Muito elegante, complexo e intenso. Aromas de frutas de baga selvagem, baunilha, cacau e especiarias. Um vinho com um equilíbrio incrível, onde a fruta e as especiarias se fundem com a elegância dos taninos. Reflete o terroir onde as vinhas estão plantadas.
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O Chryseia foi produzido a partir das melhores uvas provenientes das duas vinhas do Vale do Douro da Prats & Symington, Quinta de Roriz e Quinta da Perdiz. Uma outra propriedade, a Quinta da Vila Velha, propriedade privada de um membro da família Symington, também contribuiu com algumas das suas melhores uvas, como acontece em todas as vindimas do Chryseia. O vinho estagiou em barricas de carvalho francês de 400 litros durante 15 meses. As uvas foram colhidas em excelentes condições, resultando num Chryseia de grande qualidade.
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Em Novembro de 1998, a família Symington propôs a Bruno Prats a participação num novo projecto, que consistia em produzir um grande vinho não fortificado no Douro. A sua concretização deu-se em 1999, com a criação da PRATS & SYMINGTON Limitada como uma parceria equitativa entre as duas famílias. Algumas vinificações experimentais nesse primeiro ano permitiram definir e escolher as melhores parcelas e as castas mais adequadas para o projecto. O CHRYSEIA 2000 foi a primeira colheita a ser comercializada.
O CHRYSEIA foi um dos pioneiros do ressurgimento, hoje amplamente reconhecido, dos vinhos não fortificados DOURO DOC. No entanto, este vinho, cujo nome significa «d’ouro» em grego clássico, tal como o nome do rio em português, mantém-se fiel a um estilo muito próprio. Nele predominam a eleg
Cor amarelo dourado. Aroma muito complexo e elegante de frutos secos, alperce, mel e flores silvestres. A boa harmonia na boca, com doçura média e boa acidez, mostra excelentes sabores de frutas brancas maduras e algumas torradas dos barris.
Duas Quintas tinto é um vinho macio, frutado e fresco, com aroma concentrado e complexo a ameixas e cerejas. Na boca, é denso com taninos aveludados e final especiado e estruturado.
Fundada por Adriano Ramos Pinto em 1880, a Casa Ramos Pinto depressa se fez notar pela sua estratégia de inovação e pioneirismo. Associada a vinhos engarrafados de qualidade e com uma estratégia de vanguarda, esta empresa apoia-se na modernização dos circuitos de seleção, lotagem e envelhecimento, na investigação vitivinícola constante e no especial cuidado que Adriano Ramos Pinto dedicou à embalagem e promoção dos seus vinhos. Os vinhos Ramos Pinto tornaram-se, assim, uma referência de qualidade.
Cor vermelha profunda com tons violáceos. Aroma intenso dominado por frutos pretos muito maduros, amoras e cassis, apresentando também aromas a violeta e madeira exótica. Aromas de especiarias resultam das barricas de carvalho. Todos estes aspectos contribuem para uma grande complexidade aromática que aumentará com o tempo. Encorpado, acidez bem equilibrada com taninos firmes e maduros. Estas características juntas tornam-no um vinho encorpado e poderoso com um final longo e persistente.
Uva
- Touriga Nacional
- Touriga Franca
- Tinta Roriz
Apresenta boa estrutura, com taninos firmes e maduros, encorpado, com uma acidez bem equilibrada, tudo bem envolvido no seu corpo. Proporciona um final persistente, harmonioso e de grande elegância.
Ferradosa Vinhas Velhas Douro Tinto é um vinho que demonstra um nariz muito concentrado com alguma frescura. Fruta vermelha madura, cereja negra, ameixa, especiarias e notas a floresta de pinheiro. Um vinho de taninos aveludados, final longo e persistente e repleto de fruta.
Ferradosa é um vinho branco com fruta vibrante no nariz, com toques a pêssego, damasco e alguns frutos tropicais. A madeira está presente com algum aroma a baunilha e a fumados. Na boca, este vinho revela-se extremamente fresco, aparecendo uma mineralidade impressionante, que perfura os sabores da barrica, criando assim um vinho extremamente fresco, vibrante e equilibrado.
O Vinho Vilarissa nasce no coração do Douro e expressa a autenticidade de uma das regiões vitivinícolas mais prestigiadas do mundo. Reconhecidos pelo equilíbrio, elegância e perfil gastronómico, os vinhos Vilarissa combinam tradição duriense com uma abordagem moderna.
As quintas da Ferreirinha são provavelmente as mais emblemáticas do Douro. De entre estas, a Quinta do Vale Meão reveste-se de uma simbologia enorme, visto ter sido um projeto idealizado de raiz, uma vez que a quinta foi adquirida em terra virgem.
Por mérito próprio, o Quinta do Vale Meão é realmente um dos mais interessantes e cobiçados vinhos de Portugal. Destaque merecido pela qualidade que este vinho oferece em todas as colheitas em que é lançado. A Quinta produz ainda um segundo vinho, o Meandro do Vale Meão, feito a partir das vinhas mais novas.
Cor amarelo brilhante. Nariz fresco e intenso, onde prevalecem as notas florais. Na boca é cremoso com fruta fresca no fim de prova.
Situada na margem direita do rio Douro, entre a Régua e o Pinhão, a Quinta do Crasto, é uma propriedade com cerca de 130 hectares, dos quais 70 são ocupados por vinhas. Fazem também parte do património da empresa a Quinta do Querindelo, com 10 hectares de Vinha Velha, e a Quinta da Cabreira, no Douro Superior, com 114 hectares de vinha.
Com localização privilegiada na Região Demarcada do Douro, a Quinta do Crasto é propriedade da família de Leonor e Jorge Roquette há mais de um século. Como costuma ser com as grandes Quintas do Douro, a origem da Quinta do Crasto remonta a tempos longínquos - o nome Crasto deriva do latim "castrum", que significa forte romano.
O Quinta do Crasto Touriga Nacional é um vinho produzido apenas em anos verdadeiramente excecionais. Estagia durante 18 meses em barricas de carvalho francês com tosta ligeira, cuidadosamente concebidas para realçar a frescura e os aromas distintivos desta casta. Apresenta uma cor violeta viva e concentrada, com aromas primários intensos e expressivos, marcados por uma frescura notável, notas de frutos silvestres e nuances subtis de madeira. Na boca revela-se macio e envolvente, com grande elegância e presença, evoluindo para um vinho de excelente volume, estrutura firme e taninos frescos de textura fina. O final é longo, persistente, equilibrado e especiado, deixando agradáveis sensações de frescura.
Situada na margem direita do rio Douro, entre a Régua e o Pinhão, a Quinta do Crasto, é
Este rosé de cor salmão, blend de Tinta Roriz e Touriga Francesa, é um testemunho de elegância. Fresco e refinado, encanta com notas de framboesa e acidez equilibrada, capturando a essência do seu terroir xistoso.