Quinta do Noval Porto Colheita 1995, DOC Porto. Frutos secos, mel, figo, caramelo e notas de madeira en. 20% vol
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Dalva Porto Colheita 1982, DOC Porto. Frutos secos, mel, figo, caramelo e notas de madeira en. 20% vol
Dalva Porto Colheita Branco 1989, DOC Porto. Mel, amêndoa, figo seco, fruta tropical, notas de madeira. 20% vol
Dalva Porto Colheita Branco 2011, DOC Porto. Mel, amêndoa, figo seco, fruta tropical, notas de madei. 20% vol
Dalva Porto Colheita Branco 2007, DOC Porto. Mel, amêndoa, figo seco, fruta tropical, notas de madeira. 20% vol
Dalva Porto Colheita 2001, DOC Porto. Frutos secos, mel, figo, caramelo e notas de madeira en. 20% vol
Quinta do Noval Porto Colheita 2009, DOC Porto. Frutos secos, mel, figo, caramelo e notas de madeira en. 20% vol
Quinta do Noval Porto Colheita 2000, DOC Porto. Frutos secos, mel, figo, caramelo e notas de madeira en. 20% vol
Quinta do Noval Porto Colheita 2012, DOC Porto. Frutos secos, mel, figo, caramelo e notas de madeira en. 20% vol
Quinta do Noval Porto Colheita 2005, DOC Porto. Frutos secos, mel, figo, caramelo e notas de madeira en. 20% vol
Dão; Aroma complexo, madeira evidente de boa qualidade mas bem casada, frutos vermelhos maduros.
Castas:
Vinhas Velhas de
Touriga Nacional
Tinta Roriz
Alfrocheiro
Cor rubi profunda, aromas de amora e cereja e sabor a fruta madura, típica desta variedade.
Estamos perante um produtor que renasceu das cinzas. Veio para ficar e escrever uma nova história, mas a história desta casa é antiga, remontando ao Século XIX, quando foi erguida. Grandes vinhos nasceram desta casa e destas vinhas. Quem não se lembra dos P63, na altura vinificados pela José Maria da Fonseca. Quis o destino que estivesse "abandonada" para o mundo do vinho, mantendo-se apenas uma lembrança ténue dos grandes vinhos que ali nasceram. Quis também o destino que o novo proprietário, fosse gente de bom gosto, de extrema dedicação em fazer e fazer bem.
Nasceu assim a nova Casa da Passarella, para escrever um novo capítulo na história desta casa e na região do Dão. Os vinhos são excelentes e feitos com rigor e muita muita vontade de fazer o melhor.
É na vila de Santar que se encontra o Paço dos Cunhas de Santar, uma propriedade do século XVII que se dedicava à produção de azeite, fruta e vinho para abastecer os mercados da cidade do Porto. Atualmente a tradição ainda se respira no Paço dos Cunhas de Santar, mas na adega investiu-se em tecnologias modernas e avançadas para manter o hábito de produzir vinho, algo que se iniciou há cerca de 400 anos.
Cor granada intensa, aroma e sabor "sui generes" com muita harmonia e elegância. Notória persistência que o tornam distinto para acompanhar iguarias sublimes.
É na vila de Santar que se encontra o Paço dos Cunhas de Santar, uma propriedade do século XVII que se dedicava à produção de azeite, fruta e vinho para abastecer os mercados da cidade do Porto. Atualmente a tradição ainda se respira no Paço dos Cunhas de Santar, mas na adega investiu-se em tecnologias modernas e avançadas para manter o hábito de produzir vinho, algo que se iniciou há cerca de 400 anos.
De cor rubi, encorpado, com um aroma intenso a frutos vermelhos e baunilha, com algumas notas florais. Na boca apresenta volume, acidez bem incorporada na fruta e taninos sedosos. O final é longo, harmonioso e elegante.