Vinho de aroma floral de belo recorte, fresco e intenso. Bom equilibro na boca, estruturado. Final fresco persistente.
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Muitas castas como Barcelo, Bical, Dona Branca, Uva Cão, entre outras. Aromaticamente começa com redução atrativa, notas de pólvora e giz, tangerina e floral fresco subtil. Prova de boca muito fresca, com ótima acidez, tentativamente mineral, perfil sério com boa secura e um lado sério e austero que lhe assenta muito bem.
Mostra taninos elegantes e é marcado na boca pela mineralidade granítica, que muitas vezes contribui para o seu lado mais apimentado. Acidez longa e precisa.
Apresenta aromas delicados, com notas de frutos vermelhos, um toque terroso, fresco e austero. Na boca, o caráter frutado é complementado por uma elevada sensação de frescura e elegância, com taninos secos, precisos e texturados. Um vinho de grande complexidade, com um enorme potencial de envelhecimento em garrafa.
Um vinho único desde a sua criação, M.O.B. representa as inicias de Moreira, Olazabal, Borges, uma joint-venture dos produtores de vinho Jorge Moreira (Poeira), Francisco Olazabal (Quinta do Vale Meão) e Jorge Serôdio Borges (Wine & Soul).
Dão; Aroma complexo, madeira evidente de boa qualidade mas bem casada, frutos vermelhos maduros.
Castas:
Vinhas Velhas de
Touriga Nacional
Tinta Roriz
Alfrocheiro
Estamos perante um produtor que renasceu das cinzas. Veio para ficar e escrever uma nova história, mas a história desta casa é antiga, remontando ao Século XIX, quando foi erguida. Grandes vinhos nasceram desta casa e destas vinhas. Quem não se lembra dos P63, na altura vinificados pela José Maria da Fonseca. Quis o destino que estivesse "abandonada" para o mundo do vinho, mantendo-se apenas uma lembrança ténue dos grandes vinhos que ali nasceram. Quis também o destino que o novo proprietário, fosse gente de bom gosto, de extrema dedicação em fazer e fazer bem.
Nasceu assim a nova Casa da Passarella, para escrever um novo capítulo na história desta casa e na região do Dão. Os vinhos são excelentes e feitos com rigor e muita muita vontade de fazer o melhor.
É na vila de Santar que se encontra o Paço dos Cunhas de Santar, uma propriedade do século XVII que se dedicava à produção de azeite, fruta e vinho para abastecer os mercados da cidade do Porto. Atualmente a tradição ainda se respira no Paço dos Cunhas de Santar, mas na adega investiu-se em tecnologias modernas e avançadas para manter o hábito de produzir vinho, algo que se iniciou há cerca de 400 anos.
Cor granada intensa, aroma e sabor "sui generes" com muita harmonia e elegância. Notória persistência que o tornam distinto para acompanhar iguarias sublimes.
É na vila de Santar que se encontra o Paço dos Cunhas de Santar, uma propriedade do século XVII que se dedicava à produção de azeite, fruta e vinho para abastecer os mercados da cidade do Porto. Atualmente a tradição ainda se respira no Paço dos Cunhas de Santar, mas na adega investiu-se em tecnologias modernas e avançadas para manter o hábito de produzir vinho, algo que se iniciou há cerca de 400 anos.
Cor amarela muito pálida. Aromas fresco e discretos - florais e tostados com complemento de toranja e citrinos. Na boca vivo, seco, acidez equilibrada, com volume e cheio e com uma frescura surpreendente.
Com quatro castas de grande carácter, o Villae tinto é um lote diferenciador formando um conjunto que pode apelidar-se de “casamento perfeito”. A Tinta Roriz confere estrutura e músculo, o Jaen evidencia a sua garra natural, o Alfrocheiro traz a mineralidade e a Tinta pinheira demonstra os aromas de floresta e do bosque.
Vinho de cor salmão clara e aroma a frutos vermelhos, ligeiro tropical e um toque de mineralidade. Na boca é vivo e fresco, com excelente volume equilibrado pela acidez, e um final fino e persistente com enorme potencial gastronómico.
Revela aromas a folhas secas e avelãs num perfil muito interessante. Na boca encontra notas frescas de laranja cristalizada com uma bela acidez citrica no final. Vinho delicado e perfumado.
Cor citrina esverdeada. Bouquet elegante e fresco, com abundantes notas de tosta, frutos secos e misturando citrinos, maça, pêra e minerais com as notas de madeira. Na boca muito bom corpo e acidez perfeita, surgindo no final com mais notas tostadas.
Cor palha. Bouquet elegante e fresco, com abundantes notas de tosta, frutos secos, misturando citrinos e minerais e com as notas suaves de barrica. Na boca muito bom corpo e acidez perfeita, surgindo no final com notas mais tostadas. Longo e persistente.
O Druida nasce das uvas provenientes das vinhas plantadas em altitude. Foi fermentado em lagar, mantendo os engaços e maturou por quase dois anos em barricas.
Apresenta-se com uma enorme intensidade e finura aromática, com bagas silvestres, notas florais elegantes, tudo muito fino e preciso, cheio e envolvente, com fruta de grande qualidade.
Este jovem produtor trabalha com vinhas de 30 anos de idade até centenárias pela região centro do país. As do Dão estão implantadas num planalto a 500 metros de altitude. O clima, com grandes amplitudes térmicas, é influenciado principalmente pela Serra do Caramulo a oeste e pela Serra da Estrela a Sudeste. Os solos são graníticos e à superfície existe uma surpreendente abundância de calhau rolado. Os vinhos são feitos numa antiga adega de pedra, ond