, especialmente indicado para o envelhecimento, pois a sua estrutura, proporcionada pelos taninos, é única e ideal para o envelhecimento.
No início do século XIX, Thomas Reynolds migrou para a região do Alentejo tendo como objetivo o negócio da cortiça. Três gerações dep
O vinho apresenta uma cor citrina com um “bouquet” onde estão presentes os aromas minerais, florestais, com um sabor fresco, com notas minerais e uma excelente acidez crocante.
Produzido a partir das castas Trincadeira e Aragonês, apresenta-se encorpado, complexo e elegante, com aroma a fruta passa e essências das madeiras de estágio.
Pêra-Manca é a marca que a Fundação Eugénio de Almeida destina aos seus vinhos de exceção. Lançados pela primeira vez em 1990, é atualmente uma das marcas mais conceituadas e respeitadas da região vitivinícola do Alentejo, ganhando cada vez mais público-alvo. São vinhos dotados de complexidade, elegância e potencial de envelhecimento, sendo apreciados mundialmente.
Este é um vinho produzido apenas em anos excecionais, a partir das castas que melhor prestação tiveram nesse mesmo ano. Assim, este vinho branco é obtido a partir da casta Encruzado, revelando aromas florais e a frutas de polpa branca, traduzindo-se fresco e cremoso no paladar.
Scala Coeli, deve o seu nome ao Mosteiro de Santa Maria Scala Coeli, normalmente conhecido por Mosteiro da Cartuxa, local onde os monges cartuxos viveram em silêncio e oração. Resulta das melhores vinificações de cada ano de castas menos tradicionais ao Alentejo. Foi produzido pela primeira vez em 2005.