Aroma muito rico e complexo com notas de frutos do bosque, especiarias e bergamota. Muito estruturado na boca, com imensas camadas de complexidade. Os taninos são firmes, mas afinados e sedosos. Tudo com enorme elegância e finesse. Termina longo e mineral. Vinho de guarda, com elevado potencial de envelhecimento.
Vinho
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O Tricot é um vinho de cor rubi, onde o carácter das vinhas da Serra de São Mamede está bem presente, trazendo frescura e minimalismo. A Touriga Nacional, com o seu carácter inconfundível, resulta num vinho elegante, complexo e harmonioso.
É um vinho feito a quatro mãos que retrata fielmente a beleza e a tranquilidade do Alentejo. Nasce do cuidado e dedicação de duas enólogas que juntaram as suas visões e a experiência de muitas vindimas para produzir vinhos únicos que são a expressão mais pura de cada região.
O Esporão Reserva é um vinho tinto biológico produzido a partir de vinhas próprias com mais de 20 anos, situadas no coração do Alentejo. Elaborado com castas tradicionais da região, estagiou durante 12 meses em barricas, ganhando estrutura, elegância e complexidade.
De cor rubi intensa, é um vinho rico e intenso, mas harmonioso. O aroma profundo e complexo é dominado por frutos vermelhos e notas de especiarias. Na boca é vivo, com taninos finos e vibrantes, onde predominam mais uma vez os frutos vermelhos e as especiarias, num final equilibrado e persistente. É um vinho tinto que expressa com autenticidade o carácter do terroir alentejano e o compromisso com a viticultura sustentável.
A empresa Esporão nasceu no Alentejo da vontade incondicional de fazer os melhores vinhos. Esta motivaçã
Criar um vinho é uma arte que em Portugal fomos aperfeiçoando ao longo de séculos, hoje reforçada por um maior conhecimento e melhores meios.
A experiência adquirida ao longo do tempo por João Portugal Ramos, leva-o a acreditar que um vinho reflete a natureza da terra que o viu nascer e é a expressão de quem o produz. O saber, a experiência e a tecnologia permitem aperfeiçoar com rigor os diversos fatores que influenciam a personalidade de um vinho.
A marca Cartuxa é um dos principais ativos da Fundação Eugénio de Almeida e atual marca “umbrela” da Adega Cartuxa. A insígnia traduz a identidade dos vinhos Vinea, EA, Foral de Évora, Cartuxa, Scala Coeli e do mítico Pêra-Manca. Excelência, qualidade e individualidade, num estilo muito próprio que marca a diferença e define um clássico do Alentejo. A aposta da Fundação Eugénio de Almeida na criação de produtos de excelência tem sido reconhecida ao longo dos últimos anos com diversos prémios.
A Quinta de São José de Peramanca situa-se a 5 quilómetros de Évora, na Estrada Nacional 114, e é facilmente identificável graças ao grande e tradicional casario, marcado pela arquitetura barroca e a igreja de São José a ele adjacente.
A propriedade foi adquirida pela família Grave em 1912, permanecendo até aos dias de hoje, gerida agora por João Grave, e conta com 34 hectares, onde cerca de 15,5 hectares são, exclusivamente, orientados para a cultura da vinha para produção de vinho.
É nos arredores de Portalegre, em terras do Alto Alentejo, que são produzidos os vinhos Tapada do Chaves. Há quase 100 anos que esta propriedade dá origem a vinhos de qualidade reconhecida e que estão entre os melhores de Portugal.
Os vinhos Tapada do Chaves preservam o calor e a suavidade da região do Alentejo e estão associados a uma forte tradição familiar, a uma história de paixão e dedicação à terra. Com origem nas vinhas da propriedade que lhes dá o nome, com idades entre os 15 e os 85 anos, estes são vinhos para guardar e mais tarde saboreá-los em pleno.
O Tapada do Chaves Reserva é o resultado da combinação das castas Aragonez, Trincadeira e Alicante Bouschet da vinha Moutas e de uma vinha velha plantada em 1901, localizada a uma altitude entre 350 e 400 metros. É um vinho de cor granada com grande concentração, revelando uma enorme complexidade aromática, com notas de frutos silvestres, esteva, resina, terra e nuances de couro com toques balsâmicos. Na boca é muito elegante, com bom volume e fruta madura muito presente, expressando o perfil clássico do Alentejo. Os taninos são firmes, tem boa acidez, equilíbrio e excelente envolvência.
