A história dos vinhos Luís Pato começa quando João Pato inicia o engarrafamento dos seus vinhos, provenientes da vinha própria, em 1970.
Após tornar-se o primeiro produtor engarrafador na região da Bairrada, depois da sua demarcação, o seu filho Luís Pato dá continuidade ao trabalho do pai e assim, em 1980, inicia-se uma nova Era no negócio de família.
Atualmente, a empresa conta com 60 hectares de vinha, distribuída entre solos arenosos e argilo-calcários, e com uma variada gama de vinhos prestigiados.
Vinho
Existem 93 produtos.
Tinto elegante e mineral de vinhas centenárias em solos calcários, com estágio em carvalho e final longo.
Um vinho único desde a sua criação, M.O.B. representa as inicias de Moreira, Olazabal, Borges, uma joint-venture dos produtores de vinho Jorge Moreira (Poeira), Francisco Olazabal (Quinta do Vale Meão) e Jorge Serôdio Borges (Wine & Soul).
Mostra taninos elegantes e é marcado na boca pela mineralidade granítica, que muitas vezes contribui para o seu lado mais apimentado. Acidez longa e precisa.
Vinho de cor salmão clara e aroma a frutos vermelhos, ligeiro tropical e um toque de mineralidade. Na boca é vivo e fresco, com excelente volume equilibrado pela acidez, e um final fino e persistente com enorme potencial gastronómico.
Este Barcelo Fugitivo monovarietal é um vinho com um carácter distinto, delicadeza aromática e excelente estrutura, produzido segundo métodos de vinificação ancestrais com uvas de vinhas velhas.
Estamos perante um produtor que renasceu das cinzas. Veio para ficar e escrever uma nova história, mas a história desta casa é antiga, remontando ao Século XIX, quando foi erguida. Grandes vinhos nasceram desta casa e destas vinhas. Quem não se lembra dos P63, na altura vinificados pela José Maria da Fonseca. Quis o destino que estivesse "abandonada" para o mundo do vinho, mantendo-se apenas uma lembrança ténue dos grandes vinhos que ali nasceram. Quis também o destino que o novo proprietário, fosse gente de bom gosto, de extrema dedicação em fazer e fazer bem.
Nasceu assim a nova Casa da Passare
Com 70 hectares de vinha cuidadosamente cultivada, a Quinta de Bella Encosta é um projeto que alia tradição e respeito pela natureza, no coração da região do Dão. Na aldeia de Prime, a paixão pela terra e o saber acumulado ao longo de gerações permitiram valorizar um terroir único, onde se pratica uma viticultura sustentável, inspirada nas técnicas clássicas de Bordéus e Borgonha. O resultado são vinhos que refletem autenticidade, elegância e uma forte ligação à origem.
Muito puro e elegante de cor rubi aberta com nuances violetas. O nariz delicado mas complexo, com notas de frutos do bosque acompanhadas de um leve toque floral e nuances de especiarias. Ao abrir, surge um leve toque terroso. Com boa estrutura, acidez equilibrada, elegância e precisão. O sabor é frutado e fresco, com taninos suaves e bem integrados. De persistência longa com um final agradável e ligeiramente balsâmico. Pode ser consumido jovem, mas também tem um bom grande potencial de envelhecimento, desenvolvendo mais complexidade ao longo do tempo.
Cor aberta, de tom rosa avermelhado. Aromas discretos de fruta ácida, notas vegetais próprias da casta e predominância de especiarias resultantes da fermentação com engaço. Na boca, apresenta acidez média, mineralidade marcante e taninos muito finos.
De cor pálida, pétalas de rosa, este vinho apresenta-se como um verdadeiro bouquet de flores, com aromas de citrinos e frutos vermelhos, tais como a framboesa e os morangos, assim como a fruta branca. Na boca é seco, frutado e aromático, degustando-se como um sorbet de frutos silvestres, que nos transporta bem longe com a sua frescura, e que se prolonga com elegância durante muito tempo. Esta é uma nova geração de vinho Rosé de Pinot Noir, surpreendente e agradavelmente gastronómica.
Estamos perante um produtor que renasceu das cinzas. Veio para ficar e escrever uma nova história, mas a história desta casa é antiga, remontando ao Século XIX, quando foi erguida. Grandes vinhos nasceram desta casa e destas vinhas. Quem não se lembra dos P63, na altura vinificados pela José Maria da Fonseca. Quis o destino que estivesse "abandonada" para o mundo do vinho, mantendo-se apenas uma lembrança ténue dos grandes vinhos que ali nasceram. Quis também o destino que o novo proprietário, fosse gente de bom gosto, de extrema dedicação em fazer e fazer bem.
Nasceu assim a nova Casa da Passarella, para escrever um novo capítulo na história desta casa e na região do Dão. Os vinhos são excelentes e feitos com rigor e muita muita vontade de fazer o melhor.
Cor amarelo dourado, aroma muito complexo e elegante a frutos secos, alperce, mel e flores silvestres. De boa harmonia na boca, com média doçura e boa acidez, mostra excelentes sabores a frutos brancos maduros e algum tostado da barrica.
É um vinho muito suave e elegante. Fruta fresca com notas de especiarias. Boca equilibrada e fresca.
O vinho branco Lollipop Lupulo é super viciante no nariz, leve, fresco e com uma sensação agradável na boca.
O vinho branco Lollipop Lupulo é um exemplo perfeito de um vinho da região do Douro.