Cor granada intensa, aroma e sabor "sui generes" com muita harmonia e elegância. Notória persistência que o tornam distinto para acompanhar iguarias sublimes.
É na vila de Santar que se encontra o Paço dos Cunhas de Santar, uma propriedade do século XVII que se dedicava à produção de azeite, fruta e vinho para abastecer os mercados da cidade do Porto. Atualmente a tradição ainda se respira no Paço dos Cunhas de Santar, mas na adega investiu-se em tecnologias modernas e avançadas para manter o hábito de produzir vinho, algo que se iniciou há cerca de 400 anos.
Vinho
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Cor amarela muito pálida. Aromas fresco e discretos - florais e tostados com complemento de toranja e citrinos. Na boca vivo, seco, acidez equilibrada, com volume e cheio e com uma frescura surpreendente.
Com quatro castas de grande carácter, o Villae tinto é um lote diferenciador formando um conjunto que pode apelidar-se de “casamento perfeito”. A Tinta Roriz confere estrutura e músculo, o Jaen evidencia a sua garra natural, o Alfrocheiro traz a mineralidade e a Tinta pinheira demonstra os aromas de floresta e do bosque.
Vinho de cor salmão clara e aroma a frutos vermelhos, ligeiro tropical e um toque de mineralidade. Na boca é vivo e fresco, com excelente volume equilibrado pela acidez, e um final fino e persistente com enorme potencial gastronómico.
Revela aromas a folhas secas e avelãs num perfil muito interessante. Na boca encontra notas frescas de laranja cristalizada com uma bela acidez citrica no final. Vinho delicado e perfumado.
Cor citrina esverdeada. Bouquet elegante e fresco, com abundantes notas de tosta, frutos secos e misturando citrinos, maça, pêra e minerais com as notas de madeira. Na boca muito bom corpo e acidez perfeita, surgindo no final com mais notas tostadas.
Cor palha. Bouquet elegante e fresco, com abundantes notas de tosta, frutos secos, misturando citrinos e minerais e com as notas suaves de barrica. Na boca muito bom corpo e acidez perfeita, surgindo no final com notas mais tostadas. Longo e persistente.
O Druida nasce das uvas provenientes das vinhas plantadas em altitude. Foi fermentado em lagar, mantendo os engaços e maturou por quase dois anos em barricas.
Apresenta-se com uma enorme intensidade e finura aromática, com bagas silvestres, notas florais elegantes, tudo muito fino e preciso, cheio e envolvente, com fruta de grande qualidade.
Este jovem produtor trabalha com vinhas de 30 anos de idade até centenárias pela região centro do país. As do Dão estão implantadas num planalto a 500 metros de altitude. O clima, com grandes amplitudes térmicas, é influenciado principalmente pela Serra do Caramulo a oeste e pela Serra da Estrela a Sudeste. Os solos são graníticos e à superfície existe uma surpreendente abundância de calhau rolado. Os vinhos são feitos numa antiga adega de pedra, ond
Estamos perante um produtor que renasceu das cinzas. Veio para ficar e escrever uma nova história, mas a história desta casa é antiga, remontando ao Século XIX, quando foi erguida. Grandes vinhos nasceram desta casa e destas vinhas. Quem não se lembra dos P63, na altura vinificados pela José Maria da Fonseca. Quis o destino que estivesse "abandonada" para o mundo do vinho, mantendo-se apenas uma lembrança ténue dos grandes vinhos que ali nasceram. Quis também o destino que o novo proprietário, fosse gente de bom gosto, de extrema dedicação em fazer e fazer bem.
Nasceu assim a nova Casa da Passarella, para escrever um novo capítulo na história desta casa e na região do Dão. Os vinhos são excelentes e feitos com rigor e muita muita vontade de fazer o melhor.
Este Barcelo Fugitivo monovarietal é um vinho com um carácter distinto, delicadeza aromática e excelente estrutura, produzido segundo métodos de vinificação ancestrais com uvas de vinhas velhas.
Estamos perante um produtor que renasceu das cinzas. Veio para ficar e escrever uma nova história, mas a história desta casa é antiga, remontando ao Século XIX, quando foi erguida. Grandes vinhos nasceram desta casa e destas vinhas. Quem não se lembra dos P63, na altura vinificados pela José Maria da Fonseca. Quis o destino que estivesse "abandonada" para o mundo do vinho, mantendo-se apenas uma lembrança ténue dos grandes vinhos que ali nasceram. Quis também o destino que o novo proprietário, fosse gente de bom gosto, de extrema dedicação em fazer e fazer bem.
Nasceu assim a nova Casa da Passare
Estamos perante um produtor que renasceu das cinzas. Veio para ficar e escrever uma nova história, mas a história desta casa é antiga, remontando ao Século XIX, quando foi erguida. Grandes vinhos nasceram desta casa e destas vinhas. Quem não se lembra dos P63, na altura vinificados pela José Maria da Fonseca. Quis o destino que estivesse "abandonada" para o mundo do vinho, mantendo-se apenas uma lembrança ténue dos grandes vinhos que ali nasceram. Quis também o destino que o novo proprietário, fosse gente de bom gosto, de extrema dedicação em fazer e fazer bem.
Nasceu assim a nova Casa da Passarella, para escrever um novo capítulo na história desta casa e na região do Dão. Os vinhos são excelentes e feitos com rigor e muita muita vontade de fazer o melhor.
Cor citrina, frutos brancos, Líchia, notas florais, encorpado, firme e elegante. Final de boa longo e persistente.
Encoberta é o nome de uma pequena localidade em Penalva do Castelo (sub-região de Castendo), onde em 2019 se produziu o Encoberta. Vinhas com 28 anos a 500 m de altitude com solos de granito e argila que estão em conversão para certificação biológica desde 2020.
Dona Santana é um vinho tinto com um aroma perfumado e fresco, cheio de fruta e um final longo e apelativo.
A Quinta de Lemos localiza-se no vale do Dão, numa área bastante discreta, a uma altitude de 340 metros. Composta por 25 hectares de vinha, plantada nos solos graníticos e arenosos do vale do Dão, e protegida pelas quatro montanhas, são recriadas as condições perfeitas para a produção de vinhos frescos, harmoniosos e com carácter.
Fermentação e estágio em barrica a oferecer complexidade e exuberância olfativa. Florais e notas cítricas predominantes a contribuir para o equilíbrio e frescura de um vinho de grande amplitude.
A Rocim inspira-se na qualidade dos vinhos do Dão, ao produzir os seus novos vinhos com a marca "O Estrangeiro". Este vinho tinto é um field blend, proveniente de vinhas velhas, que após fermentar em depósitos de cimento, estagia cerca de 18 meses em barricas de carvalho francês. Deste modo é um vinho tinto que se apresenta de cor rubi brilhante, marcado pela fruta vermelha fresca, notas terrosas e exóticas. Na boca revela uma grande profundidade e elegância.