É nos arredores de Portalegre, em terras do Alto Alentejo, que são produzidos os vinhos Tapada do Chaves. Há quase 100 anos que esta propriedade dá origem a vinhos de qualidade reconhecida e que estão ent
O Dez Tostões tinto é um vinho cheio de personalidade, com uma cor rubi intensa e profunda. No nariz, revela um aroma quente e cativante, onde se destacam notas de frutos pretos do bosque, envolvidas por um toque subtil de especiarias. Na boca, é rico e cheio, com taninos bem presentes que lhe conferem estrutura e carácter.
Um tinto alentejano que combina na perfeição a elegância da Touriga Nacional, a profundidade do Alicante Bouschet e a versatilidade do Aragonês, resultando num vinho equilibrado e envolvente.
A Herdade da Maroteira situa-se no sopé da Serra D’Ossa, e estende-se por 540 hectares, pertencentes à mesma família anglo-portuguesa há 5 gerações, desde meados do século XIX. Nessa altura, Robert Reynolds investiu no montado de sobro alentejano para satisfazer as necessidades da
Produzido a partir das castas Trincadeira e Aragonês, apresenta-se encorpado, complexo e elegante, com aroma a fruta passa e essências das madeiras de estágio.
Pêra-Manca é a marca que a Fundação Eugénio de Almeida destina aos seus vinhos de exceção. Lançados pela primeira vez em 1990, é atualmente uma das marcas mais conceituadas e respeitadas da região vitivinícola do Alentejo, ganhando cada vez mais público-alvo. São vinhos dotados de complexidade, elegância e potencial de envelhecimento, sendo apreciados mundialmente.
O Mil Reis Grande Reserva Syrah, produzido apenas em anos de excelência, é um vinho monovarietal Syrah com estágio de 18 meses em barricas novas de carvalho francês e americano, seguido de 6 meses em garrafa. Produzido a partir da primeira parcela de Syrah da Herdade da Maroteira, plantada em 2000, este vinho apresenta um carácter robusto e profundo, com notas vivas e intensas de frutos vermelhos, estrutura firme, complexidade e notável persistência.
A Herdade da Maroteira situa-se no sopé da Serra D’Ossa, e estende-se por 540 hectares, pertencentes à mesma família anglo-portuguesa há 5 gerações, desde meados do século XIX. Nessa altura, Robert Reynolds investiu no montado de sobro alentejano para satisfazer as necessidades da indústria do Vinho do Porto no norte de Portugal, e por cerca
Inspirado por uma personalidade introspectiva, enigmática e reservada, representa a essência do "Mestre Lucas".
Produzido a partir Alicante Bouschet, Aragonês, Touriga Nacional e Cabernet Sauvignon, após estagiar 18 meses em barricas novas de Carvalho Francês, apresenta aromas profundos a fruta vermelha e preta madura, especiarias, um ligeiro toque vegetal. Na boca revela-se envolvente, com textura aveludada pontuada por taninos e uma acidez bem medida. Finaliza com uma percepção da madeira muito bem integrada, longo, sofisticado e elegante.
Situada dentro da cidade de Estremoz, a Quinta destaca-se pela sua beleza e pela sua história, com uma construção apalaçada de arquitectura do séc. XVIII, estimáveis jardins, bosquetes, caramanchões, tanques e outras obras de arte do setecentismo, e atualmente, também pelos excelentes seus vinhos.
A Quinta esteve longos anos na posse da família Zagalo, que a u
A Herdade do Monte da Ribeira remonta a data 1958, sendo adquirida em 1986 pelo industrial Victor Carmona e Costa que, nos 15 anos seguintes, não só reformou completamente a Herdade, como implantou toda a atual estrutura agrícola produtiva e adega.
A Herdade situa-se na freguesia de Pedrogão, pertencente ao concelho da Vidigueira e junto à aldeia de Marmelar. Como tal, conta com uma área de cerca de 1100 hectares, dedicados à exploração vitivinícola e florestal.
Sendo um dos focos principais da herdade a produção de vinho, a primeira vinha foi plantada em 1989 e a primeira colheita surgiu em 1992, comercializada com a marca Vidigueira. Mais tarde foram adicionadas as marcas Pousio e Quatro Caminhos e recentemente, a marca Marmelar.
Pêra-Manca é a marca que a Fundação Eugénio de Almeida destina aos seus vinhos de exceção. Lançados pela primeira vez em 1990, é atualmente uma das marcas mais conceituadas e respeitadas da região vitivinícola do Alentejo, ganhando cada vez mais público-alvo. São vinhos dotados de complexidade, elegância e potencial de envelhecimento, sendo apreciados mundialmente.