Quinta de Ferradosa Douro Tinto é um vinho que demonstra um nariz muito concentrado com alguma frescura. Na boca tem muita fruta vermelha como morangos e framboesas aliados a notas florais. Os taninos estão bem presentes e trazem ao vinho uma estrutura marcante. O equilíbrio do vinho é-lhe dado por uma frescura acentuada, tornando este Quinta da Ferradosa um vinho muito elegante.
Vinho
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O Vieira de Sousa Tinta Francisca Tinto 2020 é produzido a partir da casta Tinta Francisca, de um talhão localizado a uma cota baixa numa das Quintas da Família. Com o objetivo de fazer um vinho diferente, com uma casta tradicional do Douro, optamos por fazer uma fermentação separada com pouca intervenção. Por sua vez foi armazenado em cubas em inox e engarrafado em 2021.
Versátil na mesa, acompanhando pratos leves de carne ou peixe, ou simplesmente uma boa conversa. Vinho elegante, complexo e muito fresco.
O Lote 5 Reserva Tinto é um vinho produzido com as melhores uvas das margens do Rio Torto, um terroir único no Douro. Apresenta aromas a fruta madura e um ligeiro toque de madeira de carvalho francês.
O Rebuscado Maceração Carbónica Tinto 2020 é um vinho que apresenta um aroma delicado a fruta vermelha e banana. Vinho equilibrado com taninos suaves, fresco e facilmente bebível, daqueles difícil de parar. O vinho não foi filtrado, pelo que pode conter depósito.
Em Novembro de 1998, a família Symington propôs a Bruno Prats a participação num novo projecto, que consistia em produzir um grande vinho não fortificado no Douro. A sua concretização deu-se em 1999, com a criação da PRATS & SYMINGTON Limitada como uma parceria equitativa entre as duas famílias. Algumas vinificações experimentais nesse primeiro ano permitiram definir e escolher as melhores parcelas e as castas mais adequadas para o projecto. O CHRYSEIA 2000 foi a primeira colheita a ser comercializada.
O CHRYSEIA foi um dos pioneiros do ressurgimento, hoje amplamente reconhecido, dos vinhos não fortificados DOURO DOC. No entanto, este vinho, cujo nome significa «d’ouro» em grego clássico, tal como o nome do rio em português, mantém-se fiel a um estilo muito próprio. Nele predominam a eleg
O Quinta do Vesúvio tinto encanta com sedutores aromas florais, cravinho e nuances de fumo da madeira. No paladar, frutas ricas e acidez equilibrada destacam-se, enquanto os taninos finos conferem imponente estrutura, definindo a excelência característica da Quinta do Vesúvio.
A propriedade Quinta do Vesuvio remonta ao século XIX e pertence à família Symington, desde 1989.
Uma magnífica Quinta da região do Douro, totaliza cerca de 326 hectares, dos quais 133 são plantados com vinha.
O contraste entre as cotas da propriedade, proporciona aos vinhos estrutura, complexidade e potencial de envelhecimento inigualáveis, bem como a preservação dos métodos tradicionais de produção de vinho, que destacam a Quinta do Vesuvio como a única que continua ativamente a criar os seus vinhos com esta bas
A Quinta da Boavista é reconhecida desde a primeira demarcação da região vinícola do Douro, datada de 1756. Documentada está também a presença da Quinta da Boavista nos célebres mapas de Joseph James Forrester, do século XIX.
Durante o século XX, a Quinta passou por períodos desafiantes, tendo estado nas mãos de vários proprietários que trouxeram o seu conhecimento e experiência à produção vitícola dos vinhos da Boavista.
Localizada na sub-região do Cima-Corgo, perto do Pinhão, na margem direita do Douro, e com uma das melhores vistas sobre o rio, a Quinta da Boavista possui 36 hectares de vinhas de alta qualidade, algumas delas vinhas velhas plantadas com as castas nativas.
Em 2020, a Quinta foi adquirida pelo Grupo Sogevinus, um dos maiores grupos de vinhos do Douro, continuando a pro
Envelheceu em barricas novas de carvalho francês durante 18 meses. Vinho não filtrado nem estabilizado pelo frio de modo a serem respeitados todos os seus elementos.
No nariz, muito fresco e elegante, com notas de frutos silvestres bem definidos, sendo o aroma complexado pelas discretas notas de madeira. Na boca é muito elegante, denotando taninos de textura fina e finaL profundamente persistente, com uma frescura invulgar.
A Quinta da Pacheca, uma das mais conhecidas propriedades do Douro, destaca-se pelo facto de ter sido das primeiras a engarrafar vinhos de marca própria.
O nome desta Quinta já vem referenciado desde 17 de Abril de 1738, quando num documento datado surge que pela primeira vez a referência à Quinta “da Pacheca”, por ser sua proprietária D. Mariana Pacheco Pereira. Mas foi só em 1903 que D. José Freire de Serpa Pimentel decidiu desenvolver o seu crescente interesse pela enologia, comprando a propriedade com o objectivo de se dedicar à produção vitivinícola.
Hoje, um século passado, a nova geração dos Serpa Pimentel assume a gestão da Quinta: Maria, Catarina e José são os jovens rostos desta empresa de cariz vincadamente familiar.
ROLA Reserva Douro Tinto é um vinho que demonstra um nariz muito aromático e elegante.
Fruta madura, ameixa, especiarias e notas de madeira. Um vinho de taninos vivos, final longo e persistente.
Aroma complexo, profundo e elegante onde sobressaem aromas de frutos pretos maduros, especialmente amoras.
Revela um aroma harmonioso e complexo, que se deixa revelar aos poucos, como se tivéssemos de merecer tudo o que nele está escondido. Na boca, ao primeiro impacto segue-se uma explosão aromática que nos acompanha ao longo de toda a prova, com os taninos densos, mas sedosos a ligarem o vinho do princípio ao fim, numa evolução de grande elegância para um final de grande nível.
ROLA Reserva Douro Tinto é um vinho que demonstra um nariz muito aromático e elegante.
Fruta madura, ameixa, especiarias e notas de madeira. Um vinho de taninos vivos, final longo e persistente.
Cor ruby vibrante com média intensidade. Aromas de fruta vermelha e preta, como cerejas e groselha, com notas de especiarias, avelãs e um toque fumado. Equilibrado, fresco e apimentado na boca. O final é longo e com taninos ainda vibrantes.
A Quinta Vale D. Maria, localizada no coração do Douro, no Cima Corgo, mais precisamente no Vale do Rio Torto, tem uma história que remonta a 1868. No entanto, foi em 1996 que começou uma nova era de excelência, quando Cristiano van Zeller adquiriu a propriedade da família da sua esposa, Joana Lemos van Zeller. Ao longo de mais de duas décadas, Cristiano liderou um trabalho de dedicação e paixão, criando vinhos únicos e de qualidade reconhecida tanto em Portugal como além-fronteiras.
A aquisição da Quinta Vale D. Maria pelo grupo Aveleda em 2017, representa a continuidade deste legado, acrescentando uma visão de longo prazo, focada na excelência e na sustentabilidade. Esta filosofia baseia-se numa paixão por cada detalhe, que começa com a seleção manual dos melhores bagos, segue com a uti