Vinho
Existem 110 produtos.
Inspirado por uma personalidade introspectiva, enigmática e reservada, representa a essência do "Mestre Lucas".
A Herdade do Monte da Ribeira remonta a data 1958, sendo adquirida em 1986 pelo industrial Victor Carmona e Costa que, nos 15 anos seguintes, não só reformou completamente a Herdade, como implantou toda a atual estrutura agrícola produtiva e adega.
A Herdade situa-se na freguesia de Pedrogão, pertencente ao concelho da Vidigueira e junto à aldeia de Marmelar. Como tal, conta com uma área de cerca de 1100 hectares, dedicados à exploração vitivinícola e florestal.
Sendo um dos focos principais da herdade a produção de vinho, a primeira vinha foi plantada em 1989 e a primeira colheita surgiu em 1992, comercializada com a marca Vidigueira. Mais tarde foram adicionadas as marcas Pousio e Quatro Caminhos e recentemente, a marca Marmelar.
Pêra-Manca é a marca que a Fundação Eugénio de Almeida destina aos seus vinhos de exceção. Lançados pela primeira vez em 1990, é atualmente uma das marcas mais conceituadas e respeitadas da região vitivinícola do Alentejo, ganhando cada vez mais público-alvo. São vinhos dotados de complexidade, elegância e potencial de envelhecimento, sendo apreciados mundialmente.
É um vinho de aspeto límpido e brilhante de cor amarela esverdeada
No aroma surge uma fruta tropical acompanhada de lima, marmelo e frutos secos
Na boca tem boa acidez, é macio, complexo, com notas de caramelo, compota e baunilha, tudo integrado num conjunto fresco e equilibrado
Ideal para acompanhar pratos de peixe e marisco.
A marca Cartuxa é um dos principais ativos da Fundação Eugénio de Almeida e atual marca “umbrela” da Adega Cartuxa. A insígnia traduz a identidade dos vinhos Vinea, EA, Foral de Évora, Cartuxa, Scala Coeli e do mítico Pêra-Manca. Excelência, qualidade e individualidade, num estilo muito próprio que marca a diferença e define um clássico do Alentejo. A aposta da Fundação Eugénio de Almeida na criação de produtos de excelência tem sido reconhecida ao longo dos últimos anos com diversos prémios.
O Malhadinha Tinto 2021 surge com um nariz muito expressivo, mas sério, com notas de fruta preta e azul, especiarias e leves tostados. Na boca, à semelhança de edições anteriores, é um vinho bastante complexo, redondo com taninos maduros e polidos, muito longo no final e com um enorme potencial de envelhecimento.
Surge com um nariz muito expressivo, mas sério, com notas de fruta preta e azul, especiarias e leves tostados. Na boca, à semelhança de edições anteriores, é um vinho bastante complexo, redondo com taninos maduros e polidos, muito longo no final e com um enorme potencial de envelhecimento.
Aroma complexo e intenso a fruta e especiarias como cereja, ginja e zimbro. Suaves notas de flor de esteja.
O vinho Principal Grande Reserva tinto, produzido a partir das castas Touriga Nacional, Cabernet Sauvignon e Merlot, revela tons violáceos e seduz com aromas de fruta preta madura e sublimes notas de especiarias. A sua complexidade excecional traduz-se num perfil encorpado, volume generoso e uma persistência longa, conjugada por taninos finos e suaves.
O aroma tem uma combinação de frutos vermelhos a lembrar mirtilos, amoras e ameixas pretas. Na boca impressiona de imediato pela sua vivacidade. Musculoso e intenso revela uma grande capacidade de guarda. Estamos na presença de um grande vinho.
Rubi profundo com centro completamente opaco. Aroma muito intenso de fruta preta tipo amoras e cassis, cedro, couro, fumo e tosta madeira. Muito encorpado, com taninos poeirentos, lembrando pó de giz. Acidez vibrante que se mantém durante toda a prova. Final muito longo.
Ataíde Semedo Gran Reserva é um 100% Touriga Nacional com identidade Ataíde Semedo, com notas de fruta vermelha, chocolate e pimenta, e uma frescura caraterísticas de um terroir de influência Atlântica.
O vinho Principal Grande Reserva tinto, produzido a partir das castas Touriga Nacional, Cabernet Sauvignon e Merlot, revela tons violáceos e seduz com aromas de fruta preta madura e sublimes notas de especiarias. A sua complexidade excecional traduz-se num perfil encorpado, volume generoso e uma persistência longa, conjugada por taninos finos e suaves.
Na sua cor tem um vermelho rubi bem forte e intenso. No aroma é intenso e persistente com notas de frutos vermelhas em compota, e breves notas de especiarias (pimenta).
Na boca é encorpado e com taninos bem presentes, mas redondo, com boa acidez para equilibrar.
No final fica na boca uma duradoura memória sensorial.
Com origem na Bairrada, entre o sopé da Serra do Buçaco e o mar, nasce o Giz, um vinho que expressa de forma única as características dos solos calcários de onde provém.
Oriundo de vinhas centenárias e produzido a partir de castas autóctones, plantadas em solos pobres e pedregosos, a intervenção no processo de produção é mínima, tanto na vinha como na adega.
Assim, após uma vinificação artesanal, o vinho repousa por 8 meses em barricas de carvalho francês, para a obtenção de um néctar sem máscaras, autêntico, estruturado, elegante e complexo, pleno de individualidade e carácter.
No início do século XIX, nascia uma das mais interessantes páginas do Vinho Português, com o lançamento de um vinho que viria a tornar-se um ícone, alvo de cobiça, mas que sempre foi mantido, por vontade própria, fora das luzes da ribalta.
O seu criador, Alexandre de Almeida, importou o conceito de aliar a hotelaria de luxo a uma adega e a um vinho próprio, criando desta forma, os raríssimos e históricos vinhos Buçaco, produzidos no belo Palácio do Bussaco, nas serras a norte de Coimbra.
Estes são vinhos que não adotaram modernismos e que invocam um enorme potencial de guarda, podendo manter-se na garrafa por décadas.