Cor rubi profundo, com fruta preta, baunilha e especiarias. Vinho de elevada concentração, sedoso com uma acidez muito bem integrada. Notas de baunilha, fruta preta e especiarias. Estagiou em barricas de carvalho francês “Allier” com 300 Litros de capacidade, durante 12 meses.
Vinho
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Chryseia 2011 é um vinho extraordinariamente incrível. A sua cor muito escura e intensa, reflete o que de bom o Douro Vinhateiro consegue colocar numa garrafa. No nariz é frutado, rico em aromas a cerejas pretas, ameixa preta e chocolate, com as notas a carvalho bem integrado e discreto. Na boca revela uma belíssima estrutura, frescura e mineralidade, onde os taninos aveludados são longos, flexíveis e elegantes. Termina longo, persistente e cremoso.
O CHRYSEIA foi um dos pioneiros do ressurgimento, hoje amplamente reconhecido, dos vinhos não fortificados DOURO DOC. No entanto, este vinho, cujo nome significa «d’ouro» em grego clássico, tal como o nome do rio em português, mantém-se fiel a um estilo muito próprio. Nele predominam a elegância e o equilíbrio, tendo profundidade sem ser pesad
A CVD Companhia dos Vinhos do Douro é uma empresa que produz e comercializa vinhos provenientes da região do Douro de categoria DOC, de elevada qualidade e rigor técnico. Nesta jovem empresa está conjugado um profundo conhecimento da região com uma grande dose de profissionalismo e desenvolvimento, usando o melhor método enológico para obter vinhos modernos, grandiosos e capazes de despertar sensações agradáveis em prova.
Atualmente com uma gama de produtos bastante mais diversificada, estes são fortes exemplos do que o terroir duriense tem para oferecer, que desde a simplicidade à sofisticação, podem ser apreciados em qualquer ocasião.
Profundo e fresco, o URTIGA 2018 é muito elegante e sedutor. Apresenta um final longo e estruturado, taninos maduros e uma frescura e uma vivacidade extraordinárias. O URTIGA é a expressão máxima do terroir único do Douro. Um legado da natureza na sua forma mais pura.
O nariz confirma os predicados anteriores, revelando uma boa presença de fruta vermelha com nuances de pimenta preta, tornando o conjunto sóbrio e equilibrado.
O Barca Velha de 2000 tem uma intensa cor rubi e um aroma de grande complexidade, com presença de frutos vermelhos bem maduros, como a ameixa e a framboesa, e especiarias como o cravinho e a canela. Ligeiros aromas mentolados são encontrados nesta colheita, que se destaca pela sua excelente estrutura tanínica e equilíbrio em acidez.
A Casa Ferreirinha, adquirida pela Sogrape Vinhos em 1987, e os seus vinhos são sinónimos de tempo e de arte. Assim acontece desde a sua fundação, no século XVIII, pela mão de Bernardo Ferreira, que viu a fórmula refinada pelos descendentes, especialmente por sua neta Dona Antónia Adelaide Ferreira, que carinhosamente ficou conhecida por "Ferreirinha" ou "Ferreirinha-da-Régua" pelas gentes da sua terra. Pelas mãos de Dona Antónia, que duas vezes viúva se viu à
Imponente e profundo no nariz, pleno de mato seco, bagas maceradas, a fruta muito pura associada a barrica discreta, que lhe confere o lado especiado e fumado. Taninos gordos e maduros, bem envolvidos e polidos pelo tempo, rico, mas, ao mesmo tempo, fresco, com muita classe, muito carácter e sentido de origem.
Vinho 100% Tinta Barroca com cor vermelha viva e com aromas intensos a frutos vermelhos e bosque. Na boca, riqueza e precisão, revelando notas de cereja e ameixa ligeiramente equilibradas por nuances balsâmicas e picantes. Final fresco e prolongado.
Cor vermelho escuro. Aroma muito franco de ameixas pretas e frutos vermelhos maduros, mentol, moca e tabaco. Prova completa com acidez equilibrada e taninos vibrantes. Final de prova muito longo e persistente.
O Montalegre Vinhas Velhas Tinto é um vinho de destaque da região de Trás-os-Montes, reconhecido pela sua estrutura e frescura, características típicas do terroir de altitude desta zona do norte de Portugal.
De cor vermelha intensa com leves reflexos violáceos, tem um aroma intenso e elegante, em que sobressaem os frutos do bosque vermelhos e pretos, bem combinados com ligeiras notas florais e de especiarias que conferem complexidade. No paladar é um vinho encorpado com taninos finos e sedosos bem envolvidos pela fruta. Final persistente. Vinho de “terroir”.
Opaco na cor, com aroma de ameixa seca e amora acompanhado de canela, chocolate de leite e algum café. Um floral intenso surge mais tarde. Mastigável, de corpo cheio, com tanino maduro e redondo e sabor de fruta em compota. Final morno mas bem persistente.
Vigoroso na cor e no aroma, onde predominam as notas florais e a fruta madura em harmonia com a madeira. Na boca evidencia boa estrutura, sabores maduros, frescura e taninos vigorosos que lhe dão um longo e saboroso final.
Dueto de Touriga Nacional e Touriga Franca. Cor rubi bastante profunda. Aroma de ameixa e cereja em licor, alguma passa, com apontamentos de chocolate de leite e especiaria doce. Na boca apresenta fruta preta mais fresca, nuances de grafite e pedra molhada. De belo recorte, com tanino denso, acidez provocativamente intensa, muito focado e sério. Final prolongado.
Cor profunda como as montanhas de onde saiu. Aroma profundo e intenso a frutos vermelhos e azeitona preta, com fortes laivos de mineralidade, como a riqueza mineralógica-hídrica da região (a maior da Europa). Palato forte e estruturado como o granito que sustenta as cepas, mas com a subtileza, a suavidade e a frescura do vale que o produz. A menta e as especiarias são os traços dominantes. As sensações são sempre individuais, mas o produto (o vinho) é sempre coletivo.